<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Rui Falcão Deputado Estadual do PT &#187; renda</title>
	<atom:link href="http://ruifalcao.com.br/tag/renda/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://ruifalcao.com.br</link>
	<description>Deputado estadual de São Paulo pelo PT, vice-presidente nacional do Partido, Falcão se dedica às áreas de defesa do consumidor e de habitação e regularização fundiária, além da fiscalização dos atos do Governo.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 22:38:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Melhora a qualidade do crédito ao consumidor, mostra pesquisa da Serasa</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/melhora-a-qualidade-do-credito-ao-consumidor-mostra-pesquisa-da-serasa/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=melhora-a-qualidade-do-credito-ao-consumidor-mostra-pesquisa-da-serasa</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/melhora-a-qualidade-do-credito-ao-consumidor-mostra-pesquisa-da-serasa/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 09:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
		<category><![CDATA[serasa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=14555</guid>
		<description><![CDATA[O risco de os consumidores deixarem de pagar em dia as suas dívidas diminuiu no último trimestre do ano passado e a tendência é de uma contínua melhora no quadro de inadimplência do país, segundo aponta a empresa de consultoria Serasa Experian. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo &#8211; O risco de os consumidores deixarem de pagar em dia as suas dívidas diminuiu no último trimestre do ano passado e a tendência é de uma contínua melhora no quadro de inadimplência do país, segundo aponta a empresa de consultoria Serasa Experian. O Indicador Serasa Experian da Qualidade de Crédito do Consumidor atingiu 80,2 pontos, no período de outubro, novembro e dezembro, numa escala de zero a 100, ante 80,1 pontos medidos nos três meses anteriores.</p>
<p>De acordo com o levantamento, que faz projeções sobre as probabilidades de os tomadores de crédito honrarem os seus compromissos num espaço de 12 meses, os riscos de inadimplência tinham apresentado ligeira elevação a partir do segundo trimestre, situação que se manteve inalterada até setembro. Essa piora, no entanto, começou a ser reverter de outubro em diante, informou o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi.</p>
<p>Ele atribuiu a melhora à redução no ritmo inflacionário e na taxa de desemprego, menos endividamento dos consumidores e à gradual diminuição dos juros praticados no mercado como efeito da queda da taxa de juros básica, a Selic, que, na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), ocorrida na semana passada, baixou de 11% para 10,5% ao ano.</p>
<p>“Esse cenário favorável deve melhorar ainda mais neste ano de 2012 porque os juros e outros indicadores deverão continuar contribuindo para isso”, acentuou Rabi. Na análise dele, a economia brasileira vai se manter em crescimento e descolada das fragilidades nas economias de alguns países europeus e mesmo da lenta recuperação que se observa nos Estados Unidos.</p>
<p>A pesquisa da Serasa aponta que, no quarto trimestre do ano passado, os consumidores de renda mais baixa foram os que mais indicaram melhoria na qualidade de crédito. Entre os que ganham até R$ 500, a medição mostrou uma evolução de 75,8 para 75,9 pontos. Já entre os que têm renda na faixa de R$ 500 a R$ 1.000 mensais passaram de 79,2 para 79,3.</p>
<p>Nas camadas de renda intermediária de R$ 1.000 a R$ 2.000 ocorreu ligeira piora com 83,6 pontos ante 83,7. Entre os que ganham mais de R$ 2.000 até R$ 5.000, foi constatada estabilidade (de 84,8 para 84,8 pontos). No perfil de R$ 5.000 até R$ 10.000 passou de 92,2 para 92,0 e acima de R$ 10.000 (de 93,6 para 93,8 pontos).</p>
<p>Da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-01-27/melhora-qualidade-do-credito-ao-consumidor-mostra-pesquisa-da-serasa">Agência Brasil</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/melhora-a-qualidade-do-credito-ao-consumidor-mostra-pesquisa-da-serasa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crédito imobiliário da Caixa deve crescer 20% neste ano</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/credito-imobiliario-da-caixa-deve-crescer-20-neste-ano/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=credito-imobiliario-da-caixa-deve-crescer-20-neste-ano</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/credito-imobiliario-da-caixa-deve-crescer-20-neste-ano/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 15:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[cef]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Minha casa minha vida]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=14447</guid>
