<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Rui Falcão Deputado Estadual do PT &#187; trabalho</title>
	<atom:link href="http://ruifalcao.com.br/tag/trabalho/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://ruifalcao.com.br</link>
	<description>Deputado estadual de São Paulo pelo PT, vice-presidente nacional do Partido, Falcão se dedica às áreas de defesa do consumidor e de habitação e regularização fundiária, além da fiscalização dos atos do Governo.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 22:38:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Grande São Paulo atinge &#8220;patamar mítico&#8221; e número de desempregados fica abaixo de 1 milhão</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/grande-sao-paulo-atinge-patamar-mitico-e-numero-de-desempregados-fica-abaixo-de-1-milhao/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=grande-sao-paulo-atinge-patamar-mitico-e-numero-de-desempregados-fica-abaixo-de-1-milhao</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/grande-sao-paulo-atinge-patamar-mitico-e-numero-de-desempregados-fica-abaixo-de-1-milhao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 10:20:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[dieese]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[seade]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=14811</guid>
		<description><![CDATA[Com base nas médias anuais, região metropolitana tem 815 mil desempregados a menos em oito anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A região metropolitana de São Paulo chegou em dezembro a menos de 1 milhão de desempregados (968 mil) pela primeira vez em 21 anos, com exceção de um mês em 1995. Um &#8220;patamar mítico&#8221;, definiu, em tom de brincadeira, o coordenador de análise da Fundação Seade, Alexandre Loloian. Com base nas médias anuais, a região metropolitana de São Pauo reduziu o número de desempregados em 815 mil nos últimos oito anos.</p>
<p>A taxa de desemprego no último mês de 2011 caiu pela quarta vez seguida e chegou a 9%, a menor desde fevereiro de 1990 (8,1%). Há três meses consecutivos está abaixo de dois dígitos, o que não acontecia desde 1990. Na comparação entre dezembro e igual mês de 2010, são 120 mil desempregados a menos, queda de 11%.</p>
<p>&#8220;Vamos voltar à era de um dígito, nos juros e no desemprego&#8221;, comentou o economista Sérgio Mendonça, do Dieese. Ele considera, inclusive, &#8220;bem consistente&#8221; a possibilidade de que o mercado de trabalho continue apresentando resultados favoráveis, com redução da taxa de desemprego favorecida por um crescimento da economia entre 3% e 4% e menor pressão da PEA. Eles lembram que no último quadrimestre do ano passado a economia já mostrou alguma recuperação. Mendonça faz ressalva para a economia europeia. &#8220;Uma crise bancária na Europa coloca o mundo em polvorosa&#8221;, diz.</p>
<p>A economia brasileira deve crescer um pouco mais do que em 2011 (as estimativas vão de 3% a 5%) e há menos pressão no mercado de trabalho. Os técnicos relacionam o crescimento menos intenso da PEA (população economicamente ativa), basicamente, a fatores demográficos (com menor expansão da população em idade ativa) e pela menor necessidade das familias, diante do crescimento do emprego (especialmente com carteira), o que pode levar outros integrantes da família a retardar a entrada no mercado. &#8220;Estamos passando por um processo contínuo de formalização&#8221;, diz Loloian.</p>
<p>Em relação a dezembro de 2010, a região metropolitana de São Paulo tem 120 mil desempregados a menos (queda de 11%) e 104 mil ocupados a mais (aumento de 1,1%). Na média anual, a ocupação cresceu 1,9% (181 mil a mais) e o total de desempregados recuou 11,5% (146 mil a menos).</p>
<p>Na comparação mensal, o rendimento médio dos ocupados (R$ 1.574) subiu 0,5% – em relação a novembro de 2010, caiu 2,9%. Na média anual, a renda média subiu 1,1%, enquanto a massa de rendimentos aumentou 3,1%.</p>
<p>&#8220;Apesar de não ter sido deslumbrante, o ano refletiu-se positivamente no mercado de trabalho&#8221;, diz Loloian. &#8220;Para uma economia que está crescendo menos de 3%, os resultados não deixam de ser positivos.&#8221;</p>
<p><strong>Taxa média de desemprego na Grande São Paulo</strong></p>
<table border="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Ano</strong></td>
<td><strong>Taxa média (%)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1985</td>
<td>12,2</td>
</tr>
<tr>
<td>1986</td>
<td>9,6</td>
</tr>
<tr>
<td>1987</td>
<td>9,2</td>
</tr>
<tr>
<td>1988</td>
<td>9,7</td>
</tr>
<tr>
<td>1989</td>
<td>8,7</td>
</tr>
<tr>
<td>1990</td>
<td>10,3</td>
</tr>
<tr>
<td>1991</td>
<td>11,7</td>
</tr>
<tr>
<td>1992</td>
<td>15,2</td>
</tr>
<tr>
<td>1993</td>
<td>14,6</td>
</tr>
<tr>
<td>1994</td>
<td>14,2</td>
</tr>
<tr>
<td>1995</td>
<td>13,2</td>
</tr>
<tr>
<td>1996</td>
<td>15,1</td>
</tr>
<tr>
<td>1997</td>
<td>16,0</td>
</tr>
<tr>
<td>1998</td>
<td>18,2</td>
</tr>
<tr>
<td>1999</td>
<td>19,3</td>
</tr>
<tr>
<td>2000</td>
<td>17,6</td>
</tr>
<tr>
<td>2001</td>
<td>17,6</td>
</tr>
<tr>
<td>2002</td>
<td>19,0</td>
</tr>
<tr>
<td>2003</td>
<td>19,9</td>
</tr>
<tr>
<td>2004</td>
<td>18,7</td>
</tr>
<tr>
<td>2005</td>
<td>16,9</td>
</tr>
<tr>
