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	<title>Rui Falcão Deputado Estadual do PT &#187; ibge</title>
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	<description>Deputado estadual de São Paulo pelo PT, vice-presidente nacional do Partido, Falcão se dedica às áreas de defesa do consumidor e de habitação e regularização fundiária, além da fiscalização dos atos do Governo.</description>
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		<title>Produção industrial sobe em oito de 14 regiões pesquisadas pelo IBGE</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 13:55:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A produção industrial subiu em oito dos 14 locais observados pelo IBGE em dezembro. Os dados constam na Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional de dezembro, divulgada nesta terça-feira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A produção industrial subiu em oito dos 14 locais observados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em dezembro. Os dados constam na Pesquisa Industrial Mensal &#8211; Produção Física Regional (PIM/PF Regional) de dezembro, divulgada nesta terça-feira.</p>
<p>Na série com ajustes sazonais, o Estado do Paraná registrou o melhor desempenho entre novembro e dezembro, com alta de 6,5%, seguido por Pará, cujo crescimento no período foi de 3,3%. Na mesma base de comparação, a produção industrial no Rio Grande do Sul avançou 2,3%, ao passo que em Pernambuco o setor cresceu 2,1%.</p>
<p>O Estado de Goiás registrou a maior baixa, de 7% em dezembro frente a novembro, já feitos os ajustes sazonais. Na mesma base comparativa, quedas representativas também ocorreram nas produções de Bahia, com recuo de 5,2%, e Rio de Janeiro, onde o decréscimo foi de 3,1%.</p>
<p>Com o resultado, a média nacional ficou em alta 0,9% em dezembro na comparação com novembro, já descontados os efeitos sazonais.</p>
<p>Do <a href="http://www.valor.com.br/brasil/2520708/producao-industrial-sobe-em-oito-de-14-regioes-pesquisadas-pelo-ibge">Valor Econômico</a></p>
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		<title>Programa Farmácia Popular cresce e ajuda cidadão</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 09:05:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Ministério da Saúde revela que voltará, ainda neste semestre, a credenciar unidades que hoje somam 20.225.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O programa Farmácia Popular, que distribui medicamentos gratuitos ou com 90% de desconto, chegou a 20.225  unidades no ano passado no país, entre locais próprios ou credenciados. Mas o Ministério da Saúde  decidiu, em dezembro, parar  os credenciamentos.</p>
<p>A boa notícia, porém, é que novos credenciamentos serão feitos neste primeiro semestre, – informação confirmada  pela assessoria de imprensa do Ministério da Saúde.</p>
<p>Não há definição ainda de quantas novas unidades serão credenciadas, mas a verba para gastos  com medicamentos vai subir para R$ 6,3 bilhões, ou cerca de 14,5% mais em comparação a 2011 – ano passado, a verba foi de R$ 5,5 bilhões.</p>
<p>Decisões como essa podem mudar a vida de muitos brasileiros, como a do funcionário público Caio Urbinati, de 57 anos, que toma 20 comprimidos por dia e chega a gastar R$ 1 mil por mês. “Dependo dos remédios para viver. Isso só vai mudar quando eu morrer”, diz.</p>
<p>Essa “dependência” começou depois que Caio sofreu um infarto. Foi preciso implantar três pontes de safena, um marcapasso e um stenter (para desobstrução dos vasos) para que o coração continuasse a bater.</p>
<p>Até agora, Caio não procurou postos de saúde ou assessoria jurídica para garantir os remédios de graça, mas já pensa em mudar de ideia. “Não fui atrás para conseguir de graça, mas seria uma grande economia”, admite.</p>
<p>apoio às famílias /O próprio órgão oficial de estatísticas do governo federal, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostrou recentemente que os programas de medicamentos gratuitos são necessários.</p>
<p>Isso ocorre porque as famílias gastam mais que o governo com saúde, segundo o IBGE.</p>
