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	<title>Rui Falcão Deputado Estadual do PT &#187; energia</title>
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	<description>Deputado estadual de São Paulo pelo PT, vice-presidente nacional do Partido, Falcão se dedica às áreas de defesa do consumidor e de habitação e regularização fundiária, além da fiscalização dos atos do Governo.</description>
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		<title>O Brasil nunca produziu tanto petróleo</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 21:06:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 2011, foram produzidos 768 milhões de barris de petróleo e 24 bilhões de metros cúbicos de gás natural, o equivalente a 919 milhões de barris de óleo equivalente; fruto de um crescimento de 45% nos últimos 10 anos, números são recorde.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasil247.com.br/get_img?ImageWidth=651&amp;ImageId=137792"><img class="aligncenter" title="Foto: AGÊNCIA PETROBRAS" src="http://www.brasil247.com.br/get_img?ImageWidth=651&amp;ImageId=137792" alt=" O Brasil nunca produziu tanto petróleo" width="651" height="431" /></a></p>
<p>Em 2011, foram produzidos pelos 9.043 poços em operação no país 768 milhões de barris de petróleo e 24 bilhões de metros cúbicos (m³) de gás natural. Os números são recorde, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), e correspondem à produção de 919 milhões de barris de óleo equivalente (boe). O resultado representa um aumento de 2,5% em relação à produção de 2010 de petróleo e de 4,9% sobre a de gás natural.</p>
<p>Nos últimos dez anos, o crescimento verificado na produção de petróleo no Brasil foi de 45%, enquanto a produção de gás natural evoluiu 55%.</p>
<p>Segundo dados da ANP, foi recorde também a produção de petróleo e gás natural em dezembro: 2,214 milhões barris por dia e 71 milhões de m³ por dia. O aumento alcançou 1,6% na produção de petróleo, em relação a dezembro do ano anterior, e 1,2% em comparação com novembro de 2011. Com relação ao gás natural, a produção de dezembro ficou 3,1% acima da apurada em dezembro de 2010 e 5,1% da produção de novembro.</p>
<p>Roncador, na Bacia de Campos, foi o campo com maior produção de petróleo no ano passado. Já a maior produção de gás natural foi registrada em Rio Urucu, na Bacia do Solimões, na Floresta Amazônica. De acordo com a ANP, 91,2% da produção de petróleo e gás natural do país são oriundos de campos operados pela Petrobras.</p>
<p>Na novíssima fronteira do pré-sal, nove poços já estão em operação, oito deles já incluídos na lista dos 30 poços mais produtivos do país.</p>
<p>Do <a href="http://www.brasil247.com.br/pt/247/economia/39638/O-Brasil-nunca-produziu-tanto-petr%C3%B3leo.htm">Brasil247</a></p>
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		<title>Cronograma das obras da Usina Angra 3 prevê mais 4,8 mil contratações até 2013</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 12:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A construção da Usina Angra 3, no município fluminense de Angra dos Reis, continua em ritmo acelerado. Já são cerca de 4,2 mil operários trabalhando no canteiro de obras da nova unidade da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rio de Janeiro – A construção da Usina Angra 3, no município fluminense de Angra dos Reis, continua em ritmo acelerado. Já são cerca de 4,2 mil operários trabalhando no canteiro de obras da nova unidade da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto.</p>
<p>Segundo o diretor de Operação e Comercialização da Eletronuclear, Pedro Figueiredo, a expectativa é que, no período de maior movimentação, previsto para 2013, o canteiro de obras de Angra 3 chegue a ter 9 mil trabalhadores. De acordo com Figueiredo, a preferência é pela contratação de mão de obra da região.</p>
<p>Quando começar a etapa de instalação dos grandes equipamentos, incluindo o gerador a vapor, e de soldagem das tubulações, o que deverá ocorrer dentro de dois anos e meio, Figueiredo disse que aumentará também a demanda por pessoas mais qualificadas, o que não poderá ser suprido na região da Costa Verde. Ele garantiu que a Eletronuclear seguirá dando prioridade à contratação de técnicos e especialistas no Brasil. “Fica uma coisa mais fina, mais sofisticada”.</p>
<p>A concorrência para a montagem eletromecânica de Angra 3 está na fase final de qualificação. A próxima etapa é a abertura dos envelopes com os preços. Figueiredo disse que o processo está seguindo de acordo com o “cronograma normal de uma licitação desse porte, sem nenhuma anormalidade, sem nenhuma contestação”. A montagem eletromecânica deve começar entre abril e maio.</p>
<p>Os investimentos em Angra 3 incluem 600 milhões de euros em equipamentos já adquiridos e cerca de R$ 10 bilhões para conclusão. O cronograma estabelece que 75% dos gastos serão feitos no Brasil. A usina terá potência instalada de 1.405 megawatts (MW).</p>
