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	<title>Rui Falcão Deputado Estadual do PT &#187; pesquisa</title>
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	<description>Deputado estadual de São Paulo pelo PT, vice-presidente nacional do Partido, Falcão se dedica às áreas de defesa do consumidor e de habitação e regularização fundiária, além da fiscalização dos atos do Governo.</description>
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		<title>Periferia de São Paulo: moradores não confiam na polícia, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 20:59:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[armas de fogo]]></category>
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		<category><![CDATA[Subprefeitura de M´Boi Mirim]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma consulta participativa de opinião do Instituto Sou da Paz mostrou que apenas 5% dos moradores dos distritos de Jardim São Luis e Jardim Ângela, zona sul de São Paulo, confiam na polícia e se sentem seguros com a presença dos oficiais. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Gabriel Bonis</strong></p>
<p>Uma consulta participativa de opinião do Instituto Sou da Paz mostrou que apenas 5% dos moradores dos distritos de Jardim São Luis e Jardim Ângela, zona sul de São Paulo, confiam na polícia e se sentem seguros com a presença dos oficiais. A pesquisa, realizada entre março e junho de 2011, entrevistou 300 pessoas para identificar a percepção e conhecimento da população local sobre armas de fogo.</p>
<p>Os locais, pertencentes à Subprefeitura de M´Boi Mirim, foram escolhidos por terem apresentado melhoria nas taxas de homicídios na última década, apesar de ainda estarem acima da média da cidade, de 11,49 assassinatos por 100 mil habitantes, segundo dados de 2010 da ONG Rede Nossa São Paulo.</p>
<p>O Jardim Ângela registrou no mesmo período acima, 18,62 homicídios para cada 100 mil habitantes e o Jardim São Luis, 11,95.</p>
<p>O levantamento ocorreu apenas nos bairros de Jardim São Luís e Valo Velho e foi conduzido por um grupo de adolescentes qualificado pelo instituto para realizar a pesquisa, que em grande parte abordou justamente pessoas entre 13 e 18 anos (46% da amostra), um dos públicos mais afetados pela violência no Brasil.</p>
<p>Segundo a coordenadora da área de controle de armas do Sou da Paz, Alice Ribeiro, a pesquisa não tem o rigor de uma consulta de opinião formal e não pode ser considerada representativa. Mesmo assim, o resultado reflete a visão dos jovens da região em relação ao papel da polícia. “Isso vem da própria relação da corporação com a comunidade e também do entendimento desta faixa etária sobre o trabalho dos oficiais e sua maneira de se portar.”</p>
<p>A perspectiva dos moradores sobre a violência na região nos últimos três anos também mostrou dados extremos: 27% dos entrevistados acham que a violência está maior e 22%, muito maior – contra 24% que acreditam em uma melhora. Neste cenário, a nota atribuída pelos moradores para a segurança na região foi de 5,1, em uma escala de 10 pontos.</p>
<p>O estudo mostrou que quanto mais velho o morador (55 anos ou mais), maior é a sua percepção de que a situação está melhor ou muito melhor (42%). Entre os mais jovens (13 a 18 anos) o inverso ocorre: apenas 25% acham que houve melhora e 50% acham que a situação está pior ou muito pior.</p>
<p>Ribeiro explica que a análise dos mais velhos está diretamente relacionada ao fato de terem na memória que a região já foi considerada uma das mais perigosas do mundo. “Colhemos depoimentos de pessoas dizendo que hoje está melhor porque não há mais diversos corpos espalhados pelas ruas e pessoas morrendo todos os dias.”</p>
<p>Segundo a coordenadora, os jovens não têm esse histórico de violência claro ou nem sequer sabem dele. “Outra hipótese é analisar a noção de segurança para verificar se os indicadores realmente pioraram ou se há uma sensação de insegurança na região, por exemplo, relacionada ao roubo de posses.”</p>
<p>Quando perguntados, apenas 16% dos moradores afirmaram se sentir seguros fora de casa e 18%, no bairro.</p>
<p><strong>Armas de fogo</strong></p>
<p>A maior parte dos entrevistados (74%) afirmou já ter visto uma arma de fogo e 40% disseram conhecer alguém que possua uma. Segundo o instituto, essa percepção pode estar relacionada com a forte presença de policiais na região.</p>
<p>O estudo indicou também que 77% dos entrevistados acham que ter uma arma coloca outras pessoas em risco, contra os 14% que acreditam em uma maior segurança proporcionada pelo equipamento.</p>