		<description><![CDATA[Nos primeiros 20 dias do ano, a Caixa aprovou R$ 4,38 bilhões em financiamentos imobiliários, alta de 75,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A expansão dá ideia do ritmo que o banco quer imprimir às suas operações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos primeiros 20 dias do ano, a Caixa aprovou R$ 4,38 bilhões em financiamentos imobiliários, alta de 75,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A expansão dá ideia do ritmo que o banco quer imprimir às suas operações.</p>
<p>O objetivo é ampliar a liberação de empréstimos imobiliários em 20% neste ano, com o volume total de novos contratos passando de R$ 80 bilhões para R$ 96 bilhões. &#8220;Acreditamos que é possível chegar aos R$ 100 bilhões, já que no segundo semestre o ritmo das operações costuma ser mais forte&#8221;, disse o vice-presidente de governo, José Urbano Duarte. Dos R$ 96 bilhões, R$ 41,3 bilhões são para o programa Minha Casa, Minha Vida, subsidiado pelo governo, destinado a famílias com renda de até R$ 5 mil.</p>
<p>Do valor Econômico (para assinantes)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/credito-imobiliario-da-caixa-deve-crescer-20-neste-ano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Novo mínimo beneficia mais a classe C</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/novo-minimo-beneficia-mais-a-classe-c/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=novo-minimo-beneficia-mais-a-classe-c</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/novo-minimo-beneficia-mais-a-classe-c/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 10:46:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[classes]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[governo dilma]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
		<category><![CDATA[salário mínimo]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=13878</guid>
		<description><![CDATA[Estimativa feita por consultoria indica que famílias deste estrato de renda receberão R$ 48 bi graças a reajuste. Estudo afirma que as classes D e E devem absorver R$ 12,47 bi com o aumento do piso salarial do país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estimativa feita por consultoria indica que famílias deste estrato de renda receberão R$ 48 bi graças a reajuste. Estudo afirma que as classes D e E devem absorver R$ 12,47 bi com o aumento do piso salarial do país.</p>
<p>Cálculos da consultoria Datapopular indicam que os consumidores da classe C serão os principais beneficiários do aumento do salário mínimo, já em vigor.</p>
<p>Neste mês, o piso nacional foi reajustado em 14,13%, para R$ 622. Segundos a consultoria, isso representará um incremento de R$ 63,98 bilhões na economia.</p>
<p>A maior parte desse valor, R$ 48,3 bilhões, vai ser incorporada ao orçamento das famílias da classe C.</p>
<p>Segundo o coordenador do Datapopular, Renato Meirelles, isso deverá ocorrer porque muitos trabalhadores que têm emprego com carteira assinada e ganham um salário mínimo integram a chamada classe C.</p>
<p>Nas contas do Datapopular, famílias cuja renda doméstica somada é, em média, R$ 2.341 estão na classe C.</p>
<p>Esses recursos adicionais serão despejados no consumo, prevê Meirelles.</p>
<p>“Essas famílias usaram o 13º para pagar dívidas e, agora, esse dinheiro novo dará fôlego aos consumidores.”</p>
<p>É o caso do auxiliar de escritório Fernando dos Santos, 19. No primeiro emprego com carteira assinada, Fernando quer usar o dinheiro extra para pagar dívidas de Natal e, depois, se tudo correr bem, financiar uma moto.</p>
<p>“Moro no Jardim Elisa Maria [na Brasilândia, na zona norte da cidade de São Paulo], levo mais ou menos uma hora para ir ao trabalho e uma hora para voltar. Quem sabe não uso a moto para ir para o trabalho?”, planeja.</p>
<p>Com o salário, ele ajuda a mãe com os gastos em casa e quer terminar o ensino médio – ele está no segundo ano- para tentar uma vaga na universidade: quer ser analista de sistemas. “E ganhar melhor”, planeja.</p>
<p>Os serviços, diz Meirelles, também estão na mira do consumo dessas famílias.</p>
<p>“Em 2001, de cada R$ 100 gastos por essas famílias, R$ 49 eram usados em serviços. No ano passado, foram R$ 65 em cada R$ 100″, diz.</p>
<p>Ainda segundo os cálculos da Datapopular, os consumidores de classes mais altas vão absorver R$ 3,19 bilhões, por conta do primeiro emprego e estágios dos jovens desse estrato econômico.</p>
<p>Já os de classes de renda mais baixas, das faixas D e E, absorverão R$ 12,47 bilhões.</p>
<p>Menos do que a classe C, diz Meirelles, devido à menor formalização no trabalho.</p>
<p>O economista José Márcio Camargo, da Opus Investimentos, é crítico desse incremento econômico.</p>
<p>“Esse dinheiro tem que sair de algum lugar. As empresas vão ter que deixar de comprar, de investir, para arcar com esses custos adicionais.”</p>
<p>O resultado, diz, é que a renda total -e o consumo-não deverá aumentar tanto quanto se prevê com o aumento do salário.</p>
<p>“Com um lucro menor, as empresas poderão gerar menos empregos”, afirma.</p>