<p>Da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-01-11/cronograma-das-obras-da-usina-angra-3-preve-mais-48-mil-contratacoes-ate-2013">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Angra 1 e 2 batem recorde histórico de produção de energia em 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 11:46:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A energia gerada pelas usinas nucleares Angra 1 e 2 foi recorde histórico no ano passado, somando 15,644 milhões de megawatts-hora (MWh). A informação foi divulgada, no Rio de Janeiro, pela Eletronuclear, empresa do Sistema Eletrobras. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rio de Janeiro – A energia gerada pelas usinas nucleares Angra 1 e 2 foi recorde histórico no ano passado, somando 15,644 milhões de megawatts-hora (MWh). A informação foi divulgada, no Rio de Janeiro, pela Eletronuclear, empresa do Sistema Eletrobras. Individualmente, as duas usinas também bateram os recordes anteriores de produção registrados em 2010 e 2008, respectivamente, atingindo 4,654 milhões de MWh (Angra 1) e 10,989 milhões de MWh (Angra 2).</p>
<p>O diretor de Operação e Comercialização da Eletronuclear, Pedro Figueiredo, comemorou o desempenho das usinas nucleares. “Angra 1 tem 30 anos de funcionamento e nunca gerou tanto. E Angra 2, com dez anos, também não”.</p>
<p>Figueiredo atribuiu o fato à troca do gerador a vapor de Angra 1, realizada em 2009, o que vem melhorando gradualmente o resultado da usina. “Em Angra 2, não houve necessidade de parar para reabastecimento. Isso aumentou também [a geração]”. Outro fator que contribuiu para a geração registrada em 2011 “foi a demanda do sistema, que pediu mais geração e nós respondemos”.</p>
<p>Para ele, a fonte nuclear de energia “é uma opção válida para suprir as necessidades do sistema elétrico”. No momento, as duas usinas estão operando a 100% de sua capacidade. De acordo com informação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a energia nuclear foi a segunda maior fonte de geração de eletricidade no Brasil, no ano passado, respondendo por 3,17% da matriz elétrica nacional. A primeira fonte geradora foi a energia hidráulica (91% do total). “E a gente espera que continue assim, porque é uma dádiva para o país ter essa disponibilidade de água”.</p>
<p>No estado do Rio de Janeiro, as usinas Angra 1 e 2 geraram o equivalente a 30% do consumo. Quando a usina Angra 3 entrar em operação, entre o final de 2015 e o início de 2016, a energia nuclear representará 60% do que é consumido de energia elétrica no estado, estimou Figueiredo.</p>
<p>O diretor da Eletronuclear acredita que o ano de 2012 também será bom para a área nuclear. “A expectativa é boa porque Angra 1 não deve parar para reabastecimento, porque parou em outubro [de 2011]. Em segundo lugar, porque o ONS vem gradativamente solicitando mais e mais a participação das [usinas] nucleares como complementação das usinas hidráulicas”.</p>
<p>Ele apontou como vantagem diante de outras usinas términas, o fato de as usinas nucleares serem mais baratas.  O custo médio do combustível nuclear para as usinas Angra 1 e 2 ficou em R$ 20,41 por MWh, no ano passado. Essa mesma geração, se tivesse sido feita por outras fontes de energia térmica, conforme Figueiredo, custaria R$ 71,31 por MWh. “Quase três vezes e meia a diferença entre o custo do combustível nuclear e o de outros combustíveis, entre os quais carvão e gás natural”. As usinas Angra 1 e 2 têm potência total de 2 mil MW.</p>
<p>Da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-01-11/angra-1-e-2-batem-recorde-historico-de-producao-de-energia-em-2011">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Petrobras: boas perspectivas em todas as áreas para 2012, afirma a direção</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 11:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Agência Nacional do Petróleo]]></category>
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		<category><![CDATA[Plano de Negócios 2011-2015]]></category>

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		<description><![CDATA[Dando prosseguimento ao Plano de Negócios 2011-2015, a Petrobras trabalha para que 2012 seja mais um ano de realizações e conquistas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com mais sondas à disposição, a Companhia poderá intensificar suas atividades de exploração e produção em 2012. Só em 2011, a Petrobras recebeu nove sondas de perfuração e outras quatro estão em fase de recebimento (testes de aceitação). Em 2012, ao menos outras doze sondas de perfuração, já contratadas, devem começar a operar. Está prevista a perfuração de 66 poços exploratórios no mar. Destes, 18 serão perfurados na Bacia de Santos, 16 na Bacia de Campos, 11 na Bacia do Espírito Santo, nove em Sergipe, cinco na margem leste (bacias do Jequitinhonha (2) e Camamu/Almada (3)) e sete na margem equatorial (nas bacias de Barreirinhas (2), Potiguar (3) Foz do Amazonas (1) e Ceará (1)).</p>