<p>De acordo com o estudo, as famílias gastaram, em 2009, R$ 157,1 bilhões em bens e serviços de saúde, enquanto a administração pública desembolsou R$ 123,6 bilhões com o mesmo setor.</p>
<p>Em 2009, as principais despesas de consumo final das famílias brasileiras foram com outros serviços relacionados com atenção à saúde, como consultas médicas e odontológicas, exames laboratoriais (36,3% do total) e com medicamentos para uso humano (35,8%).</p>
<p>No caso da administração pública, 66,4% dos R$ 123,6 bilhões  foram gastos com saúde. As despesas em unidades privadas contratadas pelo SUS responderam por 10,8% e os medicamentos para distribuição gratuita representaram apenas 5,1% dos gastos.</p>
<p>Do <a href="http://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/12325/Programa+Farmacia+Popular+cresce+e+ajuda+cidadao">Diário de SP</a></p>
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		<title>Rendimento médio dos outros Estados fica mais próximo do de São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 08:53:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De 2003 a 2011, segundo o IBGE, a renda média dos paulistas foi a que menos cresceu, enquanto a do Rio teve a maior expansão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A diferença entre o rendimento médio real dos trabalhadores da região metropolitana de São Paulo ante o resto do País está menor. De 2003 a 2011, o salário dos paulistas teve alta de 13,8% e foi o que menos cresceu entre as seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>De acordo com os números do instituto, a alta do rendimento de São Paulo foi quase nove pontos porcentuais inferior à verificada no total do País. Desde 2003, quando foi implementada a nova metodologia da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), o rendimento médio que mais cresceu foi o da região metropolitana do Rio de Janeiro (33,8%), seguida por Belo Horizonte (32,1%) e Salvador (30,9%).</p>
<p>&#8220;É possível dizer que as demais regiões estão convergindo para onde está São Paulo&#8221;, diz Regina Madalozzo, professora de economia do Insper &#8211; Instituto de Ensino e Pesquisa.</p>
<p>A pulverização do salário no País também tem sido influenciada pelo aumento do salário mínimo, que cresceu de R$ 240 para R$ 545 entre 2003 e 2011, e pelos programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, do governo federal. Esses dois fatores costumam ter mais influência em regiões economicamente ainda menos desenvolvidas, como Recife e Salvador.</p>
<p>&#8220;No curto prazo, os programas de transferência de renda são positivos para diminuir as desigualdades regionais&#8221; diz o economista José Márcio Camargo, professor da PUC-Rio. Ele ressalta, entretanto, que é preciso que os governos pensem em políticas de longo prazo para melhorar de forma permanente o rendimento dos trabalhadores das regiões menos favorecidas, como o Norte e o Nordeste do Brasil.</p>
<p>Disputa. A redução entre os rendimentos das regiões deve criar uma disputa entre Rio e São Paulo pelo posto de &#8220;dono&#8221; do maior rendimento nos próximos anos. No ano passado, a diferença foi de apenas 0,6% ou R$ 10,87 a favor de São Paulo; em 2003, era de R$ 234,99. &#8220;Durante a década de 90, a gente observou um crescimento econômico muito baixo no Rio de Janeiro. Então, deve estar havendo uma recuperação dessa década bastante fraca&#8221;, afirma Rafael Bacciotti, economista da Tendências Consultoria.</p>
<p>A recente recuperação econômica do Estado tem sido puxada sobretudo pelos projetos das empresas ligadas ao setor de petróleo e gás e pela demanda de investimento criada com a Copa do Mundo, de 2014, e Jogos Olímpicos, em 2016.</p>
<p>Petróleo. &#8220;O Rio tem grandes reservas de petróleo, empresas petrolíferas estão se instalando lá. Isso faz com que o mercado de trabalho aumente&#8221;, avalia Camargo. Na opinião dele, o setor de serviços também tem atraído investimentos por meio do turismo e pelo o que chama de a &#8220;renovação da cidade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Houve uma política de reordenação urbana bem-sucedida, a questão da segurança melhorou nesse período e ajudou na recuperação do Rio.&#8221;</p>