<p>Do <a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2012/01/novo-minimo-beneficia-mais-a-classe-c/">Blog do Favre</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/novo-minimo-beneficia-mais-a-classe-c/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gerar emprego e aumentar renda estão entre prioridades para 2012, destaca Dilma</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/gerar-emprego-e-aumentar-renda-estao-entre-prioridades-para-2012-destaca-dilma/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=gerar-emprego-e-aumentar-renda-estao-entre-prioridades-para-2012-destaca-dilma</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/gerar-emprego-e-aumentar-renda-estao-entre-prioridades-para-2012-destaca-dilma/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 11:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dilma rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=13562</guid>
		<description><![CDATA[Brasília &#8211; A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (9) que, em 2012, o governo pretende gerar mais renda, mais emprego e mais crescimento para o país. Segundo ela, o ano já começou com o que chamou de “boa notícia” – o aumento do salário mínimo de R$ 545 para R$ 622. “O aumento do mínimo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília &#8211; A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (9) que, em 2012, o governo pretende gerar mais renda, mais emprego e mais crescimento para o país. Segundo ela, o ano já começou com o que chamou de “boa notícia” – o aumento do salário mínimo de R$ 545 para R$ 622.</p>
<p>“O aumento do mínimo é importante porque as famílias vão poder consumir mais e viver melhor. Com isso, vão criar mais demanda para nossa indústria, nosso comércio e o setor de serviços, mantendo o dinamismo e a roda da nossa economia girando para que o Brasil continue a crescer”, destacou.</p>
<p>No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma lembrou que quase 40 milhões de brasileiros serão diretamente beneficiados pelo reajuste do salário mínimo. Desses, 20 milhões recebem a quantia exata estipulada pelo governo. Há também cerca de 20 milhões de aposentados e pensionistas que recebem o mesmo valor.</p>
<p>“Ou seja, dois em cada três aposentados receberão o reajuste. Para você ter uma ideia, esse aumento vai fazer circular cerca de R$ 47 bilhões na economia por causa do salário mínimo”, ressaltou.</p>
<p>A presidenta destacou ainda o reajuste de 4,5% na tabela do Imposto de Renda, que vai proporcionar um desconto maior no contracheque já a partir deste mês. Segundo ela, são 25 milhões de contribuintes pagando menos imposto, além de 800 mil isentos.</p>
<p>Dilma lembrou que as novas regras do Supersimples também entram em vigor em janeiro – para se enquadrar como microempresa, o limite de faturamento anual passou de R$ 240 mil para R$ 360 mil e, no caso de pequenas empresas, de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões.</p>
<p>“No final do ano passado, também reduzimos o imposto sobre produtos da linha branca, que são geladeiras, fogões, máquinas de lavar, entre outros. Essa redução continua valendo até março”, disse. “Nos orgulha muito sermos a sexta maior economia do mundo, mas nosso objetivo é garantir aos brasileiros mais renda e mais emprego.”</p>
<p>Da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-01-09/gerar-emprego-e-aumentar-renda-estao-entre-prioridades-para-2012-destaca-dilma">Agência Brasil</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/gerar-emprego-e-aumentar-renda-estao-entre-prioridades-para-2012-destaca-dilma/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Próximo ano promete ser bom para emprego e renda</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/proximo-ano-promete-ser-bom-para-emprego-e-renda/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=proximo-ano-promete-ser-bom-para-emprego-e-renda</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/proximo-ano-promete-ser-bom-para-emprego-e-renda/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 09:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Confederação Nacional da Indústria (CNI)]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento econômico]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=12831</guid>
		<description><![CDATA[A expansão dos rendimentos reais dos trabalhadores deve ser mantida em 2012, segundo análise divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Esse fôlego permitirá manter o consumo doméstico como principal motor da economia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A expansão dos rendimentos reais dos trabalhadores deve ser mantida em 2012, segundo análise divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Esse fôlego permitirá manter o consumo doméstico como principal motor da economia. O setor de serviços promete puxar a alta da ocupação. &#8220;Podemos viver um ano bem melhor, do ponto de vista salarial, se a inflação cair e o poder de compra da população ficar mais forte&#8221;, analisa Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). &#8220;Mas se a taxa de crescimento diminuir, é possível haver menor oferta de postos de trabalho.&#8221;</p>