<p>De acordo com a direção da Petrobras durante encontro de final de ano com a imprensa, no dia 20 de dezembro (terça-feira), para o ano que vem, também está previsto aumento de capacidade de produção de petróleo com a entrada de novas unidades nos campos de Baleia Azul (Pré-Sal da Bacia de Campos), Tiro/Sidon (pós-sal da Bacia de Santos) e Guará (Pré-Sal da Bacia de Santos). Os projetos pilotos de Baleia Azul, com capacidade de 100 mil barris por dia (bpd), e de Tiro/Sidon, com 80 mil bpd de capacidade, estão previstos para entrar em produção no terceiro trimestre do próximo ano. A Petrobras têm 100% de participação em ambos. Já o projeto piloto de Guará (capacidade de 120 mil bpd), em que a Companhia tem 45% de participação, deve entrar em produção no último trimestre do ano.</p>
<p>Em 2012, a Companhia conectará mais poços à P-56, que atingirá seu pico de produção (100 mil bpd) no primeiro trimestre, à P-57, que atingirá sua produção máxima (180 mil bpd) no terceiro trimestre de 2012, e ao FPSO Cidade de Angra dos Reis (Piloto de Lula), que atingirá sua capacidade de produção de 100 mil bpd ao longo do ano. A Petrobras tem 65% de participação em Lula.</p>
<p>O Plano de Negócios 2011-2015 prevê investimentos de US$ 13,2 bilhões na área de Gás e Energia. A maior parcela dos recursos (US$ 5,9 bilhões) será destinada à conversão de gás natural em ureia e amônia para produção de fertilizantes e à produção de metanol, melamina, ácido acético e ácido fórmico, bem como aos projetos GTL Parafinas, Flua (Arla 32) e sulfato de amônio.</p>
<p>Com esses investimentos, o Brasil, que atualmente importa 53% da amônia que consome, será autossuficiente na produção deste insumo em 2015. As importações de ureia, que totalizam, hoje, 67% do consumo interno, cairão para 28% também em 2015 e, em 2017, a importação de metanol, que atualmente representa 68% do consumo interno, cairá para 17%.</p>
<p>Em março de 2012, a Petrobras inicia a construção do Terminal de Regaseificação da Bahia com capacidade para regaseificar 14 milhões de m³/dia de GNL. Esse terminal tem conclusão prevista para janeiro de 2014 e, somando-se aos terminais da Baía de Guanabara (RJ) e Pecém (CE), ampliará para 41 milhões de m³/dia a capacidade de regaseificação do Brasil.</p>
<p>Em abril de 2012, começará a ser construída a Usina Termelétrica Baixada Fluminense que entrará em operação em março de 2014, com capacidade para gerar 530 MW. Em setembro do mesmo ano, começará a operar a Unidade de Fertilizantes Nitrogenados de Três Lagoas-MS (UFN III) que entregará ao mercado 1,27 milhão de toneladas de ureia e 70 mil toneladas de amônia por ano.</p>
<p>A construção da planta de sulfato de amônio, com capacidade para produzir 303 mil toneladas/ano na Fafen-Sergipe, permitirá ampliar a capacidade de produção desse insumo no País, saltando das atuais 477 mil toneladas/ano para 780 mil toneladas/ano em 2013.</p>
<p>Entre 2012 e 2013, entrarão em operação 14 novos pontos de entrega de gás natural, acompanhando o crescimento do mercado das distribuidoras estimado em 12,5% nesse período, o que equivale a um volume adicional de 5,1 milhões m³/dia.</p>
<p>No Abastecimento, a partir de janeiro de 2012, a Petrobras ampliará o fornecimento do Diesel S-50, com baixo teor de enxofre, para todos os estados brasileiros. O uso do Diesel S-50 nos novos motores resultará na redução de, no mínimo, 80% da emissão de material particulado. Novas unidades destinadas a melhorar a qualidade da gasolina entram em operação na Recap (Refinaria de Capuava, em Mauá, SP) e na Repar (Paraná), e, para a qualidade do diesel, na Recap, na RLAM (Bahia) e na Repar. Ainda em 2012, a PetroquímicaSuape, em Pernambuco, estará com a planta de PTA (ácido tereftálico purificado) e a unidade de PET em operação.</p>
<p>No exterior, terá sequência em 2012 a exploração dos blocos 57 (participação de 46,16% Petrobras) e 58 (100% Petrobras), ambos operados pela Companhia no Peru, onde há perspectivas promissoras em gás natural. A entrada em produção dos campos de Cascade e Chinook, nos quais a Petrobras atua como operadora (participações de 100% e 67%, respectivamente), está prevista para o início de 2012. O projeto representa importante marco para a Companhia, por se tratar de projeto de desenvolvimento pioneiro na porção americana do Golfo do México, uma vez que utiliza unidade de produção do tipo FPSO (tecnologia dominada e amplamente utilizada no Brasil pela Petrobras).</p>
<p>Em Angola, há previsão, no início de 2012, de perfuração de um poço no Bloco 26 (bloco de pré-sal localizado na Bacia de Benguela, ao sul do offshore angolano, no qual a Petrobras é operadora com 30% de participação). Já na Tanzânia, deverá ser concluída, também no início de 2012, a perfuração de um poço exploratório no Bloco 5 (50% Petrobras, operadora), iniciada este ano. Na Namíbia, está prevista, para 2012, a perfuração de poço exploratório no Bloco 2714A, no qual a Petrobras é operadora com 50% de participação.</p>