<p>Esse aquecimento econômico causado por diversos fatores, segundo Regina Madalozzo, fez com que a demanda pelo trabalho crescesse mais rapidamente no Rio do que em outras regiões do País, o que levou &#8220;os salários a subirem mais rapidamente&#8221;.</p>
<p>De acordo com o IBGE, na indústria, por exemplo, a renda cresceu 23,8% entre 2003 e 2011 no País, enquanto no Rio o aumento foi de 43,3%. &#8220;É saudável que a economia do País esteja diminuindo as diferenças, até porque a infraestrutura existente não comportaria mais que todo mundo visse trabalhar em São Paulo&#8221;, diz Regina.</p>
<p>Do <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,rendimento-medio-dos-outros-estados-fica-mais-proximo-do-de-sao-paulo-,831968,0.htm">estadão.com.br</a></p>
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		<title>Falta de emprego é maior entre jovens, mulheres e inexperientes</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 21:01:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O desemprego brasileiro tem uma cara jovem, feminina, de média escolaridade e inexperiente. Para pessoas com essas características, a taxa de desocupação no Brasil é bem superior à taxa global de 4,7% registrada em dezembro do ano passado segundo o IBGE. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O desemprego brasileiro tem uma cara jovem, feminina, de média escolaridade e inexperiente. Para pessoas com essas características, a taxa de desocupação no Brasil é bem superior à taxa global de 4,7% registrada em dezembro do ano passado segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No último mês do ano passado, 1,1 milhão de pessoas estavam desempregadas nas seis capitais pesquisadas. Desses, 213 mil buscavam o primeiro emprego.</p>
<p>Karina Pereira, de 18 anos, é um exemplo desse perfil. Ela acabou de completar o ensino médio e está procurando o primeiro emprego. Karina gostaria de trabalhar como assistente-administrativo ou na área de informática, já que pretende começar neste ano uma faculdade de ciências da computação. Encontrar um trabalho está entre as condições para cursar &#8211; e pagar &#8211; a faculdade. &#8220;Desde que me formei, meus pais, tios e amigos da família estão tentando me indicar trabalhos, mas até agora não encontrei nenhum. Estou ansiosa para começar&#8221;, diz a jovem, que foi ontem pela primeira vez a um Centro de Apoio ao Trabalho (CAT) em São Paulo montar o seu perfil profissional e buscar vagas disponíveis. Não conseguiu nada. A pretensão salarial de Karina é de R$ 1 mil, &#8220;mas acho que devo receber mesmo é R$ 900 no primeiro emprego&#8221;. Talvez a jovem esteja sendo muito otimista. Priscila Delphino, de Osasco, também tem 18 anos e procura o seu primeiro trabalho. Ela já foi duas vezes ao CAT e ontem saiu com uma entrevista marcada para recepcionista de cinema em um shopping. O salário oferecido pela empresa é o mínimo (R$ 622), abaixo da sua pretensão (R$ 900). Entre as vagas compatíveis com o perfil de Priscila, essa era a única que não exigia experiência. Ela chegou a fazer ensino médio técnico em gestão de empresas, mas as oportunidades em recursos humanos, área de interesse da jovem, não consideram o curso técnico como experiência. Ela conta que menos de um terço da sua turma de 22 alunos conseguiu emprego até agora.</p>
<p>A taxa de desocupação entre as mulheres fechou o ano passado em 6%, mas entre os homens o índice é de 3,7%. Essa diferença é histórica, mas, segundo especialistas consultados pelo Valor, vem diminuindo. &#8220;Um exemplo desse fenômeno é a redução da oferta de empregadas domésticas. As mulheres [com menos qualificação] buscam empregos em serviços, sendo que a renda não é, necessariamente, maior, mas há a questão do status social e de o trabalho ser mais regulamentado, com condições mais claras&#8221;, afirma José Márcio Camargo, especialista em mercado de trabalho da PUC-Rio.</p>