<p>Em 2011, as negociações salariais no primeiro semestre foram positivas segundo o Dieese. Dos 353 acordos fechados, 84% ofereceram ganhos salariais acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). &#8220;Esses acordos passaram também a ter maior duração, principalmente em áreas sociais, como a saúde do trabalhador&#8221;, diz Lúcio.</p>
<p>Segundo a CNI, a renda real do trabalhador metropolitano manteve uma curva de crescimento durante o ano que, junto ao aumento do emprego formal, fomentou o consumo. O emprego metropolitano cresceu 2,2% na média de janeiro a outubro de 2011, ante o mesmo período de 2010, mas a criação de postos de trabalho nas seis maiores regiões metropolitanas perdeu força ao longo do ano.</p>
<p>Em outubro, conforme a CNI, com base em dados do IBGE, o emprego cresceu apenas 1,5% quando comparado ao mesmo mês do ano anterior. Na indústria, a comparação da média dos dez primeiros meses de 2011 com igual período de 2010 registra expansão das ocupações na maioria dos segmentos. Nichos como veículos automotores; máquinas, aparelhos e materiais elétricos; além de equipamentos de transporte, se destacaram pelo forte aumento do emprego, com taxas de, respectivamente, 7,3%, 5,6% e 5,3%. O setor de madeira foi o patinho feio da temporada e amargou queda de 5,3%.</p>
<p>No setor bancário, de janeiro a setembro de 2011, foram gerados 18,1 mil novos postos de trabalho ou 1,01% do 1,8 milhão de vagas criadas em todos os setores da economia. &#8220;O piso salarial para bancários na função de caixa passou para R$ 1,9 mil, em jornadas de seis horas&#8221;, conta Magnus Apostólico, diretor de relações do trabalho da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Para os escriturários, o piso saiu de R$ 1.250 para R$ 1,4 mil.</p>
<p>Para o governo, uma das vitórias na área de emprego foi o aumento da formalidade nas grandes cidades, em todos os setores. Em outubro, esse indicador atingiu o maior patamar (61,2%), desde 2002. De acordo com a CNI, o emprego aumenta em velocidade maior do que a população economicamente ativa (PEA): essa cresceu 1,2% em outubro ante igual mês do ano anterior e a ocupação, 1,5%.</p>
<p>De acordo com a CNI, o rendimento médio real nas seis maiores regiões metropolitanas manteve-se em expansão nos dez primeiros meses de 2011: na média, o rendimento cresceu 2,9%, ante o mesmo período de 2010. &#8220;O rendimento real pode ser incrementado em função do aumento de 14,6% do salário mínimo, em janeiro&#8221;, lembra Lúcio. &#8220;Será um instrumento de poder vigoroso, principalmente para a base da pirâmide.&#8221;</p>
<p>Do Valor Econômico (para assinantes)</p>
<p><img alt="arte21rel 201 emprego f9 Próximo ano promete ser bom para emprego e renda" src="http://www.valor.com.br/sites/default/files/images/arte21rel-201-emprego-f9.jpg" title="gráfico" class="aligncenter" width="640" height="386" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/proximo-ano-promete-ser-bom-para-emprego-e-renda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mães em período de amamentação inscritas no Bolsa Família vão receber benefício extra</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/maes-em-periodo-de-amamentacao-inscritas-no-bolsa-familia-vao-receber-beneficio-extra/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=maes-em-periodo-de-amamentacao-inscritas-no-bolsa-familia-vao-receber-beneficio-extra</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/maes-em-periodo-de-amamentacao-inscritas-no-bolsa-familia-vao-receber-beneficio-extra/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 17:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa família]]></category>
		<category><![CDATA[cadastro]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[mães nutrizes]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=11006</guid>
		<description><![CDATA[A partir de hoje (17), as mães inscritas no Programa Bolsa Família que tiverem filhos de até 6 meses passarão a receber mais R$ 32 do Benefício Variável Nutriz (BVN). A criança deverá estar identificada no cadastro único do programa. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília – A partir de hoje (17), as mães inscritas no Programa Bolsa Família que tiverem filhos de até 6 meses passarão a receber mais R$ 32 do Benefício Variável Nutriz (BVN). A criança deverá estar identificada no cadastro único do programa. O mesmo valor será pago mensalmente, a partir de dezembro, às mulheres, durante todo o período de gestação. A medida deve alcançar 69.059 mulheres inscritas no Bolsa Família.</p>
<p>Para receber o benefício, as gestantes deverão fazer as consultas médicas e o exame do período pré-natal. E as mães dos bebês terão de manter em dia o cartão de vacinação dos filhos e fazer o acompanhamento nutricional das crianças (medição do peso e altura).</p>