<p>Os entrevistados apontaram que não abrem mão de suas armas para se protegerem (59%), por medo de serem presos ao fazê-lo (51%), por não saber o destino da arma (46%) e também por não confiarem na polícia (36%). “Esse resultado é um indicativo do não cumprimento ou não divulgação de um ponto da lei que pede para a arma ser danificada no momento da entrega na frente da pessoa”, diz. “Saber que a arma foi inutilizada aumenta muito a credibilidade da campanha.”</p>
<p>Sobre o alto índice de justificativa para a desconfiança contra policiais na hora da entrega da arma, Ribeira afirma que há relação com o desconhecimento sobre a inutilização do equipamento. “Também há de se considerar a relação dos moradores com a corporação, as pessoas podem achar que a policia pode desviar as armas”, diz. “Mas isso não foi questionado.”</p>
<p>Da <a href="http://www.cartacapital.com.br/sociedade/moradores-nao-confiam-na-policia-diz-pesquisa/">Carta Capital</a></p>
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		<title>Sem Emanuel, Carlinhos vence eleição em São José, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 18:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[carlinhos de almeida]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2012]]></category>
		<category><![CDATA[emanuel fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[psdb]]></category>
		<category><![CDATA[pt]]></category>
		<category><![CDATA[são josé dos campos]]></category>

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		<description><![CDATA[Deputado federal do PSDB é favorito para a disputa para a prefeitura, com mais de 50% das intenções de voto em pesquisa eleitoral; sem a participação do tucano, Carlinhos conquista 40,7% do eleitorado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A disputa pela Prefeitura de São José dos Campos este ano pode repetir cenário das quatro eleições anteriores na cidade, com nova polarização entre o PSDB e o PT, revela pesquisa de intenção de votos para prefeito realizada por O VALE/Mind.</p>
<p>Foram avaliados dois cenários, o primeiro deles com o deputado federal Emanuel Fernandes (PSDB).</p>
<p>Na pesquisa estimulada de intenção de voto, em que o entrevistado declara sua preferência por um dos nomes propostos no cartão, Emanuel Fernandes (PSDB) aparece como favorito, com 50,3% das intenções de voto.</p>
<p>Neste cenário, o pré-candidato do PT, deputado federal Carlinhos Almeida, obteve 31% dos votos.</p>
<p>A seguir, o vereador Cristiano Pinto Ferreira (PV) obteve 2% e o advogado Antonio Donizete Ferreira, o Toninho, (PSTU), 1,8%. Os indecisos somaram 9,2%. Brancos e nulos, 5,7%.</p>
<p>Como Emanuel afirma que não será candidato, a pesquisa O VALE/Mind avaliou um cenário com a secretária de Governo, Claude Mary de Moura, como candidata do PSDB. Foi incluído o nome do vereador Alexandre da Farmácia (PP).</p>
<p>A pesquisa mostra que a ausência de Emanuel gera um “vácuo” eleitoral, pois não há nenhum candidato do grupo governista que consiga “herdar” consistentemente seus votos. Neste cenário, Carlinhos desponta como favorito na disputa pela prefeitura, com 40,7% dos votos. Alexandre da Farmácia aparece em segundo lugar, com 16,5% das citações. Em seguida, vêm Cristiano Ferreira, com 3,5% dos votos, e Toninho, com 3%. A tucana Claude foi citada por 2,3% dos pesquisados. Os indecisos somaram 20%. Brancos e nulos, 14%.</p>
<p><strong>Espontânea.<br />
</strong>Na pesquisa espontânea, Carlinhos Almeida obteve 11,3%, Eduardo Cury (PSDB), 9,7%, Emanuel, 8,8%. Os demais citados não atingiram 1%.</p>
<p>Do <a href="http://www.ovale.com.br/nossa-regi-o/sem-emanuel-carlinhos-vence-eleic-o-em-s-o-jose-diz-pesquisa-1.215431">O Vale</a></p>
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		<title>92% dos empresários pretendem aumentar salários em 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 11:22:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento da economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresários]]></category>
		<category><![CDATA[International Business Report da Grant Thornton]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[No Brasil, 92% dos empresários pretendem aumentar o salário de seus funcionários em 2012, número significativamente acima da média global de 66%. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, 92% dos empresários pretendem aumentar o salário de seus funcionários em 2012, número significativamente acima da média global de 66%. Os dados são do International Business Report da Grant Thornton, pesquisa feita com mais de 11 mil empresas de 40 países.</p>
<p>No levantamento anterior, feito no terceiro trimestre de 2011, a porcentagem de empresários brasileiros com planos de aumentar os salários era de 74%.</p>