<p>O pesquisador também aponta a falta de conhecimento sobre o novo profissional como um problema. &#8220;Há assimetria de informações entre a empresa que disponibiliza a vaga e o candidato que quer ser empregado. Oferecer um salário compatível com a produtividade do trabalhador em seu primeiro emprego é extremamente difícil&#8221;, diz.</p>
<p>Marcelo Neri, economista-chefe do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas, relata assim a dificuldade do jovem: &#8220;Não tenho experiência, logo não consigo emprego; mas se não tenho emprego, não adquiro experiência&#8221;. diz. &#8220;Além disso, muitos não querem a mesma profissão dos pais. Filho de peão, peãozinho não é, pois eles já cursaram o ensino médio&#8221;, diz ele.</p>
<p>O desemprego no Brasil também é mais baixo entre aqueles com poucos anos de estudo (3,7%) ou aqueles com ensino superior (4,5%). Para quem tem entre oito e dez anos de estudo, o que significa ter concluído pelo menos o ensino fundamental e, no máximo, o ensino médio, a desocupação é de 7%.</p>
<p>Para Luiz Scorzafave, professor de economia da USP em Ribeirão Preto, há três principais hipóteses que justificam o desemprego maior entre as pessoas com nível escolar médio. &#8220;A quantidade de pessoas com nível médio incompleto está aumentando no mercado de trabalho e não há geração de vagas suficientes para essa qualificação. Além disso, como as pessoas estão estudando mais, a quantidade de postos de trabalho para pessoas com baixa escolaridade consegue atender a oferta. Finalmente, o número de pessoas com ensino superior está aumentando e elas têm um leque de opções maior. A pessoa com ensino superior pode exercer funções de quem tem menos qualificação. O contrário não é verdadeiro.&#8221;</p>
<p>Para Camargo, calcular a produtividade do candidato está entre as dificuldades que influenciam na taxa de ocupação do profissional com nível de escolaridade média. &#8220;Sobre o profissional mais qualificado, é fácil conseguir informações da qualidade da universidade cursada, por exemplo. No nível intermediário, não há informações disponíveis&#8221;, diz ele.</p>
<p>Apesar de o desemprego maior entre os jovens ser comum aos mercados de trabalho em todo o mundo, a falta de medidas que evitem o agravamento desse cenário pode trazer frustrações e atrapalhar o andamento da economia brasileira. Scorzafave alerta para o risco da informalidade. &#8220;Essa busca frustrada pelo primeiro emprego pode incentivar a informalidade. Um profissional relativamente qualificado pode aceitar se inserir de maneira mais precária no mercado de trabalho.&#8221;</p>
<p>O professor da USP-Ribeirão destaca a importância de investimentos para manter os alunos na escola e aumentar os anos de estudo. &#8220;Com mais tempo na escola, o jovem retarda a procura do primeiro emprego, entra no mercado mais qualificado e começa a contribuir com a previdência mais tarde, retardando a aposentadoria. São vários os aspectos positivos para o país&#8221;, destaca.</p>
<p>Do Valor Econômico (para assinantes)</p>
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		<title>Desemprego em 2011 é o mais baixo da história</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 20:27:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em 2011, menos pessoas procuraram um emprego. Por isso, apesar do menor ritmo de abertura de vagas, a taxa de desemprego foi recorde de baixa e alcançou 6% no ano. Esse é o menor nível desde 2002, quando o IBGE reformulou a metodologia da Pesquisa Mensal de Emprego (PME). ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2011, menos pessoas procuraram um emprego. Por isso, apesar do menor ritmo de abertura de vagas, a taxa de desemprego foi recorde de baixa e alcançou 6% no ano. Esse é o menor nível desde 2002, quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reformulou a metodologia da Pesquisa Mensal de Emprego (PME). No ano passado, a População Economicamente Ativa (PEA) avançou 1,2% sobre 2010, menor taxa desde 2006, com exceção de 2009, ano no qual a crise atingiu o mercado de trabalho e o crescimento foi de apenas 0,9%. Na mesma comparação, a população ocupada subiu 2,1% em 2011, após crescer 3,5% em 2010.</p>
