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	<title>Rui Falcão Deputado Estadual do PT &#187; inflação</title>
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	<description>Deputado estadual de São Paulo pelo PT, vice-presidente nacional do Partido, Falcão se dedica às áreas de defesa do consumidor e de habitação e regularização fundiária, além da fiscalização dos atos do Governo.</description>
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		<title>Tombini: Há espaço para afrouxamento monetário no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 10:28:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[afrouxamento monetário]]></category>
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		<description><![CDATA[Há espaço para uma política de afrouxamento monetário no Brasil sem o comprometimento da inflação, disse o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há espaço para uma política de afrouxamento monetário no Brasil sem o comprometimento da inflação, disse o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.</p>
<p>O BC busca manter a inflação perto de 4,5 por cento em 2012, acrescentou Tombini nesta quinta-feira, ao participar de uma conferência internacional organizada pelo banco central da Índia, em Mumbai.</p>
<p>Na semana passada, o Banco Central deu o mais forte sinal de que continuará reduzindo o juro básico em direção a um dígito, apesar de o desemprego na mínima recorde ter reforçado preocupações de que um apertado mercado de trabalho possa gerar inflação.</p>
<p>Da <a href="http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPE81100V20120202">Reuters Brasil</a></p>
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		<title>Produção industrial cresce 0,9% em dezembro e acumula alta de 0,3% em 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 09:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento econômico]]></category>
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		<description><![CDATA[Os setores de veículos e equipamentos de transporte estão entre os que tiveram o melhor desempenho no ano passado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A produção industrial no País voltou a registrar crescimento em dezembro. No período, o setor teve um avanço de 0,9% na série livre de influências sazonais, após apontar taxa positiva de 0,2% em novembro, segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Na comparação com dezembro de 2010, o total da indústria teve queda de 1,2%, quarta taxa negativa nesse tipo de confronto, mas a menos intensa dessa sequência.</p>
<p>De acordo com o IBGE, o desempenho do setor industrial em dezembro levou o indicador para o fechamento do ano a uma taxa positiva de 0,3%, bem abaixo do resultado verificado em 2010 (10,5%).</p>
<p>A produção do setor industrial no último trimestre de 2011 recuou tanto frente a igual período de 2010 (-2%), quanto em relação ao trimestre imediatamente anterior (-1,4%), na série com ajuste sazonal.</p>
<p>No fechamento de 2011, o setor industrial mostrou acréscimo de 0,3%, explicado em grande parte pelo crescimento de 1,7% registrado no primeiro semestre do ano, uma vez que o segundo semestre apontou desaceleração no ritmo de produção (-1%).</p>
<p><strong>Desempenho setorial em 2011</strong></p>
<p>No acumulado do ano passado, 15 dos 27 setores investigados assinalaram expansão na produção. Entre os setores, os impactos positivos mais expressivos sobre a média global vieram de veículos automotores (2,4%) e de outros equipamentos de transporte (8%), seguidos por indústrias extrativas (2,1%), minerais não metálicos (3,2%), equipamentos de instrumentação médico-hospitalares, ópticos e outros (11,4%), produtos de metal (2,6%) e fumo (13,4%).</p>
<p>Entre os segmentos que apontaram queda na produção destacaram-se os recuos verificados no setor têxtil (-14,9%), outros produtos químicos (-2,1%), calçados e artigos de couro (-10,4%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-3,7%), pressionados respectivamente pela menor fabricação dos itens: tecidos, fios e toalhas de banho, rosto e mãos de algodão; herbicidas para uso na agricultura; calçados de material sintético e de couro para uso feminino, e tênis de couro; e transformadores e motores elétricos.</p>
<p><strong>Desaceleração</strong></p>
<p>De acordo com o IBGE, os índices em bases trimestrais confirmaram a redução de ritmo do setor industrial a partir do primeiro trimestre do ano (2,8%), uma vez que o segundo (0,6%), terceiro (0%) e quarto trimestres de 2011 (-2%) assinalaram resultados menos intensos em todas as comparações contra igual período do ano anterior.</p>