<p>Até 2015, a Petrobras investirá US$ 1,2 bilhão em ações de eficiência energética e de redução de intensidade de emissões, incluindo pesquisa e desenvolvimento na área. A redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE), por exemplo, é tema de dois programas tecnológicos desenvolvidos pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes): o Proclima (Programa Tecnológico de Mudanças Climáticas), que estuda soluções tecnológicas para a redução das emissões nos processos da Companhia, e o ProCO2 (Programa Tecnológico de Gerenciamento do CO2), que visa desenvolver e implementar tecnologias de captura, transporte, armazenamento e aproveitamento do CO2 que será produzido no Pré-Sal. Com a entrada em operação do FPSO Angra dos Reis na Bacia de Santos, a Petrobras reinjeta atualmente 220 toneladas/dia de CO2 no reservatório produtor.</p>
<p>Na área de Recursos Humanos, a Petrobras estima admitir 17 mil novos empregados até 2015, conforme seu Plano de Negócios. O planejamento da companhia é realizar dois processos seletivos por ano, tanto para cargos de nível superior como para técnicos de nível médio.</p>
<p>Para 2012, está previsto o lançamento da seleção pública do Petrobras Cultural. Criado em 2003, o Programa baliza as ações de patrocínio da Companhia em torno de uma política cultural de alcance social e de afirmação da identidade brasileira. É o maior programa de patrocínio cultural do país. Desde a primeira edição, o PPC já teve sete edições, abrangendo 76 áreas de seleções públicas, destinando R$ 311 milhões a 1.246 projetos contemplados. Foram mais de 26 mil projetos inscritos, avaliados por 356 especialistas integrantes das comissões de seleção.</p>
<p>Está programado para abril o lançamento da edição 2012 da Seleção Pública do Programa Petrobras Desenvolvimento &amp; Cidadania. Através dele, a Companhia investe em projetos voltados para geração de renda e oportunidade de trabalho, educação para a qualificação profissional e garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes. Para 2012, a meta do Mova-Brasil é de formar aproximadamente 4.800 turmas, mantendo a finalidade de contribuir para a redução do analfabetismo no Brasil, para o fortalecimento da cidadania e para a geração de renda.</p>
<p>Em 2012, o Programa Petrobras Ambiental (PPA) concluirá um ciclo de cinco anos com investimentos de R$ 500 milhões em projetos de conservação ambiental relacionados à água e clima em todo o País. No próximo ano, está prevista nova edição da seleção pública de projetos ambientais. Também será lançado o Programa Petrobras Agenda 21, que investirá cerca de R$ 12 milhões ao longo do ano, na construção de um plano participativo de desenvolvimento sustentável em mais de 200 comunidades em todo o Brasil.</p>
<p>Na área de biocombustíveis, a Petrobras, por meio da subsidiária Petrobras Biocombustível, segue na sua estratégia de ampliação da produção conforme previsto no Plano de Negócios 2011-2015. No etanol, terá sequência em 2012 projeto de expansão da usina Boa Vista (GO), da Nova Fronteira, que quando concluído, em 2015 se tornará a maior do mundo, a partir de cana, com capacidade de 700 milhões de litros/ano, além da duplicação da usina de Bambuí (MG), parceria com a Total Agroindústria Canavieira, além de prosseguir os investimentos para aumento de produção e cogeração na Guarani. Também seguirão os estudos para produção de etanol em Moçambique, primeiro projeto de produção de etanol fora do país.</p>
<p>No biodiesel, a empresa prossegue no desenvolvimento da parte agrícola do projeto Pará, para construção de usina biodiesel para atender a região Norte, e do projeto Belém, voltado à produção de green diesel em Portugal, em parceria com a Galp Energia.</p>
<p>Em 2012, a Petrobras Distribuidora prevê investimentos da ordem de R$ 1,3 bilhão, de um total de R$ 5,2 bilhões incluídos no Plano de Negócios 2011-2015. Com vendas globais estimadas em 47.471 mil m³ (6,4% acima do volume projetado para 2011), a Distribuidora espera continuar ampliando seu market share, atingindo 39,4%.</p>
<p>Entre os principais projetos que demandarão recursos estão a construção, ampliação e melhoria de terminais e bases em 13 estados das cinco regiões do país, a modernização de cerca de 1.050 postos e a ampliação da rede, investimentos no segmento de GLP (Liquigás), em clientes do segmento de Grandes Consumidores, a implantação do diesel BTE (junto com a solução integrada Flua e Lubrax Advento), modernização e ampliação da fábrica de lubrificantes, obras, instalações e equipamentos em pools e aeroportos, construção de montagem da rede de distribuição de gás natural para atendimento a cidades do interior do ES (Vila Velha, Linhares, Cachoeiro do Itapemirim) e investimentos no segmento de asfaltos, destacando-se a construção de fábrica de emulsões em Mato Grosso.</p>
<p>Na Transpetro, a expectativa é acelerar, em 2012, o ritmo de entregas de navios, com o início das operações dos suezmax João Cândido e Zumbi dos Palmares, construídos pelo Estaleiro Atlântico Sul, e dos navios Sérgio Buarque de Holanda, Rômulo Almeida e José Alencar, que estão em fase de acabamento no Estaleiro Mauá.</p>
<p>Da <a href="http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=185704">Revista Fator</a></p>