<p>O número de empregadores que pretendem oferecer aumentos acima da inflação também foi maior este ano, subindo de 30% para 40% dos entrevistados.</p>
<p>No resto do mundo, os países mais otimistas quanto ao aumento salarial são Argentina (100%), México (98%) e Suécia (95%).</p>
<p>Entre os que apresentaram menor porcentagem de empresários dispostos a aumentar a remuneração dos funcionários estão a Grécia (4%) e o Japão (24%).</p>
<p>A Tailândia (78%) e o Peru (52%) registraram o maior número de empresas com planos de dar aumentos acima da inflação.</p>
<p>Da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1041331-92-dos-empresarios-pretendem-aumentar-salarios-em-2012.shtml">Folha.com</a></p>
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		<title>Aprovação de Dilma supera a de Lula após primeiro ano</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 23:05:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[dilma rousseff]]></category>
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		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[volta]]></category>

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		<description><![CDATA[A presidente Dilma Rousseff atingiu no fim do primeiro ano de seu governo um índice de aprovação recorde, maior que o alcançado nesse estágio por todos os presidentes que a antecederam desde a volta das eleições diretas. Pesquisa Datafolha realizada na última semana mostra que 59% dos brasileiros consideram sua gestão ótima ou boa -um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente Dilma Rousseff atingiu no fim do primeiro ano de seu governo um índice de aprovação recorde, maior que o alcançado nesse estágio por todos os presidentes que a antecederam desde a volta das eleições diretas.</p>
<p>Pesquisa Datafolha realizada na última semana mostra que 59% dos brasileiros consideram sua gestão ótima ou boa -um salto de 10 pontos percentuais em seis meses.</p>
<p>Outros 33% classificam a gestão como regular, e 6% como ruim ou péssima -cinco pontos a menos que na pesquisa de agosto. Não responderam 2% dos entrevistados. A nota média do governo é 7,2.</p>
<p>Os números atestam que a presidente não teve a imagem afetada pelos escândalos que marcaram o início de sua gestão. Ela demitiu sete ministros em 2011, seis deles sob suspeita de corrupção.</p>
<p>Ao completar um ano no Planalto, Fernando Collor tinha 23% de aprovação. Itamar Franco contava 12%. Fernando Henrique Cardoso teve 41% no primeiro mandato e 16% no segundo. Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 42% e 50%, respectivamente.</p>
<p>De acordo com o novo levantamento, a avaliação de Dilma melhorou entre homens e mulheres e em todas as faixas de idade, renda familiar e escolaridade.</p>
<p>Sua aprovação agora é de 62% no eleitorado feminino e de 56% no masculino.</p>
<p>A presidente alcançou um equilíbrio entre os eleitores da base e do topo da pirâmide social. Tem 61% de ótimo e bom entre os que estudaram até o ensino fundamental e 59% entre os que chegaram ao ensino superior.</p>
<p>Na divisão por renda familiar, o maior avanço foi na faixa de cinco a dez salários mínimos: 16 pontos de melhora, atingindo 61% de aprovação.</p>
<p>Para o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, a chave para entender a evolução dos números nos últimos meses está na economia.</p>
<p>&#8220;É o fator que mais explica as mudanças em relação à pesquisa anterior&#8221;, afirma. &#8220;A população estava preocupada com a crise internacional, mas percebeu que ela não mexeu no seu bolso.&#8221;</p>
<p>A fatia de entrevistados que acredita que sua situação econômica vai melhorar subiu de 54% em junho passado para 60% neste mês. O otimismo sobre a economia do país foi de 42% para 46% no período.</p>
<p>Em 2011, a inflação chegou a 6,5%, a maior em sete anos. A alta de preços atingiu o pico em setembro, mas agora segue tendência de queda.</p>
<p>A imagem pessoal de Dilma também melhorou. Ela é considerada &#8220;decidida&#8221; por 72% dos brasileiros. Para 80%, ela é &#8220;muito inteligente&#8221;, e para 70%, &#8220;sincera&#8221;.</p>
<p>Entre os eleitores que apontam o PSDB como seu partido preferido, a petista alcança 40% de aprovação. Neste grupo, 69% a consideram &#8220;muito inteligente&#8221;, e 57%, &#8220;decidida&#8221; e &#8220;sincera&#8221;.</p>
<p>&#8220;Dilma demonstrou firmeza nas crises e passou a imagem de que é rápida para decidir e não titubeia para demitir quem se envolve em irregularidades&#8221;, diz Paulino.</p>
<p>O Datafolha ouviu 2.575 pessoas nos dias 18 e 19. A margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos.</p>