<td>2006</td>
<td>15,8</td>
</tr>
<tr>
<td>2007</td>
<td>14,8</td>
</tr>
<tr>
<td>2008</td>
<td>13,4</td>
</tr>
<tr>
<td>2009</td>
<td>13,8</td>
</tr>
<tr>
<td>2010</td>
<td>11,9</td>
</tr>
<tr>
<td>2011</td>
<td>10,5</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong> Fonte: Fundação Seade/Dieese</strong></p>
<p>Da <a href="http://www.redebrasilatual.com.br/temas/economia/2012/01/grande-sao-paulo-atinge-patamar-mitico-e-numero-de-desempregados-fica-abaixo-de-1-milhao">Rede Brasil Atual</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/grande-sao-paulo-atinge-patamar-mitico-e-numero-de-desempregados-fica-abaixo-de-1-milhao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crise econômica estimula a contratação temporária na Europa e nos Estados Unidos</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/crise-economica-estimula-a-contratacao-temporaria-na-europa-e-nos-estados-unidos/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=crise-economica-estimula-a-contratacao-temporaria-na-europa-e-nos-estados-unidos</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/crise-economica-estimula-a-contratacao-temporaria-na-europa-e-nos-estados-unidos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 10:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[crise econômica]]></category>
		<category><![CDATA[DAvos]]></category>
		<category><![CDATA[estados unidos]]></category>
		<category><![CDATA[europa]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=14624</guid>
		<description><![CDATA[Por causa da crise econômica, as empresas nos Estados Unidos e na Europa preferem contratar trabalhadores temporárias. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília – Por causa da crise econômica, as empresas nos Estados Unidos e na Europa preferem contratar trabalhadores temporárias. A avaliação é de Patrick de Maeseneire, diretor-geral do grupo suíço Adecco, uma das maiores empresas internacionais em recursos humanos, participante do Fórum Econômico Mundial em Davos.</p>
<p>&#8220;Temos de nos preparar para um período de retoma muito longo e muito lento&#8221;, aconselhou Maeseneire, ao explicar que &#8220;as empresas não reduzem verdadeiramente os seus efetivos. Resistem ou renunciam à contratação de trabalhadores permanentes&#8221;, informa a Agência Lusa.</p>
<p>Em dezembro último, a taxa de desemprego nos Estados Unidos atingiu 8,5%. A contratação temporária favorece empresas de colocação de pessoal no mercado de trabalho. No terceiro trimestre do ano passado, a empresa anunciou lucro de 13% do lucro líquido (€ 145 milhões).</p>
<p>Da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-01-29/crise-economica-estimula-contratacao-temporaria-na-europa-e-nos-estados-unidos">Agência Brasil</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/crise-economica-estimula-a-contratacao-temporaria-na-europa-e-nos-estados-unidos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Para OIT, salário no Brasil cresceu 9,7% reais em dez anos</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/para-oit-salario-no-brasil-cresceu-97-reais-em-dez-anos/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=para-oit-salario-no-brasil-cresceu-97-reais-em-dez-anos</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/para-oit-salario-no-brasil-cresceu-97-reais-em-dez-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 09:46:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[américa latina]]></category>
		<category><![CDATA[aumento salarial]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[ganho real]]></category>
		<category><![CDATA[slário]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=13753</guid>
		<description><![CDATA[Levantamento divulgado ontem pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostra que o Brasil, em média, teve um aumento salarial 9,7% acima da inflação, entre 2000 e 2010. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Levantamento divulgado ontem pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostra que o Brasil, em média, teve um aumento salarial 9,7% acima da inflação, entre 2000 e 2010. Com esse resultado, o país fica na quinta posição, entre dez nações da América Latina, no ranking do relatório &#8220;Panorama Laboral 2011&#8243;. A Argentina foi o país da região que teve o maior ganho de rendimentos, descontando a subida dos preços, com 100% de aumento real nos salários. Em seguida, estão Chile (21,5%), Costa Rica (15,4%) e Colômbia (11,0%).</p>
<p>Ao comentar os números brasileiros, o estudo diz que há um menor ritmo de incremento acima da inflação nos rendimentos nos últimos anos. Isso estaria relacionado com &#8220;a desaceleração da economia e os fortes reajustes dos últimos anos&#8221;, que diminuíram a possibilidade de obter aumentos maiores, diz o organismo multilateral. No ano passado, o Brasil teve uma menor valorização salarial que Uruguai, Chile e Paraguai, com base em dados até o terceiro trimestre.</p>
<p>Em relação ao aumento real, ou seja, descontando a inflação, do salário mínimo entre 2000 e 2010, o Brasil também fica em quinto, entre 18 países latino-americanos. Perde para Argentina, Uruguai, Nicarágua e Honduras, segundo levantamento do relatório. Em 2011, o indicador brasileiro só cresceu mais que o do Chile e da Nicarágua, com base em dados até outubro. Apesar disso, a política de aumento salarial no Brasil foi elogiada pela OIT.</p>