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		<title>Em Londres, público tem que pedalar para assistir filmes no cinema</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 09:17:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Essa é para os amantes de cinema que gostam de pedalar – ou, então, que não medem esforços para assistir a um novo filme na telona: trata-se do cinema itinerante Cycle-In Cinema.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é para os amantes de cinema que gostam de pedalar – ou, então, que não medem esforços para assistir a um novo filme na telona: trata-se do cinema itinerante Cycle-In Cinema, que percorre toda a cidade de Londres projetando filmes a partir da eletricidadegerada por meio de pedaladas do próprio público.</p>
<p>Para entrar no cinema, os espectadores não precisam pagar ingresso, mas a companhia de uma bicicleta é fundamental. Isso porque o Cycle-In Cinema não possui nenhuma bike: as magrelas devem ser levadas pelo próprio público, que as plugam em geradores capazes de converter aenergia cinética – ou seja, de movimento –, produzida pelas pedaladas, em eletricidade para colocar o projetor e o sistema de som do cinema para funcionar.</p>
<p>E para aqueles que não querem assistir ao filme ouvindo o barulho das pedalas alheias – ou, pior, da respiração ofegante dos demais espectadores –, o Cycle-In Cinema transmite o áudio do cinema para os rádios e smartphones que estiverem no local, dando ao público a opção de assistir ao espetáculo com fones de ouvido.</p>
<p>A intenção do projeto, criado pela organização Magnificent Revolution, é aliar diversão aconscientização, ao mostrar ao público o quanto é suado – literalmente, nesse caso! – produzir energia elétrica para as mais banais atividades do dia a dia.</p>
<p>Para receber o Cycle-In Cinema em algum parque, praça ou estacionamento do seu bairro, os londrinos precisam, apenas, escrever para a Magnificent Revolution requisitando os serviços docinema itinerante. Para 2012, a organização planeja expandir a iniciativa para toda a Inglaterra, mas já tem gente sonhando com a chegada do Cycle-In Cinema no Brasil. Você toparia assistir a um filme nesse cinema?</p>
<p>Leia também:<br />
<a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/energia/show-energia-pedalar-bicicleta-publico-bar-vidasimples-532889.shtml" target="_blank">Bike Bar: produzindo energia com bicicletas</a></p>
<p>Do <a href="http://super.abril.com.br/blogs/planeta/em-londres-publico-tem-que-pedalar-para-assistir-filmes-no-cinema/">Super</a></p>
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		<title>Chevron não controla vazamento de petróleo e ANP aprova plano para fechar poço</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 11:44:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A petrolífera Chevron Brasil Upstrem ainda não conseguiu controlar o vazamento de petróleo em um poço operado pela empresa na Bacia de Campos. E a mídia corporativa brasileira continua em silêncio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rio de Janeiro – A petrolífera Chevron Brasil Upstrem ainda não conseguiu controlar o vazamento de petróleo em um poço operado pela empresa na Bacia de Campos. O poço está situado no Campo de Frade, a 370 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, em uma profundidade de 1,2 mil metros. A Chevron já iniciou os procedimentos para fechar e abandonar o poço.</p>
<p>De acordo com nota divulgada hoje (4) pela companhia petrolífera, a mancha de óleo está a 120 quilômetros da costa do município fluminense de Campos e se desloca para alto-mar. Dezoito barcos da companhia e de outras empresas que operam na região estão no local do vazamento, auxiliando no trabalho de contenção, recolhimento e dispersão do óleo, considerado pesado.</p>
<p>A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgou nota no início da noite informando que aprovou o plano de abandono do poço apresentado pela Chevron. O plano prevê, na primeira etapa, o uso de lama pesada para “matar” o poço. Depois, o poço será cimentado para fechar o vazamento de forma definitiva.</p>
<p>A provável origem do vazamento é um poço de avaliação, fechado na última quarta-feira (9), de forma preventiva. A Chevron calcula que estão vazando para o Oceano Atlântico de 400 a 650 barris por dia. Mas para a ANP, o vazamento é menor, entre 200 e 330 barris diários. A mancha de óleo tem 163 quilômetros quadrados de área, aproximadamente metade da área da Baía de Guanabara.</p>
<p>Da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-11-14/chevron-nao-controla-vazamento-de-petroleo-e-anp-aprova-plano-para-fechar-poco">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Pacientes que dependem de equipamentos médicos em casa não pagarão conta de luz</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 10:52:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As pessoas em tratamento médico que mantêm em casa equipamentos de saúde e que estão inscritas no cadastro único do governo federal não vão pagar mais pela luz que consomem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília – As pessoas em tratamento médico que mantêm em casa equipamentos de saúde e que estão inscritas no cadastro único do governo federal não vão pagar mais pela luz que consomem. A portaria que determina a isenção do pagamento de tarifa de energia elétrica foi assinada hoje (8) pelos ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e de Minas e Energia, Edison Lobão.</p>