<p>No último trimestre do ano passado, o total da indústria apontou a primeira taxa negativa desde o terceiro trimestre de 2009 (-8,2%), pressionado pelos resultados negativos em todas as categorias de uso e em 17 dos 27 ramos investigados.</p>
<p>Entre as categorias de uso, a perda mais intensa foi observada em bens de consumo duráveis, que passou de -2,2% no período julho-setembro para -9,4% no trimestre seguinte, seguida por bens de capital (de 4% para -1,4%), bens de consumo semi e não duráveis (de -0,2% para -1,5%) e bens intermediários (de -0,4% para -0,8%), segundo o IBGE.</p>
<p>Do<a href="http://economia.ig.com.br/producao-industrial-cresce-09-em-dezembro-e-acumula-alta-de-03-e/n1597607392131.html"> IG Economia</a></p>
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		<title>Preços no atacado deixam IGP-M praticamente estável</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 09:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[O Índice Geral de Preços - Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) registrou variação negativa de 0,01 por cento na primeira leitura de janeiro, informou nesta quarta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV). ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO, 11 Jan (Reuters) &#8211; O Índice Geral de Preços &#8211; Mercado (IGP-M) registrou variação negativa de 0,01 por cento na primeira leitura de janeiro, informou nesta quarta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV). No mesmo período do mês anterior, o indicador havia apurado inflação de 0,04 por cento.</p>
<p>A retração foi puxada pela aceleração da queda de preços no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que cedeu 0,23 por cento na primeira prévia de janeiro, ante recuo de 0,16 por cento no mesmo período de dezembro.</p>
<p>Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) mostrou aceleração no ritmo de alta, com elevação de 0,56 por cento, contra 0,33 por cento em igual período do mês anterior.</p>
<p>O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,10 no primeiro levantamento de janeiro, desacelerando em relação à alta de 0,71 por cento de dezembro.</p>
<p>No IPA, o destaque foi o índice referente a Bens Finais, que recuou de 0,82 para 0,11 por cento. Contribuiu para essa queda o subgrupo alimentos processados, que passou de alta de 1,56 por cento na primeira prévia de dezembro para queda de 0,94 agora.</p>
<p>O grupo Bens Intermediários desacelerou a queda de preços para 0,03 por cento, ante recuo de 0,28 por cento na primeira prévia de dezembro. A principal contribuição para a queda menor veio do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, que passou de baixa de 0,80 por cento para recuo de apenas 0,05 por cento.</p>
<p>No IPC, três das sete classes de despesa registraram aceleração da alta de preços, com destaque para Alimentação, que passou de inflação de 0,20 por cento na pesquisa de dezembro para 1,33 por cento.</p>
<p>A principal influência veio do item hortaliças e legumes, que saiu de uma queda de 7,44 por cento para alta de 6,30 por cento. Também avançaram os preços nos grupos Transportes (de 0,26 para 0,33 por cento) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,41 para 0,47 por cento).</p>
<p>O INCC desacelerou sob influência dos preços de Materiais, Equipamentos e Serviços, com variação de 0,19 por cento, contra 0,23 por cento no mês anterior. O custo da Mão de Obra ficou estável, após alta de 1,19 por cento um mês antes.</p>
<p>Da <a href="http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRSPE80A01H20120111">Reuters Brasil</a></p>
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		<title>Inflação para baixa renda fica abaixo da média nacional em 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 12:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) subiu 1% em dezembro, encerrando 2011 com alta de 5,98%, informou nesta terça-feira a Fundação Getulio Vargas. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO – O Índice de Preços ao Consumidor &#8211; Classe 1 (IPC-C1) subiu 1% em dezembro, encerrando 2011 com alta de 5,98%, informou nesta terça-feira a Fundação Getulio Vargas. O indicador, que mede a inflação para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos, ficou abaixo da inflação média nacional, que foi de 6,36% no ano passado.</p>
<p>Em dezembro, o item que mais pesou no bolso das famílias de baixa renda foi alimentação, que acelerou de 0,63% em novembro para 1,74% no mês passado. Outras três classes de despesas intensificaram o ritmo de alta de preços entre novembro e dezembro: vestuário (de 1,27% para 1,51%), saúde e cuidados pessoais (de 0,49% para 0,79%) e educação, leitura e recreação (de 0,28% para 0,77%).</p>