<p>O desemprego urbano na América Latina e Caribe deve fechar 2011 no nível mais baixo da série histórica, iniciada em 1990, estima a organização. A taxa projetada é de 6,8%, o que representa uma queda de 0,5 ponto percentual em comparação a 2010. Com isso, cerca de 700 mil pessoas deixam a lista de desempregados em áreas urbanas, mas cerca de 15,4 milhões ainda permanecem sem ocupação. A expectativa é que o índice de desemprego dessas regiões fique estável em 2012.</p>
<p>O &#8220;Panorama&#8221; da organização multilateral também adverte sobre a persistência da informalidade e destaca que, com base em dados de 16 países, pelo menos 50% da população urbana ocupada têm emprego informal. Isso corresponde a cerca de 93 milhões de pessoas com condições laborais precárias, sem proteção social nem acesso aos direitos trabalhistas.</p>
<p>Como a América Latina apresenta historicamente aumento de postos de trabalho precários durante crises econômicas, a OIT defende que os governos deem prioridade à economia real, dando menor foco às políticas para o sistema financeiro.</p>
<p>Do valor Econômico (para assinantes)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/para-oit-salario-no-brasil-cresceu-97-reais-em-dez-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ipea avalia a presença do Estado no Brasil</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/ipea-avalia-a-presenca-do-estado-no-brasil/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=ipea-avalia-a-presenca-do-estado-no-brasil</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/ipea-avalia-a-presenca-do-estado-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 09:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[ipea]]></category>
		<category><![CDATA[presença do estado no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=13637</guid>
		<description><![CDATA[O estudo, divulgado nesta terça em SP, traz dados sobre áreas como saúde, educação, transporte, trabalho e segurança]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresentou nesta terça-feira, dia 10, às 10h, o Comunicado n° 129 &#8211; Presença do Estado no Brasil: federação, suas unidades e municipalidades. A divulgação foi feita pelo presidente do Instituto, Marcio Pochmann, no Escritório Regional da Presidência da República, em São Paulo (Avenida Paulista, 2.163, 17º andar).</p>
<p>A pesquisa analisa a atuação do Estado em diversas áreas como saúde, educação, assistência social, previdência social, trabalho, entre outras. Os dados referem-se ao último ano disponibilizado e tratam em sua maioria de registros administrativos coletados junto aos ministérios, às autarquias e aos institutos de pesquisa. O estudo traz informações por regiões e UFs como o número de médicos que atendem o SUS por mil habitantes, indicadores de seguro-desemprego formal, quantidade de docentes dos ensinos fundamental e médio e várias outras.</p>
<p>Do <a href="http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=12809&amp;catid=4&amp;Itemid=2">IPEA</a></p>
<p><a title="View Gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 129 on Scribd" href="http://pt.scribd.com/doc/77829477/Graficos-da-apresentacao-do-Comunicado-do-Ipea-n%C2%BA-129" style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;">Gráficos da apresentação do Comunicado do Ipea nº 129</a> <object id="doc_23662" name="doc_23662" height="600" width="100%" type="application/x-shockwave-flash" data="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" style="outline:none;" ><param name="movie" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf"><param name="wmode" value="opaque"><param name="bgcolor" value="#ffffff"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><param name="FlashVars" value="document_id=77829477&#038;access_key=key-236cy5we4gvsfsh8nztj&#038;page=1&#038;viewMode=list"><embed id="doc_23662" name="doc_23662" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=77829477&#038;access_key=key-236cy5we4gvsfsh8nztj&#038;page=1&#038;viewMode=list" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="600" width="100%" wmode="opaque" bgcolor="#ffffff"></embed></object></p>
<p><a title="View Comunicado do Ipea nº 129 - Presença do Estado no Brasil: federação, suas unidades e municipalidades on Scribd" href="http://pt.scribd.com/doc/77829435/Comunicado-do-Ipea-n%C2%BA-129-Presenca-do-Estado-no-Brasil-federacao-suas-unidades-e-municipalidades" style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;">Comunicado do Ipea nº 129 &#8211; Presença do Estado no Brasil: federação, suas unidades e municipalidades</a> <object id="doc_14789" name="doc_14789" height="600" width="100%" type="application/x-shockwave-flash" data="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" style="outline:none;" ><param name="movie" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf"><param name="wmode" value="opaque"><param name="bgcolor" value="#ffffff"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><param name="FlashVars" value="document_id=77829435&#038;access_key=key-1zx2fv6a1ypiwkfjvsld&#038;page=1&#038;viewMode=list"><embed