<p>O diretor do Departamento de Condicionalidades do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Daniel Ximenes, assinala que o BVN “está previsto na legislação original do Bolsa Família”.</p>
<p>Além do benefício para gestantes e nutrizes, o Programa Bolsa Família paga R$ 32 por criança de até 15 anos (limitado a cinco benefícios por família). As famílias com jovens de 16 e 17 anos têm direito até dois benefícios de R$ 38.</p>
<p>Mais de 13 milhões de famílias (com renda per capita inferior a R$ 140), em todo o país, recebem o Bolsa Família. O valor do benefício varia de R$ 32 a R$ 306, conforme o número de filhos e a faixa etária.</p>
<p>Da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-11-17/maes-em-periodo-de-amamentacao-inscritas-no-bolsa-familia-vao-receber-beneficio-extra">Agência Brasil</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/maes-em-periodo-de-amamentacao-inscritas-no-bolsa-familia-vao-receber-beneficio-extra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Metalúrgicos injetam R$ 2,7 bi na economia paulista</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/metalurgicos-injetam-r-27-bi-na-economia-paulista/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=metalurgicos-injetam-r-27-bi-na-economia-paulista</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/metalurgicos-injetam-r-27-bi-na-economia-paulista/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 10:54:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[13%]]></category>
		<category><![CDATA[aumento]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de salário]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[metalúrgicos]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
		<category><![CDATA[salário]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=10842</guid>
		<description><![CDATA[O reajuste salarial e os abonos pagos aos 460 mil metalúrgicos representados pelos maiores sindicatos da categoria no Estado de São Paulo indicam que pelo menos R$ 1,6 bilhão deve ser injetado nas economias regionais nos próximos 12 meses.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O reajuste salarial e os abonos pagos aos 460 mil metalúrgicos representados pelos maiores sindicatos da categoria no Estado de São Paulo indicam que pelo menos R$ 1,6 bilhão deve ser injetado nas economias regionais nos próximos 12 meses, segundo levantamento realizado pelo Valor. Pode-se somar a essa cifra R$ 1,1 bilhão em 13º salário pago para a categoria.</p>
<p>Segundo dados feitos pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconomicos (Dieese), do total de R$ 7,2 bilhões pagos pela indústria do Estado em 13º, 15,3% irão para os metalúrgicos. A soma dos valores de reajuste, abono salarial e 13º equivale a um aporte mensal na economia de R$ 225 milhões em 12 meses, e a origem desse montante é o pagamento aos trabalhadores metalúrgicos.</p>
<p>Puxados pela negociação do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, os representantes da categoria em Taubaté, Pindamonhangaba, Sorocaba e São Paulo conquistaram reajustes salariais de 10%, o que representa, dependendo da data-base negociada em cada sindicato, até 2,5% de aumento real. &#8220;O que os metalúrgicos negociam não passa em branco. Eles sempre serão vistos como referência para outras categorias, já que têm maior poder de negociação e estão inseridos em setores mais dinâmicos da economia&#8221;, diz José Silvestre, coordenador de relações intersindicais do Dieese. &#8220;A alta da inflação dificulta a negociação sobre o tamanho do reajuste e, por consequência, do aumento real. Mas isso não diminuiu o poder de barganha dos metalúrgicos. E o aumento de remuneração pode vir via abono.&#8221;</p>
<p>O aumento salarial para os trabalhadores representados pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi das Cruzes e Região (o maior do Estado), que representa 270 mil pessoas, colocará na economia mais R$ 760 milhões nos próximos 12 meses. A data-base da categoria é novembro e a sua massa salarial está próxima de R$ 8,5 bilhões. Para Miguel Torres, presidente do sindicato, combater o argumento de que aumento real gera inflação foi um dos maiores desafios na mesa de negociação.</p>
<p>Os metalúrgicos em São Paulo entraram em estado de greve quando a proposta dos representantes patronais contemplava teto de 8,5% no reajuste salarial. &#8220;O patronato disse que a crise internacional ia chegar no Brasil, que o crescimento do Produto Interno Bruto em 2011 já seria bem menor do que no ano passado e que eles não teriam condições de sustentar um aumento de 10%. A inflação foi outro argumento usado para puxar para baixo as propostas&#8221;, afirma Torres. &#8220;Ao negociar, usamos como referência a conquista no ABC, apesar de o nosso aumento real ser maior, já que a inflação em novembro será menor do que em setembro, quando eles fecharam o acordo, e o reajuste conquistado por ambos foi de 10%.&#8221;</p>
