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	<title>Rui Falcão Deputado Estadual do PT &#187; mmm</title>
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	<description>Deputado estadual de São Paulo pelo PT, vice-presidente nacional do Partido, Falcão se dedica às áreas de defesa do consumidor e de habitação e regularização fundiária, além da fiscalização dos atos do Governo.</description>
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		<title>Dia Internacional das Mulheres</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:38:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um século depois da Conferência de Mulheres Socialistas, que aprovou a criação de um dia de mobilização das mulheres por seus direitos, a presença das mulheres nos cargos de direção política continua reduzida na maior parte dos países. O Brasil se encontra em uma situação constrangedora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Assessoria de Direitos Humanos – Liderança do PT na ALESP</em></strong></p>
<p>O Dia 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, tem uma razão especial para ser comemorado neste ano. Em 1910, há 100 anos, uma Conferência de Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, na Dinamarca, aprovou a criação de um dia de mobilização das mulheres por seus direitos. Naquele momento, a reivindicação fundamental era a garantia do direito de voto para as mulheres, um direito básico de cidadania e participação política.</p>
<p>Um século mais tarde, no entanto, a presença das mulheres nos cargos de direção política continua absurdamente reduzida na maior parte dos países. E o Brasil se encontra em uma situação constrangedora.</p>
<p>No parlamento brasileiro, a proporção de mulheres fica ao redor de 10%. No Senado, são 10 representantes, em um total de 81 senadores, apenas 12,3%. A bancada de deputadas federais é ainda mais reduzida: são 45 em 513 parlamentares, representando apenas 8,8% da Câmara Federal. E aqui no Estado de São Paulo as deputadas representam apenas 10,6% do total: ocupam 10 de um total de 94 cadeiras. E o PT é o partido com o maior número de representantes: são 4 (quatro) as deputadas petistas na Assembleia Legislativa de São Paulo.</p>
<p>Mas as reivindicações das mulheres vão muito além da representação parlamentar. Afinal, a inda é chocante a frequência da violência contra as mulheres e as políticas de prevenção e atendimento continuam precárias. O Estado de São Paulo não tem equipamentos com abrigos e centros de atendimento à mulher nas diversas regiões do Estado. Em todo o Estado há apenas um Juizado Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Além disso, há uma constante reclamação das entidades de defesa das mulheres quanto à precariedade e a falta de investimento nas delegacias da mulher. As políticas públicas em relação à violência são apenas um exemplo da total falta de prioridade do governo estadual para com a população feminina desse Estado.</p>
<p>Compondo 43,6% da PEA (População Economicamente Ativa) no Brasil, as mulheres continuam com a sobrecarga das responsabilidades domésticas. É preciso ampliar as políticas públicas que incidem sobre o cotidiano das famílias, como creches em período integral e de boa qualidade, melhoria da educação para as crianças e adolescentes, ampliação do acesso à alimentação a preços acessíveis para a população, melhorar o atendimento na rede de saúde. Em sua grande maioria, são as mulheres que frequentam os serviços públicos para garantir melhores condições de vida para sua família. O atendimento precário, com horas de espera e cansaço, torna mais oneroso o tempo despendido no cuidado com si mesma e com seus familiares.</p>
<p>Se é indispensável investir em políticas públicas, também é necessário uma profunda mudanças dos hábitos familiares. Os dados do IBGE demonstram que mesmo trabalhando fora de casa, as mulheres ocupam muito mais do seu tempo com os afazeres domésticos que os homens. Enquanto eles registram em média 10 horas semanais com o trabalho doméstico, as mulheres que têm uma ocupação fora de casa dedicam até 25 horas semanais aos afazeres domésticos. E os estudos de uso do tempo demonstram que, em geral, ao informarem sobre o trabalho doméstico e familiar, as mulheres acabam subestimando o tempo que elas dedicam aos afazeres doméstico. Uma boa parte das tarefas realizadas não são lembradas ou mencionadas como trabalho. Afinal, são tão naturalizadas como obrigação feminina que é preciso desvendar o seu caráter invisível. Já os homens tendem a sobrevalorizar as tarefas domésticas realizadas por eles. Jamais se esquecem quando levam as crianças à escola, ou têm que preparar uma refeição ou fazer as compras.</p>