id="doc_14789" name="doc_14789" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=77829435&#038;access_key=key-1zx2fv6a1ypiwkfjvsld&#038;page=1&#038;viewMode=list" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="600" width="100%" wmode="opaque" bgcolor="#ffffff"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/ipea-avalia-a-presenca-do-estado-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Salário mínimo de R$ 622 acumula ganho real de 66% desde 2002, calcula Dieese</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/salario-minimo-de-r-622-acumula-ganho-real-de-66-desde-2002-calcula-dieese/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=salario-minimo-de-r-622-acumula-ganho-real-de-66-desde-2002-calcula-dieese</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/salario-minimo-de-r-622-acumula-ganho-real-de-66-desde-2002-calcula-dieese/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 14:06:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[contas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[dieese]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência Social]]></category>
		<category><![CDATA[salário mínimo]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=13271</guid>
		<description><![CDATA[O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) calcula que desde 2002 o salário mínimo teve crescimento nominal de 211%, saltando de R$ 200 para os R$ 622 a partir de hoje. Descontada a inflação do período, o ganho real foi 65,96%.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília – O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) calcula que desde 2002 o salário mínimo teve crescimento nominal de 211%, saltando de R$ 200 para os R$ 622 a partir de hoje. Descontada a inflação do período, o ganho real foi 65,96%.</p>
<p>O percentual de aumento real de 2012 (9,2%) é o segundo maior na última década, graças a Lei nº 12.382/2011 que prevê a restituição da perda da inflação no ano anterior mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) apurado no penúltimo ano pelo IBGE. Nota técnica do Dieese estima que o novo mínimo é “o maior valor real da série das médias anuais desde 1984”. O departamento também calcula que com o novo mínimo será possível comprar 2,25 cestas básicas, a maior proporção desde 1979.</p>
<p>Segundo o Dieese, 48 milhões de pessoas têm rendimento referenciado pelo salário mínimo. O maior grupo está entre os beneficiários da Previdência Social (19,7 milhões de segurados); seguidos de empregados (12,8 milhões de trabalhadores); trabalhadores por conta própria (8,7 milhões de pessoas) e mais de cinco milhões de empregados domésticos. O reajuste deverá irrigar a economia com R$ 47 bilhões mensais e gerar R$ 22,9 bilhões de incremento na arrecadação tributária.</p>
<p>Cada real acrescido no salário mínimo tem impacto de R$ 257 milhões ao ano sobre a folha de benefícios da Previdência Social. O peso na massa de benefícios é 46% das contas da Previdência. Cerca de 68% do total de seus beneficiários terão o reajuste.</p>
<p>A legislação do salário mínimo estabelece que além do valor mensal, o governo estabeleça valores correspondentes ao pagamento diário e por hora relativos ao mínimo. Assim, o trabalhador receberá R$ 20,73 por dia trabalhado ou R$ 2,83 por hora.</p>
<p>Da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-01-01/salario-minimo-de-r-622-acumula-ganho-real-de-66-desde-2002-calcula-dieese">Agência Brasil</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/salario-minimo-de-r-622-acumula-ganho-real-de-66-desde-2002-calcula-dieese/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>País termina ano com emprego em alta apesar da crise externa</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/pais-termina-ano-com-emprego-em-alta-apesar-da-crise-externa/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=pais-termina-ano-com-emprego-em-alta-apesar-da-crise-externa</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/pais-termina-ano-com-emprego-em-alta-apesar-da-crise-externa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[caged]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[dieese]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[europa]]></category>
		<category><![CDATA[frança]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[rais]]></category>
		<category><![CDATA[seade]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=13158</guid>
		<description><![CDATA[Recessão na Europa e nos Estados Unidos e importação da China reduziu melhora na criação de postos de trabalho. Em 2012, país adotará mais medidas a favor da indústria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo – O Brasil fecha 2011 com o patamar de desemprego mais baixo em pelo menos uma década. O cenário é literalmente o inverso do verificado, por exemplo, na França, onde a desocupação é a mais grave em 12 anos. Mas o ritmo de criação de empregos no país poderia ter sido maior ainda. Efeitos indiretos da crise econômica que atinge países desenvolvidos como os Estados Unidos e nações europeias prejudicaram a meta de abertura de postos de trabalho no ano. A indústria foi um dos setores mais prejudicados.</p>