<p>O grupo transportes permaneceu estável, enquanto habitação e despesas diversas desaceleraram, passando de 0,43% para 0,42% e de 0,37% para 0,21% no período, respectivamente.</p>
<p>Em 2011, o grupo que registrou maior alta de preços foi vestuário (8,14%). Na ponta contrária, saúde e cuidados pessoais teve a menor alta no ano passado, 5,27%. O avanço de preços em alimentação foi de 5,45%.</p>
<p>Do <a href="http://www.valor.com.br/brasil/1180444/inflacao-para-baixa-renda-fica-abaixo-da-media-nacional-em-2011">Valor Econômico</a></p>
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		<title>Inflação está em trajetória de queda e seguirá recuando em 2012, diz Alexandre Tombini</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 17:33:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, afirmou hoje (6) em nota que a meta para a inflação foi cumprida em 2011 pelo oitavo ano consecutivo e que, em 2012, “a inflação ao consumidor seguirá recuando”. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, afirmou hoje (6) em <a href="http://www.bc.gov.br/textonoticia.asp?codigo=3367&amp;IDPAI=NOTICIAS">nota</a> que a meta para a inflação foi cumprida em 2011 pelo oitavo ano consecutivo e que, em 2012, “a inflação ao consumidor seguirá recuando”. Segundo <a href="http://www.ibge.com.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=2063&amp;id_pagina=1">levantamento</a> do IBGE divulgado hoje, a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2011 foi de 6,5%.</p>
<p>“A inflação ao consumidor medida pelo IPCA, em linha com o cenário antecipado pelo Banco Central, está em trajetória de queda e encerrou 2011 em 6,5%, após alcançar 7,3% no terceiro trimestre.”</p>
<p>Para o presidente do BC, outros indicadores reforçam “a percepção de significativo arrefecimento das pressões inflacionárias”. Como exemplo, ele disse que a variação dos preços no atacado medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) tem mostrado tendência de queda, e se deslocou de 7,5% no terceiro trimestre para 5,1% ao final do ano.</p>
<p>Disse, ainda, que em 2012 a inflação ao consumidor seguirá recuando e se deslocando na direção da trajetória de metas, “dinâmica esta consistente com a estratégia de política monetária adotada pelo Banco Central”.</p>
<p>Do <a href="http://blog.planalto.gov.br/inflacao-esta-em-trajetoria-de-queda-e-seguira-recuando-em-2012-diz-alexandre-tombini/">Blog do Planalto</a></p>
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		<title>IGP-M registra deflação em dezembro, diz FGV</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 12:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou baixa de 0,12%, em dezembro, acabou de informar a Fundação Getulio Vargas (FGV), que apura o indicador.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO – O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou baixa de 0,12%, em dezembro, acabou de informar a Fundação Getulio Vargas (FGV), que apura o indicador. Em novembro o índice havia avançado 0,50%. No acumulado de 2011, entre janeiro e dezembro, o IGP-M variou 5,10%.</p>
<p>Dois dos três componentes do índice apresentaram desaceleração no mês. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve taxa de variação de -0,48%. No mês anterior, havia subido 0,52%. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) mostrou variação de 0,35%, abaixo do resultado de novembro, de 0,50%. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) aumentou 0,71%, diante de 0,43% em novembro.</p>
<p>No IPC, que teve variação de 0,71%, cinco das sete classes de despesa componentes do indicador registraram alta, com destaque para Alimentação (0,52% para 1,24%). Os itens que mais influenciaram a taxa desta classe de despesa foram: carnes bovinas (1,95% para 5,36%); frutas (0,72% para 4,37%); e panificados e biscoitos (0,08% para 1,56%).</p>
<p>Também apresentaram acréscimo os grupos Transportes (-0,06% para 0,53%); Saúde e Cuidados Pessoais (0,37% para 0,64%); Vestuário (0,76% para 1,10%); e Despesas Diversas (0,23% para 0,37%). Nessas classes de despesa a FGV destacou o comportamento dos preços dos itens gasolina (-0,64% para 1,02%); artigos de higiene e cuidado pessoal (0,22% para 1,06%); roupas (0,85% para 1,36%); e cerveja (1,04% para 3,75%).</p>
<p>Tiveram recuo os grupos Habitação (0,53% para 0,38%) e Educação, Leitura e Recreação (0,46% para 0,44%). Nesses grupos, destacam-se os itens condomínio residencial (1,69% para 0,59%) e show musical (4,83% para -0,77%).</p>