<p>Em dezembro, a taxa de desemprego recuou de 5,2% para 4,7%, menor nível para qualquer mês da série histórica da PME. Na passagem de novembro para dezembro, PEA &#8211; soma das pessoas trabalhando e em busca de emprego &#8211; recuou 0,9%, enquanto o número de ocupados ficou estável. &#8220;Dezembro é um mês em que se vê diminuição na desocupação, por haver redução na procura por trabalho, ocasionada pela proximidade do Natal e do Ano Novo. Por isso, a ocupação subiu pouco&#8221;, disse o gerente da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, sem descartar outras razões para a redução do desemprego</p>
<p>Na média de 2011, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores foi de R$ 1.625,46, alta de 2,7% sobre 2010, menor que a variação daquele ano, quando a renda havia crescido 3,8% nessa base.</p>
<p>Se, do lado da renda e da taxa de desemprego, os efeitos da desaceleração da atividade e da crise externa foram praticamente imperceptíveis, a perda de força na geração de empregos em 2011 é um sinal claro de que o mercado de trabalho responde, ainda que com defasagem, à evolução da economia, observa Fabio Ramos, da Quest Investimentos.</p>
<p>Em sua visão, o crescimento da renda perdeu ímpeto no ano passado mais como efeito da inflação. &#8220;A ocupação mais fraca é o que reflete o nível de atividade corrente. Para a taxa de desemprego subir, é preciso que o PIB [Produto Interno Bruto] desacelere para algo em torno de 2%&#8221;, calcula.</p>
<p>Como para este ano os economistas ouvidos projetam que o PIB cresça cerca de 3,5%, a aposta é que a taxa média de desemprego em 2012 não vai atingir novo recorde de baixa, mas deve se manter próxima ou igual aos 6%.</p>
<p>As estimativas da Tendências apontam para uma taxa de desocupação média de 5,8% em 2012, já que seu cenário não contempla uma ruptura no ambiente internacional. &#8220;Teremos uma blindagem contra a crise vinda do mercado de trabalho&#8221;, diz o economista Rafael Bacciotti. Ele destaca, no entanto, que o aumento do salário mínimo pode ter um efeito inibidor sobre a geração de empregos, já que onera os custos da mão de obra. &#8220;Além disso, o mercado de trabalho já está com ociosidade reduzida.&#8221;</p>
<p>Por outro lado, o reajuste de 14,26% do mínimo a partir de janeiro, aliado a uma inflação menor, vai ajudar o rendimento médio real dos trabalhadores, que pode subiu mais que em 2011. Para Romão, da LCA, o crescimento da renda este ano só não vai ser mais acentuado porque as negociações salariais serão &#8220;mais árduas&#8221;, como reflexo da desaceleração da atividade econômica.</p>
<p>Do Valor Econômico (para assinantes)</p>
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		<title>Desemprego no Brasil cai a 4,7% em dezembro, menor da história</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:14:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O desemprego brasileiro caiu para 4,7 por cento em dezembro, ante 5,2 por cento em novembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O desemprego brasileiro caiu para 4,7 por cento em dezembro, ante 5,2 por cento em novembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. Com isso, a taxa fechou 2011 com a média de 6,0 por cento, sendo que em 2010 ela havia ficado em 6,7 por cento.</p>
<p>Os resultados de dezembro e do ano são os menores desde o início da série em 2002. Economistas consultados pela Reuters projetavam leitura de 4,9 por cento em dezembro.</p>
<p>No mês passado, a população ocupada caiu 0,4 por cento em comparação a novembro, totalizando 22,734 milhões. Sobre dezembro de 2010, houve um crescimento de 1,3 por cento.</p>
<p>Na média de 2011, a população ocupada avançou 2,1 por cento ante 2010, chegando a 22,5 milhões.</p>
<p>O salário médio do trabalhador brasileiro, em dezembro, ficou em 1.650,00 reais, um ganho de 1,1 por cento sobre novembro e de 2,6 por cento em relação a um ano antes.</p>
<p>Na média do ano passado, o salário médio ficou em 1.625,46 reais, crescimento de 2,7 por cento sobre a média de 2010 e o maior patamar médio da série do IBGE.</p>