<p>O Dia Internacional das Mulheres é uma oportunidade para tornar mais públicas as reivindicações das mulheres por igualdade e por políticas que melhorem as condições de vida de toda a população.</p>
<p>Uma manifestação de 10 dias acontece de 8 a 18 de março, com cerca de duas mil mulheres – e conectada com manifestações em mais de 50 países – para denunciar a discriminação cotidiana e reivindicar mudanças no mundo público e na vida privada.</p>
<p>(Da Assembleia Permanente PT.)</p>
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		<title>3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres mobiliza os cinco continentes</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:31:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mais de 50 países já confirmaram atos durante o primeiro período de lutas da 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mais de 50 países já confirmaram atos durante o primeiro período de lutas da 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres</em></p>
<p>Não é apenas no Brasil que as militantes feministas realizarão atividades de luta e formação entre os dias 8 e 18 de março. Pelo menos outros 51 países já confirmaram marchas, atos públicos e manifestações diversas neste primeiro período da 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres. Entre eles, há representantes dos cinco continentes: das Américas (como Argentina, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, El Salvador, Estados Unidos, Guatemala, Haiti, Honduras, Martinica, México e Peru), da África (como Argélia, Burkina Fasso, Camarões, Quênia, Mali, Marrocos, Moçambique, República Centro-Africana, República Democrática do Congo,  África do Sul e Sudão), da Ásia (como Bangladesh, Coréia do Sul, Filipinas, Ìndia, Japão, Nepal, Paquistão e Sri Lanka), da Oceania (como Nova Caledônia) e da Europa (como Albânia, Bélgica, Espanha, França, Grécia, Itália, Inglaterra, Portugal, Suíça e Turquia).</p>
<p>Na Guatemala, as ações já começaram (em 3 de março) e irão até 21 de março. O calendário de lutas visa recuperar o território das mulheres guatemaltecas, seu corpo e sua terra.</p>
<p>Na Inglaterra, a mobilização também se iniciará mais cedo: no dia 6 de março haverá um ato público em Londres com o lema “Vamos por um ponto final na violação das mulheres e na violação da terra”.</p>
<p>Na Bolívia, no Dia Internacional de Luta das Mulheres, 25 organizações ocuparão praças e mercados de Oruro, paralisando a cidade durante 30 minutos.</p>
<p>Nas Filipinas, também no 8 de março, haverá manifestações simultâneas contra o militarismo, o sexismo, a Organização Mundial do Comércio e o presidente Arroyo, em 12 pontos estratégicos do arquipélago. No Peru, atividades simultâneas acontecerão no lago Titicaca, Lima, Arequipa, Cusco, Chiclayo, Junín, La Oroya, Cajamarca e Trujillo.</p>
<p>No Equador, as militantes da Marcha Mundial das Mulheres lançarão a campanha “Mulheres pelo bem viver”. Já no Haiti, um ato público organizado pela coordenação de grupos de mulheres (CONAP) homenageia as militantes mortas no terremoto, em especial Magalie Marcelin, Myriam Merlet e Anne Marie Coriolan.</p>
<p>Na Índia, o principal dia de luta será o 9 de março, com ato público em defesa dos direitos das trabalhadoras domésticas.  No país, elas normalmente trabalham de 14 a 16 horas por dia, são mal remuneradas e estão expostas ao assédio sexual e a outras formas de abuso. A Marcha Mundial de Mulheres está fazendo uma campanha de assinaturas que serão entregues à presidente Pratibha Patil, demandando uma lei nacional de proteção aos direitos das trabalhadoras domésticas.</p>