<p>Da Folha de S.Paulo (para assinantes)</p>
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		<title>População dá nota 2,9 para honestidade dos políticos em SP, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 09:34:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[honestidade]]></category>
		<category><![CDATA[nota baixa]]></category>
		<category><![CDATA[paulistas]]></category>
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		<category><![CDATA[políticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a pesquisa, 30% consideram a atual administração municipal ruim ou péssima, contra 21% em 2010.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A população de São Paulo deu nota baixa (2,9) para a honestidade dos políticos da cidade, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (18) pela Rede Nossa São Paulo.</p>
<p>Das 25 áreas avaliadas, 19 receberam notas abaixo da média, que é 5,5. As piores notas foram para as áreas &#8220;Transparência e Participação Política&#8221; (3,5), &#8220;Acessibilidade para Pessoas com Deficiência&#8221; (3,9) e &#8220;Desigualdade Social&#8221; (4).</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1036116-89-dos-paulistanos-se-sentem-inseguros-na-cidade-diz-pesquisa.shtml">89% dos paulistanos se sentem inseguros na cidade, diz pesquisa</a></p>
<p>Os setores mais bem avaliados foram &#8220;Relações Humanas&#8221; (6,8) e &#8220;Religião e Espiritualidade&#8221; (6,4).</p>
<p>Segundo a pesquisa, 30% consideram a atual administração municipal ruim ou péssima, contra 21% em 2010.</p>
<p>Também houve queda no grau de confiança em instituições. A Câmara Municipal teve as piores respostas de desconfiança, com 69%, seguida pela prefeitura (64%) e pelo TCM (Tribunal de Contas do Município) &#8211;63%.</p>
<p>56% dos entrevistados afirmaram ainda que, se pudessem, mudariam de cidade. No ano passado, esse número era de 51%.</p>
<p>A pesquisa ouviu 1.512 moradores da capital paulista com 16 anos ou mais, entre os dias 25 de novembro e 12 de dezembro de 2011.</p>
<p>A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.</p>
<p>Da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/1036130-populacao-da-nota-29-para-honestidade-dos-politicos-em-sp-diz-pesquisa.shtml">Folha.com</a></p>
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		<title>Estados mais ricos têm evasão no ensino médio perto de 50%, diz o Ipea</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:18:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[ensino fundamental]]></category>
		<category><![CDATA[ensino médio]]></category>
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		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[presença do estado no brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[A evasão escolar do ensino médio em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Bahia e Minas Gerais beira os 50%. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO – A evasão escolar do ensino médio em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Bahia e Minas Gerais beira os 50%. De acordo com o estudo Presença do Estado no Brasil, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e divulgado nesta terça-feira, esses Estados, que figuram entre os mais ricos da federação, estão com as taxas mais baixas do país.</p>
<p>Segundo o levantamento, da população com faixa etária entre 15 e 17 anos, 45,6% deixaram de cursar o ensino médio em São Paulo, mesmo número do Rio de Janeiro, o nono colocado. No Paraná, a evasão era de 45,5%; na Bahia, de 48,7%; e em Minas Gerais, de 46,9%. O Estado com menor evasão é o Distrito Federal, com 31,2%, enquanto o que apresenta maior porcentagem de desistências é Rondônia: 68,4%. Os cálculos têm como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2009.</p>
<p>O estudo do Ipea aponta que uma das principais causas da evasão do ensino médio brasileiro é a alta taxa de reprovação no ensino fundamental. Além disso, alunos de famílias de baixa renda contribuem para o fenômeno. Os sete Estados com maiores índices de desistência são da região Norte, e todos com taxas acima de 60%. Além de Rondônia, Acre (66,7%), Amazonas (65,6%), Roraima (63,9%), Pará (63,5%), Amapá (62,3%), Tocantins (61,8%), Maranhão (60,4%) e Piauí (60,1%) apresentam índices considerados elevados.</p>
<p>No ensino fundamental, a situação melhora. O Pará é o Estado com menor porcentagem de alunos entre seis e 14 anos frequentando as aulas: 87,2%. Mato Grosso do Sul possui 94,4% de sua população nessa faixa etária estudando. São Paulo conta com 93,4%.</p>