<p>Da <a href="http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRSPE80P02520120126">Reuters Brasil</a></p>
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		<title>Produção industrial sobe em 8 de 14 regiões pesquisadas, aponta IBGE</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 21:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A produção industrial subiu em oito dos 14 locais observados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados constam na Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM/PF Regional) de novembro, divulgada nesta terça-feira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>RIO – A produção industrial subiu em oito dos 14 locais observados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados constam na Pesquisa Industrial Mensal &#8211; Produção Física Regional (PIM/PF Regional) de novembro, divulgada nesta terça-feira.</p>
<p>Na série com ajustes sazonais, o Estado de Goiás registrou o melhor desempenho entre outubro e novembro, com alta de 11,6%, seguido por Paraná, cujo crescimento no período foi de 5,4%. Na mesma base de comparação, a produção industrial no Espírito Santo avançou 4,7%, ao passo que em Minas Gerais o setor cresceu 4,6%.</p>
<p>Por outro lado, o Estado da Bahia registrou a maior baixa, de 6,4% em novembro frente a outubro, já feitos os ajustes sazonais. Na mesma base comparativa, quedas representativas também ocorreram nas produções de Amazonas, com recuo de 3%, e Pernambuco, onde o decréscimo foi de 2,4%.</p>
<p>Com o resultado, a média nacional ficou em alta 0,3% em novembro na comparação com outubro, já descontados os efeitos sazonais.</p>
<p>Do <a href="http://www.valor.com.br/brasil/1180166/producao-industrial-sobe-em-8-de-14-regioes-pesquisadas-aponta-ibge">Valor Econômico</a></p>
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		<title>Produção industrial sobe 0,3% em novembro, aponta IBGE</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 15:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[esquisa Industrial Mensal – Produção Física]]></category>
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		<category><![CDATA[produção industrial]]></category>

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		<description><![CDATA[Em outubro, a produção havia caído 0,7% (dado revisado) sobre setembro. Os dados constam na Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>RIO – A produção industrial sobe 0,3% em novembro, na comparação com o mês anterior, na série com ajustes sazonais. Em outubro, a produção havia caído 0,7% (dado revisado) sobre setembro. Os dados constam na Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Na comparação com novembro de 2010, a produção caiu 2,5%. De janeiro a novembro de 2011, a produção industrial registra alta de 0,4% frente a igual período do ano anterior, enquanto nos 12 meses encerrados em novembro o crescimento é de 0,6% em relação aos 12 meses anteriores.</p>
<p><center><a href="http://www.valor.com.br/sites/default/files/crop/imagecache/media_library_big_horizontal/0/0/559/366/sites/default/files/images/producao_industrial_-_novembro.jpg"><img class="alignnone" title="gráfico" src="http://www.valor.com.br/sites/default/files/crop/imagecache/media_library_big_horizontal/0/0/559/366/sites/default/files/images/producao_industrial_-_novembro.jpg" alt="producao industrial   novembro Produção industrial sobe 0,3% em novembro, aponta IBGE" width="559" height="366" /></a></center></p>
<p>A comparação entre outubro e novembro mostrou uma alta de 1,6% na produção de bens de capital, já com ajustes sazonais. No mesmo intervalo de comparação, a produção de bens intermediários cresceu 0,5%, enquanto os bens de consumo duráveis recuou 0,9% e os bens de consumo semi e não duráveis subiram 2,2%.</p>
<p>Já na relação com novembro de 2010, os bens de capital caíram 2,9%, os bens intermediários recuaram 1,4%, bens de consumo duráveis tiveram queda 11,5% e os bens de consumo semi e não duráveis caíram 0,8%, em dados sem ajustes sazonais.</p>