<p>O diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lucio, afirma que a estimativa inicial do governo de 3 milhões de empregos criados no ano exagerava no otimismo. A expectativa foi revista no início do segundo semestre para 2,7 milhões. Em 2010, foram 2,86 milhões com carteira assinada, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p>A crise nos países ricos fez nações asiáticas como a China voltarem-se a mercados mais aquecidos, como o Brasil. &#8220;Temos dificuldades de concorrer com o produto (industrial) chinês&#8221;, avalia Ganz Lucio. Setores como o automotivo, especialmente de autopeças, e o de vestuário foram especialmente prejudicados na abertura de postos de trabalho por causa dessa investida.</p>
<p>De janeiro a novembro, foram criados 2,32 milhões de empregos (saldo positivo entre admissões e dispensas) segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) ante 2,54 milhões no mesmo período do ano passado. Na indústria de transformação, de janeiro a novembro, foram 357.715 novos empregos e, no mesmo período do ano passado, as novas vagas do setor somaram 638.006. Novembro de 2010 foi atípico, porque ocorreram menos dispensas do que comumente se verifica no período, quando começam desligamentos de trabalhadores temporários no setor.</p>
<p>&#8220;O que precisamos fazer é proteger nossa economia e investir em tecnologia para ganharmos produtividade para concorrer com esses produtos&#8221;, avalia o diretor do Dieese. No que diz respeito aos incentivos, o governo federal promoveu, em agosto deste ano, aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos com menos de 65% do valor de produção realizados no país. Outros setores receberam desonerações pontuais, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que o setor têxtil deve ter novas medidas de proteção em 2012.</p>
<p>Ganz Lucio avisa, porém, que as ações são importantes mas podem não bastar. &#8220;Essas medidas são necessárias, mas é preciso outras, para incentivar as empresas a produzir nacionalmente e é evidente que o impacto disso é a retomada dos empregos.&#8221;</p>
<p>A perspectiva é de que as economias europeias e norte-americana permaneçam em recesão nos próximos anos. Isso quer dizer que haverá menos mercados absorvendo produtos exportados por nações como o Brasil, ao mesmo tempo em que o consumo nacional, de famílias e do governo, continuará a atrair a atenção e os esforços da China e de outros polos industriais.</p>
<p>Isso reforça a importância de o Brasil zelar por seu mercado interno, garantindo bons patamares de emprego. &#8220;Preservar os empregos também deve ser um objetivo da nossa política&#8221;, avisa o economista.</p>
<p>Em 2011, o país teve bons resultados. A taxa de desocupação calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) atingiu em novembro o menor nível da série histórica, iniciada em março de 2002, e chegou a 5,2%. Segundo o pesquisa mensal em sete regiões metropolitanas da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), de São Paulo, e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o desemprego ficou em 9,7% em novembro. Foi a primeira vez em que a taxa ficou abaixo de dois dígitos desde janeiro de 1998, quando a pesquisa começou a ser feita.</p>
<p><a href="http://www.redebrasilatual.com.br/search?Subject%3Alist=ibge"></a></p>
<p>Da <a href="http://www.redebrasilatual.com.br/temas/economia/2011/12/pais-termina-ano-com-emprego-em-alta-apesar-da-crise-externa">Rede Brasil Atual</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/pais-termina-ano-com-emprego-em-alta-apesar-da-crise-externa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Portugueses &#8216;redescobrem&#8217; o Brasil atrás de oportunidades profissionais</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/portugueses-redescobrem-o-brasil-atras-de-oportunidades-profissionais/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=portugueses-redescobrem-o-brasil-atras-de-oportunidades-profissionais</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/portugueses-redescobrem-o-brasil-atras-de-oportunidades-profissionais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 16:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[estabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[europa]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>
		<category><![CDATA[portugueses]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=12766</guid>
		<description><![CDATA[Estudos em consultoria em golfe já haviam levado o português Miguel Palhota à Espanha e aos EUA, mas ele nunca imaginou que encontraria suas melhores oportunidades profissionais no país do futebol.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudos em consultoria em golfe já haviam levado o português Miguel Palhota à Espanha e aos EUA, mas ele nunca imaginou que encontraria suas melhores oportunidades profissionais no país do futebol.</p>
<p>No Brasil desde janeiro, Miguel e seu irmão, Paulo, que chegou há três meses, estão entre os portugueses que desembarcaram aqui atraídos por um mercado de trabalho aquecido, num momento de grave crise econômica em Portugal.</p>
<p>“Nunca pensei em vir trabalhar na América do Sul; sempre achei que meu caminho seria trabalhar em Portugal, em outro país europeu ou nos Estados Unidos&#8221;, diz Miguel, de 30 anos, à BBC Brasil.</p>