<p>No IPA, o índice relativo aos Bens Finais variou 0,52%. Em novembro, esse grupo de produtos mostrou alta 0,62%. Contribuiu para a desaceleração, segundo a FGV, o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 1,92% para -0,60%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,33%. Em novembro, a taxa foi de 0,35%.</p>
<p>O índice referente ao grupo Bens Intermediários variou -0,17%. Em novembro, 0,27%. O subgrupo materiais e componentes para a manufatura registrou decréscimo, passando de 0,26% para -0,50%, sendo o principal responsável pela desaceleração do grupo. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou -0,33%, ante 0,19% em novembro.</p>
<p>Ainda no IPA, no estágio inicial da produção o índice de Matérias-Primas Brutas variou -1,98%. Em novembro havia registrado variação de 0,73%. Os principais responsáveis pela desaceleração do grupo foram minério de ferro (1,83% para -6,96%); milho em grão (-0,42% para -7,04%); e bovinos (3,72% para 1,35%). Registraram-se acelerações em café em grão (-0,11% para 2,83%); em suínos (1,94% para 6,51%) e em arroz em casca (2,18% para 4,74%).</p>
<p>O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou em dezembro variação de 0,35%, abaixo do resultado de novembro, de 0,50%. Dois dos três grupos componentes do índice apresentaram desaceleração: a taxa do grupo Materiais e Equipamentos passou de 0,26% para 0,18%, enquanto a do grupo Mão de Obra recuou de 0,73% para 0,47%. O grupo Serviços apresentou aceleração, de 0,30% para 0,39%.</p>
<p>Do <a href="http://www.valor.com.br/brasil/1158152/igp-m-registra-deflacao-em-dezembro-diz-fgv">Valor Econômico</a></p>
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		<title>Dilma vê inflação controlada e margem de manobra na política monetária</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 16:55:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[- A presidente Dilma Rousseff afirmou hoje ver espaço para novas alterações da taxa de juros e um cenário em que a inflação está sob controle e a economia brasileira crescerá entre 4,5% e 5% em 2012.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff afirmou hoje ver espaço para novas alterações da taxa de juros e um cenário em que a inflação está sob controle e a economia brasileira crescerá entre 4,5% e 5% em 2012.</p>
<p>Em um café da manhã com jornalistas que cobrem o Palácio do Planalto, apesar de demonstrar preocupação com os desdobramentos da crise financeira internacional, Dilma disse estar otimista em relação à economia doméstica.</p>
<p>Além de assegurar que o governo atingirá “sem problemas” a meta de superávit primário, a presidente reafirmou que o mercado interno garantirá a manutenção da atividade econômica brasileira. Dilma destacou que o setor público e a iniciativa privada manterão seus investimentos no ano que vem, e voltou a dizer que o governo tem como garantir a oferta de crédito por meio da liberação dos recursos dos depósitos compulsórios.</p>
<p>“Temos margem de manobra na política monetária. Ainda temos margem de manobra”, sublinhou a presidente, acrescentando que o Brasil tem oportunidade de acelerar o nosso crescimento.</p>
<p>Dilma afirmou que a sua meta e a da equipe econômica é fazer o país crescer 5% em 2012. “Nós temos certeza que a inflação fica sob controle, fazendo aquela curva suave”, declarou a presidente.</p>
<p>Para ela, “não faz diferença nenhuma” a inflação estar exatamente no centro da meta de 4,5% ou apenas dentro da margem permitida de dois pontos percentuais, uma vez que em ambos os casos a inflação continuaria sob controle.</p>
<p>Do <a href="http://www.valor.com.br/brasil/1142048/dilma-ve-inflacao-controlada-e-margem-de-manobra-na-politica-monetaria">Valor Econômico</a></p>
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		<title>Governo está fazendo a lição de casa para corte da Selic, diz Mantega</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 12:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[mantega]]></category>
		<category><![CDATA[política fiscal rigorosa]]></category>
		<category><![CDATA[selic]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo Mantega, a redução da taxa de juros não "é um ato de vontade do governo, mas sim uma consequência de inflação controlada e de política fiscal rigorosa". ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A uma semana da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do ano, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o governo Dilma Rousseff está &#8220;fazendo a lição de casa da teoria de política monetária&#8221; para permitir novos cortes na taxa básica de juros, a Selic.</p>
<p>Segundo Mantega, a redução da taxa de juros não &#8220;é um ato de vontade do governo, mas sim uma consequência de inflação controlada e de política fiscal rigorosa&#8221;. Esses dois condicionantes, afirmou Mantega, &#8220;estão ocorrendo&#8221;.</p>