<p>Na Grécia, o foco dos atos será a crise financeira que assola o país, fruto da má gestão do governo anterior. As funcionárias públicas e aposentadas protestam contra propostas do atual governo de cortar gastos públicos. De 19 a 21 de março, caravanas partirão de quatro cidades gregas (Tessalônica, Serres, Atenas e Patras) em direção à Tirana, na Albânia, onde a Marcha Mundial as Mulheres promoverá uma reunião de organizações feministas na sub-região dos Bálcãs, com a presença de representantes também da Bósnia, Kosovo, Macedônia, Montenegro, Sérvia e România.</p>
<p>No Quênia, Mali, Paquistão, País Basco e Sri Lanka as mulheres também farão marchas. As quenianas terão atividades durante 10 dias de março, em várias comunidades de Nairóbi: entre elas, uma caminhada no dia 13 e uma vigília com apresentações culturais no dia 14 .</p>
<p>No Mali, de 8 ao 15 de março, haverá marchas nas seis comunas do distrito de Bamako, protestando contra o fato de o governo ter cedido à pressão de setores fundamentalistas islâmicos e voltado atrás na aprovação de um código de família bastante favorável aos direitos das mulheres. No dia 18, as mulheres de Mali farão outra caminhada no norte do país, região de intenso conflito, pedindo paz e desmilitarização.</p>
<p>No Paquistão, flores e tambores acompanharão a caravana de 200 mulheres que vai marchar de 12 a 18 de março, dos distritos de Faisalabad a Lahore, promovendo debates sobre violência, emprego com direitos, fim do extremismo religioso e desmilitarização.</p>
<p>No País Basco, as militantes atravessarão o país de 8 a 13 de março, saindo de e voltando a Irún, com paradas e atos em algumas cidades.</p>
<p>No Sri Lanka, marchas de seis dias marcarão a luta pelo fim da violência contra as mulheres no país.</p>
<p>(Do Portal da 3ª Ação Internacional da MMM.)</p>
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		<title>Rui Falcão fala sobre luta contra o machismo em sessão plenária no Dia das Mulheres</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:11:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No Dia Internacional das Mulheres, Rui Falcão fez pronunciamento destacando a trajetória de luta do movimento feminista pela igualdade social e sua relação íntima com o desenvolvimento do PT.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na sessão plenária de hoje, 8/03, Dia Internacional das Mulheres, o deputado Rui Falcão fez pronunciamento destacando a trajetória de luta do movimento feminista pela igualdade social e pelo fim do machismo, e sua relação íntima com o desenvolvimento do PT.</p>
<p>Depois de acompanhar a fala do deputado Adriano Diogo,  em que enfatizou a história de sofrimento e revolta a partir da qual surgiu a luta de 8 de março, Falcão rememorou experiências pessoais de militantes do PT ao longo da formação do Partido que contribuiram para o direcionamento de sua luta para também a emancipação das mulheres.</p>
<p>Desta forma, o PT seria o partido de massas pioneiro na potencialização do movimento das mulheres como projeto de poder emancipatório destas, contra a dominação machista .</p>
<p>Por fim, o líder da bancada fez menção ao trabalho da Marcha Mundial das Mulheres, cuja ação internacional mobiliza milhares de mulheres em prol do protagonismo destas enquanto sujeitos na luta pela transformação social. As mulheres em marcha defendem a superação das desigualdades do capitalismo e da ordem social patriarcal, racista, homofóbica e destruidora do meio-ambiente.</p>
<p><em>&#8220;Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres&#8221;</em></p>
<p>No mote da Ação Internacional de 2010, &#8220;Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres&#8221;, uma das bandeiras da Marcha é a criação das condições para a independência da sociedade dos interesses do grande capital.</p>
<p>Essa luta aponta diretamente para o combate às privatizações, especialmente as praticadas pelo governo de José Serra em São Paulo, que destitui o povo &#8212; e principalmente as mulheres, mais vulneráveis na estrutura social &#8212; de meios para seu bem-estar.</p>
<p>Confira íntegra do discurso do deputado abaixo:</p>