<p>Um dos grandes problemas enfrentados por quem precisa manter permanentemente em casa equipamentos médicos essenciais, como de aspiração de secreções ou de apoio à respiração, é a dificuldade de pagar a conta de energia, relatou o ministro da Saúde. “Esse é um dos grandes problema da atenção domiciliar, um dos grandes gastos feitos pelas famílias”.</p>
<p>Para ter direito à isenção, é necessário comprovar, por meio de laudo da secretaria de saúde estadual ou municipal, a necessidade de uso dos equipamentos e atualizar regularmente as informações cadastrais na concessionária de distribuição de energia e na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).</p>
<p>» Leia também:</p>
<p><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-07-28/bc-eleva-projecao-de-reajuste-de-tarifa-de-eletricidade-e-reduz-de-telefonia-fixa">BC eleva a projeção de reajuste de tarifa de eletricidade e reduz a de telefonia fixa</a></p>
<p>Da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-11-08/pacientes-que-dependem-de-equipamentos-medicos-em-casa-nao-pagarao-conta-de-luz">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Eletrobras apresenta proposta para comprar parte de empresa estatal de energia de Portugal</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 21:28:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Eletrobras apresentou hoje (21) sua proposta ao governo português para a compra de 21,35% das ações da estatal Energias de Portugal (EDP). A oferta é dividida em três segmentos: financeiro, planos de investimentos e governança. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília – A Eletrobras apresentou hoje (21) sua proposta ao governo português para a compra de 21,35% das ações da estatal Energias de Portugal (EDP). A oferta é dividida em três segmentos: financeiro, planos de investimentos e governança. Segundo a assessoria de imprensa da estatal, os termos não podem ser divulgados devido ao acordo de confidencialidade assinado pela empresa e o governo de Portugal.</p>
<p>O presidente da Eletrobras, José Carvalho da Costa Neto, disse que a proposta apresentada pela empresa é muito competitiva. Segundo ele, as duas empresas possuem sinergias estratégicas importantes como os investimentos em fontes renováveis de energia. Ele acredita que uma participação significativa na empresa portuguesa permitiria à Eletrobras dar um salto no seu processo de internacionalização com a entrada nos mercados norte-americano e europeu.</p>
<p>A Eletrobras e a EDP já são sócias em empreendimentos no Brasil, como as usinas Lajeado e Peixe Angical, ambas no Tocantins. Costa Neto reuniu-se com o alto comando da EDP em Lisboa há duas semanas para tratar da negociação.</p>
<p>Da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-10-21/eletrobras-apresenta-proposta-para-comprar-parte-de-empresa-estatal-de-energia-de-portugal">Agência Brasil</a></p>
<p><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/assunto/economia"><br />
</a></p>
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		<title>Visita &#8216;pessoal&#8217; de Dilma à Bulgária vira oportunidade de negócios em energia</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 21:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[diretora de Gás e Energia da Petrobras]]></category>
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		<category><![CDATA[José da Costa Carvalho Neto]]></category>
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		<description><![CDATA[A visita oficial da presidente Dilma Rousseff à Bulgária, que começou nesta quarta-feira na capital, Sófia, nasceu sob uma motivação pessoal: ela veio conhecer a terra do seu pai. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A visita oficial da presidente Dilma Rousseff à Bulgária, que começou nesta quarta-feira na capital, Sófia, nasceu sob uma motivação pessoal: ela veio conhecer a terra do seu pai. Logo após ser eleita no ano passado, Dilma foi convidada pelo presidente búlgaro, Georgi Parvanov, a conhecer o país de seus antepassados.</p>
<p>Um dia inteiro da visita de dois dias será dedicado à cidade de Gabrovo, região central, onde o pai de Dilma, Petar Roussev (na grafia original), nasceu e morou antes de se mudar para França nos anos 1920, de onde seguiria para a Argentina e finalmente ao Brasil.</p>
<p>Dilma aproveitou a viagem para trazer uma comitiva de alto escalão de empresários, sobretudo do setor de energia. Acompanham o grupo o presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, e Maria da Graça Foster, diretora de Gás e Energia da Petrobras e uma das figuras poderosas da empresa.</p>