<p>Somente no ABC, os 108 mil trabalhadores representados pelo sindicato da região receberão R$ 552 milhões entre reajuste e abono nos próximos 13 meses. Com a data-base em setembro, o aumento real conquistado na campanha salarial deste ano foi de 2,44%. Os números do 13º salário para os metalúrgicos do ABC para 2011 ficaram em R$ 419 milhões que chegarão à economia da região até dezembro.</p>
<p>Enquanto no ABC a massa salarial da categoria chegará a R$ 5 bilhões entre outubro deste ano e setembro de 2012, em Sorocaba e região esse montante deve ser de R$ 1,6 bilhão. De acordo com o sindicato dos metalúrgicos de Sorocaba, cerca de R$ 127 milhões, referentes ao reajuste e ao abono salarial, serão incorporados à economia regional, junto com outros R$ 15 milhões, referentes ao 13º salário.</p>
<p>Os 5 mil metalúrgicos de São Carlos e região, onde está a Electrolux, serão responsáveis por R$ 3,5 milhões a mais na economia local, resultado da negociação salarial da categoria.</p>
<p>Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, que representa cerca de 20 mil trabalhadores, entre eles os metalúrgicos da fábrica da Volkswagen, R$ 145 milhões devem circular a mais na economia local devido ao reajuste e abono salarial adquiridos pelos metalúrgicos. Outros R$ 80,4 milhões serão injetados na economia regional até dezembro deste ano, referentes ao pagamento do 13º salário dos funcionários.</p>
<p>Em Pindamonhangaba, o único número contabilizado pelo sindicato até a segunda semana de novembro é que pelo menos R$ 6,3 milhões serão injetados na economia por meio do abono salarial pago aos cerca de 8 mil metalúrgicos que trabalham na região. Já em Salto, o 13º salário a ser pago para os 4,4 mil metalúrgicos do município colocará R$ 9,2 milhões na economia.</p>
<p>Do Valor Econômico (para assinantes)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/metalurgicos-injetam-r-27-bi-na-economia-paulista/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comércio abre 250 mil vagas até o Natal</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/comercio-abre-250-mil-vagas-ate-o-natal/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=comercio-abre-250-mil-vagas-ate-o-natal</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/comercio-abre-250-mil-vagas-ate-o-natal/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 17:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[contratações]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
		<category><![CDATA[vendas natal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=9549</guid>
		<description><![CDATA[Previsão é de que quase 50% dos contratados sejam efetivados pelos lojistas, que encontram dificuldade para preencher postos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comércio brasileiro está contratando um número recorde de trabalhadores para dar conta do crescimento nas vendas neste final de ano. De acordo com uma estimativa da Confederação Nacional do Comércio (CNC), entre setembro e dezembro serão criadas cerca de 250 mil novas vagas no setor no Brasil, em especial no segmento de vestuário e calçados. Pela previsão do CNC, quase 50% de todos os trabalhadores que forem contratados para esses postos serão efetivados pelos comerciantes, que vêm enfrentando dificuldades cada vez maiores para preencher seus quadros de funcionários.</p>
<p>“Nós estamos no limite, com a taxa de desemprego tão baixa e com o crescimento de 6% nas vendas que estamos tendo esse ano, o comércio sofre para preencher todas as vagas”, diz Mariana Halson, economista da CNC. De acordo com os dados da Confederação Nacional do Comércio, depois das lojas de roupas e as sapatarias, quem mais vai abrir vagas nesse final de ano serão os supermercados e o hipermercados. Segundo o estudo, cerca de 19% das ofertas de emprego no comércio nesse final de ano serão feitas por empresas desse segmento.</p>
<p>Só o Grupo Pão de Açúcar anunciou que pretende contratar cerca de 10 mil pessoas para trabalhar de forma temporária nos últimos meses desse ano. “Esse é um aumento de mais de 60% em relação aos seis mil temporários que contratamos no ano passado. Estamos nos preparando para um belo Natal”, disse Hugo Bethlem, vice-presidente de relações corporativas do Grupo Pão de Açúcar, que controla também o Extra, as Casas Bahia e o Ponto Frio.</p>
<p>Mesmo com o aumento dos postos de trabalho no setor de supermercados, o grande empregador desse final de ano serão, uma vez mais, os shopping centers brasileiros. De acordo com estimativas da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), cerca de 140 mil vagas serão criadas no setor apenas nos últimos meses do ano, um aumento de 7% em relação ao número de temporários contratados em 2010, um ano de forte crescimento, em que o número de vagas se expandiu 13% em relação a 2009. &#8220;Acreditamos que nesse ano, por conta da conjuntura econômica, até 30 dessas vagas temporárias vão se transformar em vagas efetivas&#8221;, diz Luís Augusto Ildefonso, diretor de relações institucionais da Alshop.</p>