<p>&#8220;(Mas) grande parte dos investidores está olhando para o Brasil como destino de investimentos. Isso pode abrir oportunidades que no momento não temos em Portugal.&#8221;</p>
<p>Depois de se formar em educação física em sua terra natal e cursar consultoria em campos de golfe na Espanha e nos Estados Unidos, ele acabou se tornando gerente de um clube de golfe em São Paulo.</p>
<p>&#8220;Atualmente, o Brasil pode me oferecer o que Portugal não pode: estabilidade&#8221;, diz ele.</p>
<p>Seu irmão Paulo, geógrafo de 27 anos, está trabalhando em uma operadora de turismo.</p>
<p>&#8220;O Brasil nos dá uma oportunidade de evoluir e crescer, e ainda há a vantagem de, em breve, podermos presenciar a Copa do Mundo (de 2014) e as Olimpíadas (de 2016)&#8221;, diz. &#8220;A piadinha sobre portugueses é inevitável, mas a receptividade brasileira é maior do que isso.&#8221;</p>
<p><strong>Crise e adaptação</strong></p>
<p>Um dos países mais afetados pela atual crise europeia, Portugal precisou recorrer neste ano a um pacote de resgate financeiro externo para conseguir pagar suas dívidas e enfrenta riscos de recessão econômica em 2012.</p>
<p>Os altos índices de desemprego e as duras medidas de austeridade – exigidas pelos credores europeus em contrapartida ao pacote de resgate – têm aumentado os impostos, cortado benefícios e estimulado parte da população a buscar oportunidades fora do país.</p>
<p>O Brasil é um destino lógico por conta da expansão de sua economia e do mesmo idioma, o que facilita o processo de adaptação.</p>
<p>O português Salvador Simões Almeida, de 27 anos, morou pela primeira vez no Brasil em 2006, quando ainda era estudante. Hoje trabalha como corretor de um banco de investimentos em São Paulo.</p>
<p>&#8220;Em Portugal, as conversas, as histórias que me contam e as notícias giram em torno da crise, e por aqui o clima é totalmente oposto&#8221;, afirma.</p>
<p>Segundo Almeida, os salários que as empresas portuguesas se propõem a pagar não são bons para pessoas bem qualificadas, ao contrário do que está acontecendo no Brasil. &#8220;Todos os dias eu recebo currículos de amigos que querem vir para cá&#8221;, diz.</p>
<p>Além do idioma, &#8220;o bom clima do Brasil e atmosfera alegre atraem estrangeiros ao país&#8221;, afirma o headhunter Robert Wong. &#8220;O Brasil é um país em crescimento, mas há falta de especialistas, especialmente em áreas técnicas, informática e até marketing. Para pessoas com esse perfil, vir para cá é uma grande oportunidade.&#8221;</p>
<p>Para ele, há espaço para a vinda de estrangeiros sem que se crie um clima de &#8220;disputa por empregos&#8221; com a população local &#8211; &#8220;se o brasileiro souber entender que (o estrangeiro) vem para complementar, e não para agredir&#8221;, agrega.</p>
<p><strong>Caminho de volta</strong></p>
<p>Wong destaca que o bom momento político e econômico do Brasil também tem trazido brasileiros de volta ao país – alguns deles vindos justamente de Portugal.</p>
<p>A publicitária Larissa Kitahara, 28 anos, morou quatro anos em Portugal e voltou em dezembro de 2010.</p>
<p>&#8220;Percebi que lá dificilmente haveria uma projeção de crescimento salarial ou profissional, o que me desmotivava&#8221;, conta. &#8220;No Brasil, vejo como as pessoas estão numa fase mais empreendedora, porque têm ambição e pensam em tirar proveito dessa situação boa.&#8221;</p>
<p>Da <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/12/111215_imig_portug_texto_pc.shtml">BBC Brasil</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/portugueses-redescobrem-o-brasil-atras-de-oportunidades-profissionais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cortes do juro serão sentidos nos próximos meses, aponta BC</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/cortes-do-juro-serao-sentidos-nos-proximos-meses-aponta-bc/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=cortes-do-juro-serao-sentidos-nos-proximos-meses-aponta-bc</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/cortes-do-juro-serao-sentidos-nos-proximos-meses-aponta-bc/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 19:13:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Política Monetária]]></category>
		<category><![CDATA[copom]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=12207</guid>
		<description><![CDATA[As três reduções consecutivas da taxa básica de juros realizadas pelo Comitê de Política Monetária (Copom) desde agosto vão ter impacto nos próximos meses sobre a demanda doméstica, que ainda se mantém robusta, apesar do desaquecimento da economia do país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BRASÍLIA – As três reduções consecutivas da taxa básica de juros realizadas pelo Comitê de Política Monetária (Copom) desde agosto vão ter impacto nos próximos meses sobre a demanda doméstica, que ainda se mantém robusta, apesar do desaquecimento da economia do país.</p>
<p>O Copom afirma na <a href="http://www.valor.com.br/financas/1129284/copom-ve-aumento-dos-riscos-globais-e-reitera-ajuste-moderado-da-selic" target="_blank">ata da última reunião</a> que está em curso uma moderação da expansão da demanda, mas que ela ainda é favorecida pelo crescimento da renda e pela expansão do crédito tanto para pessoas físicas como para empresas.</p>