<p>O assessor especial da Presidência, Marco Aurélio Garcia, vê o setor energético como uma oportunidade para o Brasil ampliar a colaboração com o governo búlgaro.</p>
<p>Até a entrada na União Europeia, em janeiro de 2007, a Bulgária era um grande produtor e exportador de energia, gerada sobretudo em suas usinas nucleares. Mas, sob pressão de franceses e alemães, a Bulgária fechou quatro reatores de sua maior usina, a de Kozloduy, como condição para ingressar no bloco.</p>
<p>O país deixou de ser um grande exportador de energia e se viu no dilema de ter de buscar fontes alternativas.</p>
<p>Nesta quarta-feira, empresários dos dois países participam do Fórum Empresarial Brasil-Bulgária. Os representantes da Eletrobras, Petrobras e do Ministério de Minas e Energia farão uma exposição intitulada &#8220;Energias renováveis: a experiência brasileira&#8221;, com o objetivo de exportar o modelo do Brasil de produção de fontes de energia limpa.</p>
<p>Além do setor de energia, também participam da comitiva o presidente da Embrapa, Pedro Antônio Arraes Pereira, e um representante da Embraer, que neste ano fechou um negócio com a Bulgaria Air.</p>
<p><strong>ESFORÇO COMERCIAL</strong></p>
<p>Apesar do esforço do governo brasileiro em identificar áreas comuns de interesse, Brasil e Bulgária têm poucas relações comerciais e agendas bastante distintas. O fluxo comercial entre os dois países é quase inexpressivo, de apenas US$ 147 milhões, com um pequeno superávit brasileiro.</p>
<p>A diferença de escala das economias também é enorme. O PIB da Bulgária (US$ 47,7 bilhões) é equivalente ao do Estado brasileiro de Goiás. A Bulgária importa do Brasil principalmente minérios, fumo, café e açúcar, e o país representa apenas 0,05% do total das exportações brasileiras.</p>
<p>Os dois países também passam por momentos distintos economicamente. Os dois foram afetados pela crise financeira de 2008, mas em intensidades diferentes.</p>
<p>A Bulgária, cuja economia crescia em média 6% ao ano entre 2004 e 2008, foi fortemente impactada pela recessão global. Em 2009, o PIB do país contraiu 5%, sem conseguir se recuperar em 2010. O principal importador de produtos búlgaros é a Grécia, que está passando por uma grave recessão.</p>
<p><strong>UNIÃO EUROPEIA</strong></p>
<p>A agenda diplomática da Bulgária é toda voltada à aproximação com a Europa, e não na busca de novos parceiros no mundo emergente.</p>
<p>O país ingressou na União Europeia em 2007, mas não faz parte da zona do euro. No ano passado, alemães e franceses vetaram o ingresso búlgaro no espaço Schengen &#8211;que isenta cidadãos da área comum de apresentarem passaportes nas fronteiras.</p>
<p>Eles criticam a falta de combate à corrupção e ao crime organizado por parte do governo búlgaro. Em 2008, por motivos semelhantes, a União Europeia cortou um pacote de ajuda de milhões de euros ao país.</p>
<p>A questão europeia é um dos principais temas das eleições presidenciais que ocorrerão daqui a três semanas.</p>
<p>O aprofundamento das relações da Bulgária com a União Europeia é uma das bandeiras do partido que lidera as pesquisas, o Gerd, que significa Cidadãos pelo Desenvolvimento Europeu da Bulgária.</p>
<p>Nesta quarta-feira, Dilma se encontrará com uma das principais figuras do Gerd, o premiê Boiko Borisov, que tenta emplacar o seu candidato na disputa, o ministro de Obras Públicas, Rosen Plevneliev.</p>
<p>Da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/bbc/985910-visita-pessoal-de-dilma-a-bulgaria-vira-oportunidade-de-negocios-em-energia.shtml">Folha.com</a></p>
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		<title>Energia eólica avança no Brasil, mas fontes tradicionais mantêm prioridade</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 14:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Investimentos previstos até 2020 colocam hidrelétricas de médio e grande portes na Amazônia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5322" class="wp-caption aligncenter" style="width: 426px"><a href="http://ruifalcao.com.br/wp-content/uploads/2011/06/001ENERGIA_EOLICA.jpg"><img class="size-full wp-image-5322" title="Turbinas usadas para gerar energia a partir dos ventos " src="http://ruifalcao.com.br/wp-content/uploads/2011/06/001ENERGIA_EOLICA.jpg" alt="001ENERGIA EOLICA Energia eólica avança no Brasil, mas fontes tradicionais mantêm prioridade" width="416" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Turbinas usadas para gerar energia a partir dos ventos </p></div>
<p>O bom momento da energia eólica no Brasil, com forte inserção nos leilões e a previsão de multiplicação por 14 ao longo da década, não significa que se vá abrir mão das fontes tradicionais de fornecimento. A matriz hidrelétrica segue como prioridade, incluindo obras de médio e grande portes na região amazônica, apesar de tensões sociais e críticas relacionadas a impactos ambientais.</p>