<p>Essa mesma conjuntura que vem fazendo o comércio quebrar recordes sobre recordes está criando um cenário novo para o setor: a escassez crescente de mão de obra barata. Com a taxa de desemprego atingindo patamares históricos, preencher vagas de baixa remuneração e sem garantia de contratação permamente está cada vez mais difícil para os lojistas. &#8220;Estamos cada vez mais nos aproximando do pleno emprego e isso muda o jogo de força nas relações de trabalho. Não acredito que haverá falta de mão de obra, mas com certeza haverá um readequamento salarial, principalmente para vagas que exigem mais qualificação&#8221;, diz Altamiro Carvalho, economista da Federação do Comércio de São Paulo.</p>
<p>Essa readequação já está ocorrendo. O crescimento real da renda no comércio vem sendo maior do que a média nacional há vários meses. De acordo com Carvalho, em São Paulo o valor nominal dos salários cresceu 10% em relação ao ano passado. Hoje um trabalhador do comércio ganha em média R$ 838,60 ao ser contratado.</p>
<p>Do <a href="http://economia.ig.com.br/comercio-abre-250-mil-vagas-ate-o-natal/n1597273532827.html">IG Economia</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/comercio-abre-250-mil-vagas-ate-o-natal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Emprego se mantém e renda cresce</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/emprego-se-mantem-e-renda-cresce/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=emprego-se-mantem-e-renda-cresce</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/emprego-se-mantem-e-renda-cresce/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 16:41:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[baixa]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[passos]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=8430</guid>
		<description><![CDATA[Renda média do trabalhador em agosto atingiu nível recorde, R$ 1.629, alta de 0,5% ante julho; taxa de desemprego permanece em 6%.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O País repetiu em agosto exatamente a mesma taxa de desemprego registrada no mês anterior, 6%, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, a renda média do trabalhador atingiu nível recorde, R$ 1.629,40, um aumento de 0,5% na comparação com o mês anterior. A massa de salários somou R$ 37,2 bilhões. O resultado contribuiu para aumentar a preocupação com a inflação, já pressionada pela rápida valorização do dólar nos últimos dias.</p>
<p>Embora venha caindo a passos menores que o esperado, o emprego ainda forte e o aumento do poder de compra dos trabalhadores preocupam analistas. A taxa de desemprego no País alcançou uma média de 6,3% de janeiro a agosto, bem abaixo da taxa de 7,2% registrada no mesmo período de 2010. &#8220;Os dados do mercado de trabalho, com a massa de salários em expansão, acabam colocando lenha na fogueira das pressões inflacionárias. E o repique de câmbio traz uma preocupação adicional&#8221;, disse o economista-chefe da Votorantim Wealth Management &amp; Services, Fernando Fix.</p>
<p>Na avaliação de Flávio Combat, economista-chefe da Concórdia Corretora, o mercado de trabalho deu mais um sinal de força. A taxa de desemprego de agosto foi a menor para o mês desde o início da pesquisa, em 2002. &#8220;A baixa ociosidade de mão de obra, os ganhos salariais acima da inflação, as negociações de diversas categorias no segundo semestre de 2011 e o reajuste do salário mínimo em 2012 são elementos de forte pressão sobre a demanda doméstica e, consequentemente, sobre a trajetória dos preços.&#8221;</p>
<p>As atividades de construção, comércio e serviços prestados a empresas foram as que mais absorveram trabalhadores. Na comparação com agosto do ano passado, o emprego na construção cresceu 7,2%; o comércio, 3,2%, e no setor de serviços prestados a empresas, a alta foi de 5%. &#8220;A força da indústria de construção está relacionada ao aumento do poder de compra da população&#8221;, disse Cimar Azeredo, gerente da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE.</p>
<p>Negativo. O destaque negativo foi do setor de serviços domésticos, com retração de 0,8%. A atividade teve saldo negativo de 12 mil postos de trabalho. &#8220;Está cada vez mais difícil encontrar esse serviço, em função da melhora do mercado de trabalho e da educação&#8221;, explicou Azeredo.</p>
<p>O comportamento do mercado de trabalho em agosto fez a Tendências Consultoria Integrada rever sua previsão para a taxa de desemprego média em 2011, de 6,4% para 6,0%.</p>
<p>O analista da consultoria Rafael Bacciotti vê uma moderação na renda média dos trabalhadores. &#8220;De qualquer forma, as notícias recentes mostram que as negociações coletivas têm sido bem sucedidas neste segundo semestre, de modo a garantir o poder de compra da renda&#8221;, assinalou Baciotti. O aumento da renda nos últimos meses pode ser atribuído, em grande parte, à formalização no mercado de trabalho. O número de empregados com carteira assinada no setor privado subiu 0,7% em agosto ante julho, com 82 mil novas vagas. Na comparação com agosto de 2010, o aumento foi de 7,5%, mais 764 mil vagas com carteira.</p>