<p>Em sua última intervenção nas quatro horas em que participou de audiência pública da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, na Câmara dos Deputados, o ministro da Fazenda afirmou que a decisão sobre a Selic deve ser ponderada pelo regime de inflação.</p>
<p>&#8220;A inflação já está sob o controle do governo, e continuamos nossa luta pela redução dos gastos de custeio, no que contamos com o apoio dos parlamentares&#8221;, afirmou. Mantega disse que a Selic será menor no governo Dilma &#8220;porque estamos avançando nas condições que permitem juros menores&#8221;.</p>
<p>Atualmente, a Selic está em 11,5% ao ano.</p>
<p>Da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/1010875-governo-esta-fazendo-a-licao-de-casa-para-corte-da-selic-diz-mantega.shtml">Folha.com</a></p>
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		<title>Inflação cairá &#8220;fortemente&#8221; em 2012, afirma Barbosa</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 14:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
		<category><![CDATA[Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Orçamentária Familiar (POF)]]></category>
		<category><![CDATA[secretário-executivo do Ministério da Fazenda]]></category>

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		<description><![CDATA[A taxa de inflação vai cair fortemente no ano que vem. Esta é a avaliação de Nelson Barbosa, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, para quem o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará "abaixo de 5%" em 2012.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BRASÍLIA - A taxa de inflação vai cair fortemente no ano que vem. Esta é a avaliação de Nelson Barbosa, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, para quem o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará &#8220;abaixo de 5%&#8221; em 2012, numa razoável queda em relação aos 6,4% estimados pelo governo para este ano.</p>
<p>Segundo Barbosa, a simples revisão da Pesquisa Orçamentária Familiar (POF), por parte do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no ano que vem, deve reduzir o IPCA em até 0,3 ponto percentual.</p>
<p>&#8220;Além disso, o governo continuará implementando a política fiscal que consolida as contas públicas, isto é, reduz os gastos correntes&#8221;, afirmou, há pouco, Barbosa, que participa da cerimônia de balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), no Itamaraty, em Brasília.</p>
<p>Do <a href="http://www.valor.com.br/brasil/1104740/inflacao-caira-fortemente-em-2012-afirma-barbosa">Valor Econômico</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>IGP-M segue perdendo força e fica abaixo de 6%</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 14:31:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[desaleração]]></category>
		<category><![CDATA[igp-m]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>

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		<description><![CDATA[Após desacelerar na segunda prévia do mês, índice da FGV acumula 5,12% no ano e 5,84% em 12 meses.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo – O Índice Geral de Preços‐Mercado (IGP‐M), calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), teve variação de 0,40% na segunda prévia de novembro, ante 0,50% em igual período do mês anterior. Agora, o índice acumula inflação de 5,12% no ano e de 5,84% em 12 meses. O indicador foi perdendo força desde janeiro, quando atingia 11,5% em 12 meses.</p>
<p>Entre os componentes do IGP-M, os preços ao consumidor (IPC) passaram de 0,23% para 0,30%. Segundo a FGV, três dos sete grupos tiveram acréscimo, com destaque para Alimentação, que passou de -0,18% para 0,30%. Os produtos que mais contribuíram para a alta foram hortaliças e legumes (de ‐5,60% para 1,76%), frutas (de ‐1,34% para 0,01%) e carnes bovinas (de 0,67% para 1,13%). O grupo Vestuário passou de 0,51% para 0,61%, enquanto Habitação desacelerou, de 0,59% para 0,42%, assim como Transporte (de 0,12% para -0,13%). O IPC tem alta de 5,28% no ano e de 6,24% em 12 meses.</p>
<p>Os preços ao produtor (IPA) passaram de 0,66%, na segunda prévia de outubro, para 0,44%, acumulando 4,76% no ano e 5,42% em 12 meses. O outro componente do IGP-M, que mede os custos de construção (INCC), variou de 0,12% para 0,37%, com os maiores índices acumulados: 7,07% no ano e 7,70% em 12 meses.</p>
<p>Da <a href="http://www.redebrasilatual.com.br/temas/economia/2011/11/igp-m-segue-perdendo-forca-e-fica-abaixo-de-6">Rede Brasil Atual</a></p>
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