<p>“Esse ambiente tende a prevalecer nos próximos trimestres, quando a demanda doméstica será impactada pelos efeitos das ações de política monetária recentemente implementadas que, de resto, são defasados e cumulativos”, afirma o comitê.</p>
<p>Para o colegiado do Banco Central, ainda favorecem a demanda doméstica os níveis elevados da confiança dos consumidores, as transferências públicas e o vigor do mercado de trabalho, com taxas de desemprego historicamente baixas e crescimento dos salários, apesar de certa acomodação na margem.</p>
<p>Por outro lado, há uma contenção das despesas do setor público, que aliada à deterioração do cenário internacional e “desenvolvimentos no âmbito parafiscal” contribui para a taxa de inflação em torno da meta no próximo ano.</p>
<p>O Copom retirou desta ata comentário sobre a ação das medidas macroprudenciais, adotadas no fim do ano passado com vistas a moderar a expansão da economia brasileira. Em outubro, parte delas foi aliviada, principalmente em relação aos empréstimos e financiamentos de até 60 meses.</p>
<p>Do Valor Econômico (para assinantes)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/cortes-do-juro-serao-sentidos-nos-proximos-meses-aponta-bc/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Experiências de eliminação do trabalho de crianças e adolescentes são exemplo mundial, diz OIT</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/experiencias-de-eliminacao-do-trabalho-de-criancas-e-adolescentes-sao-exemplo-mundial-diz-oit/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=experiencias-de-eliminacao-do-trabalho-de-criancas-e-adolescentes-sao-exemplo-mundial-diz-oit</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/experiencias-de-eliminacao-do-trabalho-de-criancas-e-adolescentes-sao-exemplo-mundial-diz-oit/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 12:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[crianças e adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[oit]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho infantil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=11975</guid>
		<description><![CDATA[Os esforços do Brasil para eliminar o trabalho infantil – que se refere às crianças e aos adolescentes de 5 a 17 anos – em pelo menos 50% nos últimos 20 anos servem como exemplo mundial a ser seguido, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Renata Giraldi &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>
<p>Brasília – Os esforços do Brasil para eliminar o trabalho infantil – que se refere às crianças e aos adolescentes de 5 a 17 anos – em pelo menos 50% nos últimos 20 anos servem como exemplo mundial a ser seguido, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Porém, as autoridades sabem que o empenho deve ser mantido, pois ainda há cerca de 4,1 milhões de crianças e adolescentes trabalhando ilegalmente no país, principalmente no Norte e Nordeste.</p>
<p>Para verificar os projetos desenvolvidos em parceria pelos governos federal, estaduais e municipais e pela OIT e conversar com as autoridades brasileiras, a diretora-geral do Programa Internacional para a Eliminação do Trabalho Infantil da organização, Constance Thomas, chega amanhã (6) ao Brasil, onde fica até o dia 13.</p>
<p>A diretora visitará Salvador, Cuiabá e Brasília. NA capital federal, ela se reunirá com os ministros Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) e Tereza Campello (Desenvolvimento Social e Combate à Fome), além de integrantes do Ministério Público e do Ministério das Relações Exteriores.</p>
<p>O coordenador nacional do Projeto Internacional para a Eliminação do Trabalho Infantil da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Renato Mendes, disse à Agência Brasil que o fim da exploração de crianças e adolescentes está diretamente associado às políticas públicas na área social.</p>
<p>“A experiência desenvolvida no Brasil é modelo devido ao conjunto das ações. A eliminação do trabalho infantil depende de esforços para a execução de políticas sociais, como o Bolsa Família, o Mais Educação e outros”, disse Mendes. “Mas é necessário lembrar que o problema ainda existe e deve ser solucionado”, acrescentou ele.</p>
<p>Mendes disse ainda que a OIT está preocupada com a possibilidade de o trabalho infantojuvenil ser retomado em áreas que estava extinto em decorrência dos impactos da crise econômica internacional. “Nosso receio é que o trabalho infantil seja retomado em países que ele já não existia mais.”</p>
<p>Na semana passada, <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-12-01/seguindo-modelo-brasileiro-timor-leste-quer-eliminar-trabalho-infantojuvenil">autoridades do Timor Leste</a> estiveram no Brasil para observar os programas desenvolvidos em várias cidades. A ideia é que, no primeiro semestre de 2012, as medidas sejam implementadas no país.</p>
<p>No Brasil, o trabalho denominado perigoso é vetado para quem tem menos de 18 anos. Aos 14 e 15 anos, o adolescente brasileiro pode trabalhar como aprendiz. Aos 16 anos, o jovem pode ser contratado com carteira assinada e seguindo a legislação.</p>