<p>No acumulado entre janeiro e novembro de 2011, a produção de bens de capital subiu 3,6% em relação a igual intervalo de 2010, enquanto a fabricação de bens intermediários avançou 0,4%, a produção de bens de consumo duráveis recuou 1,7% e a fabricação de bens de consumo semi e não duráveis caiu 0,2%.</p>
<p>Nos últimos 12 meses encerrados em novembro, os bens de capital avançaram 3,8%, os bens intermediários cresceram 0,5%, os bens de consumo duráveis tiveram baixa 1,2% e os bens de consumo semi e não duráveis recuaram 0,1%, considerando dados sem ajustes sazonais.</p>
<p>Do Valor Econômico (para assinantes)</p>
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		<title>País termina ano com emprego em alta apesar da crise externa</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<description><![CDATA[Recessão na Europa e nos Estados Unidos e importação da China reduziu melhora na criação de postos de trabalho. Em 2012, país adotará mais medidas a favor da indústria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo – O Brasil fecha 2011 com o patamar de desemprego mais baixo em pelo menos uma década. O cenário é literalmente o inverso do verificado, por exemplo, na França, onde a desocupação é a mais grave em 12 anos. Mas o ritmo de criação de empregos no país poderia ter sido maior ainda. Efeitos indiretos da crise econômica que atinge países desenvolvidos como os Estados Unidos e nações europeias prejudicaram a meta de abertura de postos de trabalho no ano. A indústria foi um dos setores mais prejudicados.</p>
<p>O diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lucio, afirma que a estimativa inicial do governo de 3 milhões de empregos criados no ano exagerava no otimismo. A expectativa foi revista no início do segundo semestre para 2,7 milhões. Em 2010, foram 2,86 milhões com carteira assinada, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p>A crise nos países ricos fez nações asiáticas como a China voltarem-se a mercados mais aquecidos, como o Brasil. &#8220;Temos dificuldades de concorrer com o produto (industrial) chinês&#8221;, avalia Ganz Lucio. Setores como o automotivo, especialmente de autopeças, e o de vestuário foram especialmente prejudicados na abertura de postos de trabalho por causa dessa investida.</p>
<p>De janeiro a novembro, foram criados 2,32 milhões de empregos (saldo positivo entre admissões e dispensas) segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) ante 2,54 milhões no mesmo período do ano passado. Na indústria de transformação, de janeiro a novembro, foram 357.715 novos empregos e, no mesmo período do ano passado, as novas vagas do setor somaram 638.006. Novembro de 2010 foi atípico, porque ocorreram menos dispensas do que comumente se verifica no período, quando começam desligamentos de trabalhadores temporários no setor.</p>
<p>&#8220;O que precisamos fazer é proteger nossa economia e investir em tecnologia para ganharmos produtividade para concorrer com esses produtos&#8221;, avalia o diretor do Dieese. No que diz respeito aos incentivos, o governo federal promoveu, em agosto deste ano, aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos com menos de 65% do valor de produção realizados no país. Outros setores receberam desonerações pontuais, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que o setor têxtil deve ter novas medidas de proteção em 2012.</p>
<p>Ganz Lucio avisa, porém, que as ações são importantes mas podem não bastar. &#8220;Essas medidas são necessárias, mas é preciso outras, para incentivar as empresas a produzir nacionalmente e é evidente que o impacto disso é a retomada dos empregos.&#8221;</p>
<p>A perspectiva é de que as economias europeias e norte-americana permaneçam em recesão nos próximos anos. Isso quer dizer que haverá menos mercados absorvendo produtos exportados por nações como o Brasil, ao mesmo tempo em que o consumo nacional, de famílias e do governo, continuará a atrair a atenção e os esforços da China e de outros polos industriais.</p>
<p>Isso reforça a importância de o Brasil zelar por seu mercado interno, garantindo bons patamares de emprego. &#8220;Preservar os empregos também deve ser um objetivo da nossa política&#8221;, avisa o economista.</p>