<p>Para o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, há correlação entre os maus resultados dos Estados do Norte e a política de educação do país. “O Estado não está colocando seus maiores esforços onde as carências são maiores. Esse modelo aprofunda ou mantém as desigualdades regionais”, afirmou, para depois criticar a taxa de evasão do país. “Ainda não temos, como pensávamos, acesso universalizado ao ensino fundamental. E no ensino médio a diferença regional é acentuada. Isso é inadmissível se o país quiser dar o salto para virar uma sociedade do conhecimento.”</p>
<p>O estudo do Ipea também mostrou desigualdade regional na qualificação dos professores. No Norte, 51,9% dos docentes que atuam no ensino fundamental não possuem ensino superior. Na região Sul, o índice é de 18%, enquanto no Sudeste é de 18,3%. No ensino médio, a diferença diminui um pouco. No Nordeste, 18,7% dos professores não fizeram licenciatura. No Sudeste, a porcentagem cai para 3,9%. “Não é uma relação direta, mas há correlação entre maior aprendizagem do professor e o nível de ensino. O problema no país não é número de escolas, pois elas existem em número suficiente, mas a qualidade do que é ensinado”, diz Pochmann.</p>
<p>A deficiência na área de educação no país também é refletida em levantamento sobre o acesso a cultura. Segundo estudo do Ipea, 378 municípios brasileiros não possuem biblioteca pública. Apenas 28% deles possuem livrarias, enquanto museus existem em 23,3%. Quadro semelhante é o de centros culturais, com presença em 29,3% dos municípios. Salas de cinemas existem em 9,1% deles, sendo que 53,1% delas estão concentradas em cidades do Sudeste.</p>
<p>Do <a href="http://www.valor.com.br/brasil/1182430/estados-mais-ricos-tem-evasao-no-ensino-medio-perto-de-50-diz-o-ipea">Valor Econômico</a></p>
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		<title>Sergipe é o Estado com mais médicos atendendo pelo SUS, diz o Ipea</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Estado de Sergipe tem a maior concentração do país de médicos que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) por mil habitantes, de acordo com o estudo Presença do Estado no Brasil, realizado pelo Ipea e divulgado nesta terça-feira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO – O Estado de Sergipe tem a maior concentração do país de médicos que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) por mil habitantes, de acordo com o estudo Presença do Estado no Brasil, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e divulgado nesta terça-feira.</p>
<p>O levantamento aponta que os sergipanos dispõem de 4,2 médicos dando atendimento pelo SUS para cada mil habitantes. Em segundo lugar vem o Rio Grande do Sul, com 4,1 médicos. O Estado com menos profissionais atuando na rede pública é o Maranhão, com 1,3, seguido de Pará (1,5) e Rondônia (1,8). São Paulo é o terceiro colocado, empatado com Minas Gerais, com 3,9 médicos. Na separação por região, Sul e Sudeste possuem 3,9 médicos por mil habitantes, enquanto o Norte apresenta 1,9, o Nordeste 2,4 e o Centro-Oeste, 2,9.</p>
<p>Para o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, os dados mostram que as regiões Sul e Sudeste concentram mais estrutura de saúde do que o restante do país. “O Estado não atua de maneira homogênea e está mal colocado do ponto de vista de sua presença territorial. O Rio Grande do Sul tem 3,2 vezes mais médicos do que o Maranhão. Os lugares mais pobres não recebem o mesmo tratamento, pois quem é mais rico recebe mais verba”, afirmou.</p>
<p>Em outro levantamento feito a partir de dados de órgãos oficiais, o número de leitos na rede pública de saúde evidencia a desigualdade regional. Enquanto São Paulo detém 18% dos 330.641 leitos do país, o Acre concentra 0,25%. O Estado com menor número é Roraima, com 822 vagas de internação para atender seus 460 mil habitantes.</p>
<p>Do <a href="http://www.valor.com.br/brasil/1182194/sergipe-e-o-estado-com-mais-medicos-atendendo-pelo-sus-diz-o-ipea">Valor Econômico</a></p>
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		<title>Produção industrial sobe em 8 de 14 regiões pesquisadas, aponta IBGE</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 21:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ibge]]></category>
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		<description><![CDATA[A produção industrial subiu em oito dos 14 locais observados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados constam na Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM/PF Regional) de novembro, divulgada nesta terça-feira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>RIO – A produção industrial subiu em oito dos 14 locais observados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados constam na Pesquisa Industrial Mensal &#8211; Produção Física Regional (PIM/PF Regional) de novembro, divulgada nesta terça-feira.</p>