<p>&#8220;A formalidade pode ser uma das razões desse aumento no rendimento. Há mais pessoas com carteira assinada, portanto, ganhando melhor. A economia forte formaliza, e a economia formalizada possibilita um rendimento maior&#8221;, disse Azeredo.</p>
<p>A população desocupada ficou em 1,4 milhão de pessoas em agosto, enquanto os ocupados somaram 22,6 milhões, sendo 11 milhões de trabalhadores com carteira de trabalho assinada.</p>
<p>Do <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,emprego-se-mantem-e-renda-cresce-,776328,0.htm">estadão.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/emprego-se-mantem-e-renda-cresce/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Proposta estipula quem será beneficiário do trabalho da Defensoria Pública</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/proposta-estipula-quem-sera-beneficiario-do-trabalho-da-defensoria-publica/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=proposta-estipula-quem-sera-beneficiario-do-trabalho-da-defensoria-publica</link>
		<comments>http://ruifalcao.com.br/proposta-estipula-quem-sera-beneficiario-do-trabalho-da-defensoria-publica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 18:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[defensoria pública]]></category>
		<category><![CDATA[estabelece]]></category>
		<category><![CDATA[público]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
		<category><![CDATA[valor máximo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ruifalcao.com.br/?p=5975</guid>
		<description><![CDATA[Se aprovado, projeto limitará atendimento a famílias com renda de até R$ 2.325,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><a href="http://ruifalcao.com.br/wp-content/uploads/2011/07/RuiFalcao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5978" title="RuiFalcao" src="http://ruifalcao.com.br/wp-content/uploads/2011/07/RuiFalcao.jpg" alt="RuiFalcao Proposta estipula quem será beneficiário do trabalho da Defensoria Pública" width="320" height="220" /></a></center></p>
<p>Tramita na Assembleia o Projeto de Lei 217/2009, do deputado Rui Falcão (PT), que define os beneficiários da assistência judiciária gratuita, para efeitos do disposto no artigo 2º da Lei Complementar 988, de 2006, que organiza a Defensoria Pública do Estado e institui o regime jurídico da carreira de defensor público.</p>
<p>A iniciativa estabelece que a pessoa para receber assistência jurídica gratuita através da Defensoria Pública tenha renda familiar de até R$ 2.325; não seja proprietária, titular de direito de aquisição, herdeira, legatária ou usufrutuária de bens móveis, imóveis, ou direitos, cujos valores ultrapassem quantia equivalente a 50 vezes o valor do teto da renda familiar; e não possua recursos financeiros em aplicações ou investimentos em valor superior a 12 vezes o mesmo valor de referência. A medida prevê também reajuste anual desse valor de acordo com a variação do salário mínimo nacional.</p>
<p>Na justificativa do projeto, o deputado Rui Falcão alega que o atendimento do órgão foi até o momento regulado pela Resolução 89/2008, do Conselho Superior da Defensoria Pública, que estabeleceu renda familiar de até R$ 1.350 para os que podem requerer a assistência jurídica gratuita, mas que, de acordo com a legislação que criou a Defensoria, a definição de quem são as pessoas precisa ser estabelecida em lei.</p>
<p>Em relação à correção do valor máximo de renda, afirma o deputado: &#8220;Com a ampliação do atendimento pretendida pelo projeto, mais 3 milhões de pessoas que tem rendimento de 3 a 5 salários mínimos poderão vir a ser beneficiadas quando, em algum momento de suas vidas necessitarem ingressar com ação para garantia de seus direitos&#8221;. E cita como exemplo de custos advocatícios a separação judicial ou investigação de paternidade, que custam em média R$ 2.561,38, conforme Tabela de Honorários da OAB, enfatizando: &#8220;É elementar concluir que uma pessoa que tem renda familiar de R$ 1.350 não pode arcar com essa despesa. Esse critério é impeditivo do acesso à Justiça, eis que o cidadão deixa de procurar o serviço gratuito sem nenhuma possibilidade de buscar a efetivação dos direitos&#8221;.</p>
<p>Do site da <a href="http://www.al.sp.gov.br/portal/site/Internet/menuitem.4b8fb127603fa4af58783210850041ca/?vgnextoid=f6b3657e439f7110VgnVCM100000590014acRCRD&amp;id=e3228a9b4e001310VgnVCM100000600014ac____">Assembleia Legislativa de São Paulo</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruifalcao.com.br/proposta-estipula-quem-sera-beneficiario-do-trabalho-da-defensoria-publica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
<!-- WP Super Cache is installed but broken. The path to wp-cache-phase1.php in wp-content/advanced-cache.php must be fixed! -->