<p>Gesmar Rosa dos Santos, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), acredita que as previsões para a energia eólica serão revistas para cima nos próximos anos. “Já se sabe que o potencial eólico é muito grande. Faz-se um planejamento com certa margem de segurança, mas a possibilidade é muito maior se o setor privado entrar com força.”</p>
<p>Orgulhoso de ostentar uma matriz energética “limpa”, o país vê crescer as contestações aos impactos sociais e ambientais das hidrelétricas, mas o governo garante que não vai abrir mão dessa fonte como forma de assegurar o crescimento econômico. “No que diz respeito à geração, a hidreletricidade continua sendo a prioridade, acompanhada de perto pela energia eólica e a biomassa”, resumiu recentemente Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).</p>
<p>A EPE, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, aposta que o consumo total no país vai crescer em mais de 60% até 2020, embora vá haver melhoria da eficiência tecnológica. A geração de energia elétrica receberá R$ 190 bilhões até lá, sendo que R$ 90 bi já estão contratados. A verba restante terá 55% de destinação a hidrelétricas e 45% a outras fontes.</p>
<p><strong>Palco de tensões</strong></p>
<p>O Plano Decenal de Energia indica crescimento na capacidade de fontes mais poluentes, como termoelétricas movidas a carvão mineral, que ainda representa 45% do consumo domiciliar de energia, e óleo combustível. As usinas de biomassa, que podem ser mais ou menos poluentes de acordo com a fonte, mais que dobrarão a capacidade, chegando a 9 mil megawatts de geração.</p>
<p>O panorama traçado pela EPE indica ainda que 10 das 24 hidrelétricas previstas para serem construídas na segunda metade da década ficarão no Norte do país, que concentra a Amazônia Legal. Ficam na região os maiores empreendimentos, com capacidade para gerar 15 mil dos 18 mil novos megawatts que entrarão no sistema de 2016 a 2020. A grande obra será São Luís do Tapajós, com potência de 6.130 megawatts, quase o dobro da usina de Jirau, em Rondônia, marcada pela revolta de trabalhadores submetidos a más condições.</p>
<p>Não é só o problema trabalhista que coloca em dúvida as construções na região amazônica. Belo Monte, programada para ser a segunda maior hidrelétrica brasileira, será instalada na região de Altamira, no Pará, sob fortes protestos nacionais e internacionais. Organizações sociais, somadas ao Ministério Público Federal, indicam que as obras terão forte impacto social e ambiental na região, prejudicando indígenas que não chegaram a ser consultados como gostariam e como demandam  convenções internacionais firmadas pelo Brasil.</p>
<p><strong>Contestação</strong></p>
<p>O IPCC, painel da Organização das Nações Unidas (ONU) para as mudanças climáticas, entende que a geração de energia a partir de barragens pode ser interessante do ponto de vista da emissão de gases poluentes desde que exista forte investimento na mitigação dos efeitos das obras. Essa contrapartida permanece como grande desafio. Santos, do Ipea, soma-se a esta leitura: “Só que nosso histórico não é de respeitar a legislação, é de desrespeitar”.</p>
<p>O Ibama sofreu forte contestação por conta da atuação no processo de Belo Monte, desde as audiências públicas até a concessão das licenças de construção. Procuradores da República no Pará colocam em dúvida os debates realizados em quatro pontos do Pará, indicando que alguns ribeirinhos e indígenas não puderam chegar aos locais de discussão e que a palavra de moradores locais não era respeitada.</p>
<p>Ao longo do processo de concessão de licenças, dois presidentes deixaram o instituto por conta de pressão ministerial, abertamente de Édison Lobão, titular de Minas e Energia. Por fim, a licença de instalação da usina foi concedida sem que algumas das condicionantes tivessem sido cumpridas. Temem-se em especial a remoção de populações indígenas e ribeirinhas, o aumento do desmatamento e a redução da vazão do rio Xingu, com impactos para o estilo de vida local.</p>
<p>Ruberval Baldini, presidente da Associação Brasileira de Energias Renováveis e Meio Ambiente (Abeama), entende que isso poderia ter sido evitado se, nas décadas anteriores, os governos tivessem estimulado o desenvolvimento de fontes alternativas. “É mais barato, então vai devastando. Vai acabar com a Amazônia porque precisa produzir. Não digo que cancelaria investimento em hidrelétrica, mas estaria incentivando o investimento em energia solar porque estamos muito atrasados.”</p>
<p>É consenso que o Brasil terá de investir em pesquisa para reduzir seu atraso tecnológico em alguns campos, exceção feita à hidreletricidade, e para amenizar a emissão de gases que provocam efeito estufa. Como o setor industrial responde pela maior parte do consumo, a EPE cobra a iniciativa privada para que divida as tarefas. Bons em demandar, os empresários nem sempre estão dispostos a compartilhar responsabilidades.</p>
<p>Da <a href="http://www.redebrasilatual.com.br/temas/economia/2011/06/energia-eolica-avanca-no-brasil-mas-fontes-tradicionais-seguem-prioridade-de-governo">Rede Brasil Atual</a></p>
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