<p>Em 2011, o país teve bons resultados. A taxa de desocupação calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) atingiu em novembro o menor nível da série histórica, iniciada em março de 2002, e chegou a 5,2%. Segundo o pesquisa mensal em sete regiões metropolitanas da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), de São Paulo, e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o desemprego ficou em 9,7% em novembro. Foi a primeira vez em que a taxa ficou abaixo de dois dígitos desde janeiro de 1998, quando a pesquisa começou a ser feita.</p>
<p><a href="http://www.redebrasilatual.com.br/search?Subject%3Alist=ibge"></a></p>
<p>Da <a href="http://www.redebrasilatual.com.br/temas/economia/2011/12/pais-termina-ano-com-emprego-em-alta-apesar-da-crise-externa">Rede Brasil Atual</a></p>
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		<title>Taxa de desemprego no País é a menor da história, diz IBGE</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 17:33:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[havia]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
		<category><![CDATA[menor taxa da história]]></category>
		<category><![CDATA[verificada]]></category>

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		<description><![CDATA[Desocupação ficou em 5,2% nas seis principais regiões metropolitanas em novembro; a menor taxa até então, de 5,3%, havia sido verificada em dezembro de 2010.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 5,2% em novembro, recuando em relação ao mês anterior quando <a href="http://economia.ig.com.br/desemprego-em-outubro-e-o-menor-para-o-mes-em-9-anos-diz-ibge/n1597381442524.html">a taxa havia sido de 5,8%</a>, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Esse resultado é o menor para o indicador de desocupação desde o início da série histórica, em março de 2002. A menor taxa até então havia sido verificada em dezembro de 2010 quando o indicador ficou em 5,3%.</p>
<p>Segundo o IBGE, a população desocupada, de 1,3 milhão de pessoas, recuou 9,6% na comparação com outubro. Quando comparado com novembro do ano passado, o recuo foi de 7,9%. A população ocupada, de 22,8 milhões, apresentou alta de 0,7% em novembro na comparação com outubro. No confronto com novembro de 2010, houve um crescimento de 1,9%, o que representou elevação de 431 mil ocupados no intervalo de 12 meses.</p>
<p><a href="http://economia.ig.com.br/geracao-de-empregos-tem-seu-pior-resultado-desde-2008/n1597417183104.html">Geração de empregos tem seu pior resultado desde 2008</a></p>
<p><a href="http://economia.ig.com.br/desemprego-cai-a-97-nas-sete-regioes-metropolitanas/n1597418423413.html">Desemprego cai a 9,7% nas sete regiões metropolitanas, aponta Dieese</a></p>
<p>O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, de aproximadamente11,2 milhões de pessoas, não registrou variação na comparação com outubro. Na comparação anual, houve uma elevação de 6,8%, o que representou um adicional de 708 mil postos de trabalho com carteira assinada no período de um ano.</p>
<p>O rendimento médio real dos ocupados, de R$ 1.623,40, o valor mais alto para o mês de novembro desde 2002, quandou teve início a série histórica, não variou em comparação com outubro. Na comparação com novembro do ano passado, o poder de compra dos trabalhadores cresceu 0,7%. A massa de rendimento real, de  R$ 37,4 bilhões, cresceu 0,6% em relação a outubro.</p>
<p><a href="http://economia.ig.com.br/sao-paulo-tem-1-milhao-de-desempregados-mostra-dieese/n1597418445115.html">São Paulo tem 1 milhão de desempregados, mostra Dieese</a></p>
<p>Em comparação com novembro de 2010, a massa cresceu 2,2%. A massa de rendimento real efetivo dos ocupados, de R$ 37,2 bilhões, estimada em outubro de 2011, subiu 0,8% no mês e 1,7% no ano.</p>
<p>A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.</p>
<p>Do <a href="http://economia.ig.com.br/taxa-de-desemprego-no-pais-e-a-menor-da-historia-diz-ibge/n1597419701018.html">IG Economia</a></p>
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