<p>Da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-12-05/experiencias-de-eliminacao-do-trabalho-de-criancas-e-adolescentes-sao-exemplo-mundial-diz-oit">Agência Brasil</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/experiencias-de-eliminacao-do-trabalho-de-criancas-e-adolescentes-sao-exemplo-mundial-diz-oit/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Expansão da classe média gera aumento de exigências nos países emergentes, diz OCDE</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/expansao-da-classe-media-gera-aumento-de-exigencias-nos-paises-emergentes-diz-ocde/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=expansao-da-classe-media-gera-aumento-de-exigencias-nos-paises-emergentes-diz-ocde</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/expansao-da-classe-media-gera-aumento-de-exigencias-nos-paises-emergentes-diz-ocde/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 19:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[classe média]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento da economia]]></category>
		<category><![CDATA[geração de renda]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ocde]]></category>
		<category><![CDATA[países em desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=11134</guid>
		<description><![CDATA[Estudo divulgado hoje (21) pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostra que a expansão da classe média nas economias emergentes é acompanhada pelo aumento de reivindicações sociais, provocando tensões entre setores da sociedade e os governos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília – Estudo divulgado hoje (21) pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostra que a expansão da classe média nas economias emergentes é acompanhada pelo aumento de reivindicações sociais, provocando tensões entre setores da sociedade e os governos. O relatório intituladoPerspectivas do Desenvolvimento Mundial 2012: A Coesão Social em um Mundo em Mutação informa que as populações de economias com rápido crescimento estão se tornando mais exigentes e têm expectativas cada vez mais elevadas em relação ao seu nível de vida.</p>
<p>&#8220;A classe média dos países emergentes deseja que os frutos do crescimento econômico dos últimos anos sejam compartilhados&#8221;, diz o estudo da OCDE. Segundo o texto, do total de 2 bilhões de pessoas no mundo que vivem com US$ 10 a US$ 100 por dia &#8211; classificadas pela OCDE como pertencendo à classe média -, quase metade está nos países em desenvolvimento e emergentes.</p>
<p>Pelos dados do relatório, o número de pessoas incluídas na faixa da classe média deve triplicar nos próximos 20 anos nas nações em desenvolvimento e emergentes, atingindo 3 bilhões de pessoas em 2030. A organização alerta que os governos não devem subestimar a capacidade de mobilização da classe média dessas economias para exigir políticas mais transparentes e serviços públicos de melhor qualidade.</p>
<p>&#8220;À medida que a classe média dos países emergentes se compara cada vez mais à das economias avançadas, podemos esperar mudanças em seus hábitos de consumo e demandas por serviços de qualidade&#8221;, diz a organização, que cita a educação, a saúde e a maior proteção social. &#8220;Um Estado que não levar em conta as questões ligadas à coesão social corre o risco de enfrentar protestos sociais e aplicar políticas ineficazes.&#8221;</p>
<p>No documento, são citados os protestos ocorridos na Tailândia, em 2010, em defesa da adoção de mais ações democráticas, e as manifestações relativas à chamada Primavera Árabe. “[Esses atos] mostram que é preciso levar em conta as reivindicações dos cidadãos que pedem processos políticos inclusivos&#8221;, diz o relatório.</p>
<p>Nos anos 2000, 83 países em desenvolvimento atingiram taxas de crescimento per capita equivalentes ao dobro das registradas nas economias ricas da OCDE. Em pelo menos 50 países em desenvolvimento ou emergentes, as taxas médias de crescimento per capita foram superiores a 3,5% por ano nos anos 2000. &#8220;O crescimento desencadeia novas tensões: aumento das desigualdades de renda, transformações estruturais e expectativas crescentes dos cidadãos em relação ao seu nível de vida e acesso às oportunidades&#8221;, destaca o documento.</p>
<p>A OCDE ressalta também que a classe média nos países emergentes permanece vulnerável, apesar do aumento da renda. &#8220;Na América Latina, a média de estudo é 8,3 anos e poucos têm nível universitário. Também há mais trabalhadores sem carteira assinada do que no setor formal em todos os países da região, com exceção do Chile.&#8221;</p>
<p>O documento destaca ainda a necessidade de elaboração de políticas em várias áreas, como orçamentária, fiscal, de geração de empregos, proteção social e imigração, para permitir a coesão social nas economias emergentes.</p>
<p>Da<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-11-21/expansao-da-classe-media-gera-aumento-de-exigencias-nos-paises-emergentes-diz-ocde"> Agência Brasil</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/expansao-da-classe-media-gera-aumento-de-exigencias-nos-paises-emergentes-diz-ocde/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
<!-- WP Super Cache is installed but broken. The path to wp-cache-phase1.php in wp-content/advanced-cache.php must be fixed! -->