<p>Na série com ajustes sazonais, o Estado de Goiás registrou o melhor desempenho entre outubro e novembro, com alta de 11,6%, seguido por Paraná, cujo crescimento no período foi de 5,4%. Na mesma base de comparação, a produção industrial no Espírito Santo avançou 4,7%, ao passo que em Minas Gerais o setor cresceu 4,6%.</p>
<p>Por outro lado, o Estado da Bahia registrou a maior baixa, de 6,4% em novembro frente a outubro, já feitos os ajustes sazonais. Na mesma base comparativa, quedas representativas também ocorreram nas produções de Amazonas, com recuo de 3%, e Pernambuco, onde o decréscimo foi de 2,4%.</p>
<p>Com o resultado, a média nacional ficou em alta 0,3% em novembro na comparação com outubro, já descontados os efeitos sazonais.</p>
<p>Do <a href="http://www.valor.com.br/brasil/1180166/producao-industrial-sobe-em-8-de-14-regioes-pesquisadas-aponta-ibge">Valor Econômico</a></p>
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		<title>Ipea divulga estudo sobre presença do Estado no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:46:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<description><![CDATA[O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresenta hoje (10), às 10h, o estudo Presença do Estado no Brasil: Federação, Unidades e Municipalidades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo &#8211; O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresenta hoje (10), às 10h, o estudo Presença do Estado no Brasil: Federação, Unidades e Municipalidades. A divulgação será feita pelo presidente do Ipea, Marcio Pochmann, no Escritório Regional da Presidência da República em São Paulo</p>
<p>A pesquisa analisa a atuação do Estado em diversas áreas como saúde, educação, assistência social, previdência social e trabalho, entre outras. Os dados referem-se ao último ano disponibilizado e tratam, em sua maioria, de registros administrativos coletados nos ministérios, em autarquias e institutos de pesquisa.</p>
<p>O estudo traz informações por regiões e unidades da Federação, entre elas o número de médicos que atendem o Sistema Único de Saúde (SUS) por mil habitantes, os indicadores de seguro-desemprego formal e a quantidade de docentes dos ensinos fundamental e médio.</p>
<p>Da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-01-10/ipea-divulga-estudo-sobre-presenca-do-estado-no-brasil">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Avaliação de desempenho de Dilma é melhor entre mulheres</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 11:27:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisa CNI/Ibope mostra que entre o público feminino índice de 'ótimo/bom' é de 58%, contra 56% entre os homens.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BRASÍLIA &#8211; A avaliação do desempenho do governo Dilma Rousseff é melhor entre as mulheres e nas regiões Sul e Nordeste, segundo dados da pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta sexta-feira, 16, em Brasília. Foram ouvidos 2.002 eleitores em 142 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais.</p>
<p>Na distribuição por sexo, o índice de &#8220;ótimo/bom&#8221; entre as mulheres é de 58%, ante 56% entre os homens. A aprovação pessoal à presidente é de 72% entre as mulheres e de 71% entre os homens. A confiança em Dilma também é maior entre elas: 69% contra 68%.</p>
<p>Nos dados por regiões, o destaque é o forte crescimento da aprovação na região Nordeste. A avaliação de &#8220;ótimo/bom&#8221; para o governo era de 50% nessa região no mês de setembro e subiu para 61% em dezembro. A região Nordeste divide agora a liderança na aprovação com a região Sul, onde a aprovação positiva subiu de 57% para 61%. Nas regiões Centro-Oeste e Norte, a avaliação positiva foi de 43% para 55%. Apenas no Sudeste o crescimento foi dentro da margem de erro, de 52% para 53%.</p>
<p>A avaliação positiva do governo é melhor entre aqueles que têm renda de até um salário mínimo. Nessa faixa, o governo tem 66% de &#8220;ótimo/bom&#8221;, a presidente tem 81% de aprovação pessoal e 78% confiam nela. O pior desempenho é entre aqueles que recebem de 5 a 10 salários mínimos: são 49% os que avaliam o governo como &#8220;ótimo/bom&#8221;, 68% os que aprovam a presidente de forma individual e 59% os que confiam nela.</p>
<p>Do <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,avaliacao-de-desempenho-de-dilma-e-melhor-entre-mulheres,811823,0.htm">estadão.com.br</a></p>
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