<blockquote><p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Sr. Presidente,</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Sras. Deputadas,</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Srs. Deputados,</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">telespectadores da TV Assembleia,</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Funcionários  da Casa,</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Inicialmente quero saudar todas as mulheres que trabalham aqui  na Casa e trabalham conosco na assessoria de plenário, de todas as  bancadas, as companheiras da Taquigrafia, especialmente a D. Yeda, nossa   decana, em nome de todas as mulheres que trabalham aqui na Assembleia,  pelo Dia Internacional da Mulher. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Hoje  comemoramos 100 anos dessa data histórica, que já foi aqui lembrada  por vários companheiros da nossa bancada, até porque o PT há muitos  anos tem sido não o único, mas tem sido pioneiro na luta em defesa  da igualdade de gênero, na igualdade de oportunidade, no combate à  violência doméstica, no combate a todo tipo de discriminação e machismo.   Outro dia, o Presidente Lula contou uma história divertida da época  em que estava entrando na política. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Segundo  ele, quando chegava em casa e perguntava à Dona Marisa pelo jantar,  ela já ia para a cozinha preparar. Quando começou o PT, a Dona  Marisa, hoje primeira-dama, também participou. Um dia, ao chegar em  casa, o Presidente Lula perguntou pelo jantar. Dona Marisa então  respondeu:  “Está na cozinha. Pode esquentar.” Desde aquele dia, começou a  partilhar as tarefas domésticas. De acordo com ele, o trabalho aumentou,   mas o casamento ficou bem melhor. Tanto é que estão casados há décadas  e vivem muito bem. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Esse  exemplo deve ser seguido por todos, não apenas na divisão das tarefas  domésticas, mas também na criação dos filhos e outras tarefas que  possam ser compartilhadas, permitindo assim que a mulher também possa  ter sua atividade política e não sofra o ônus maior da divisão de  trabalho.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Os  Deputados Adriano Diogo e Simão Pedro hoje participaram da marcha  mundial  das mulheres &#8211; que faz parte de uma ação internacional &#8211; pela autonomia  econômica das mulheres, por um mundo sem violência contra elas, além  de bandeiras mais gerais. Por exemplo, contra a privatização da natureza   e dos serviços públicos, porque nossas companheiras têm compreensão  de como a Saúde a Educação se deterioram, quando esses serviços  são privatizados. Sabem o custo disso no Orçamento. Quando a energia  elétrica e a água têm tarifas elevadíssimas, quando esses bens,  em vez de se voltarem para o atendimento das maiorias, são transformados   em mercadorias, tornam-se objeto da busca do lucro e da ganância. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Tem  também a bandeira da paz e da desmilitarização, no momento em que  há conflagrações, muitas provocadas por interesses econômicos,  como, por exemplo, pela posse do petróleo. Na África, há disputa  até pela posse da água, um bem precioso que deveria ser disponível  a todos. Entretanto, acaba sendo objeto de cobiça e produção de guerras  que massacram milhões de pessoas.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Queremos,  em nome da Bancada do Partido dos Trabalhadores, prestar nossa homenagem   às mulheres de todo mundo, particularmente às brasileiras, àquelas  que, dentro de pouco meses, estarão assumindo sua posição cidadã  escolhendo quem irá conduzir nosso país nos próximos quatro anos. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">É  bom refletirmos, sem fazer campanha eleitoral, sobre os projetos em  jogo e notarmos a importância de um olhar feminino na condução dos  países; o que muda nos mecanismos de poder quando são manejados com  o toque e a capacidade das mulheres.</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Assim,  Sr. Presidente, em nome do Partido dos Trabalhadores, queremos saudar  os cem anos do dia 08 de março, esperando que, dentro de pouco tempo,  várias dessas metas possam ser alcançadas pelas companheiras mulheres.</span></p></blockquote>
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