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	<title>Rui Falcão Deputado Estadual do PT &#187; emprego</title>
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	<description>Deputado estadual de São Paulo pelo PT, vice-presidente nacional do Partido, Falcão se dedica às áreas de defesa do consumidor e de habitação e regularização fundiária, além da fiscalização dos atos do Governo.</description>
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		<title>Grande São Paulo atinge &#8220;patamar mítico&#8221; e número de desempregados fica abaixo de 1 milhão</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 10:20:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com base nas médias anuais, região metropolitana tem 815 mil desempregados a menos em oito anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A região metropolitana de São Paulo chegou em dezembro a menos de 1 milhão de desempregados (968 mil) pela primeira vez em 21 anos, com exceção de um mês em 1995. Um &#8220;patamar mítico&#8221;, definiu, em tom de brincadeira, o coordenador de análise da Fundação Seade, Alexandre Loloian. Com base nas médias anuais, a região metropolitana de São Pauo reduziu o número de desempregados em 815 mil nos últimos oito anos.</p>
<p>A taxa de desemprego no último mês de 2011 caiu pela quarta vez seguida e chegou a 9%, a menor desde fevereiro de 1990 (8,1%). Há três meses consecutivos está abaixo de dois dígitos, o que não acontecia desde 1990. Na comparação entre dezembro e igual mês de 2010, são 120 mil desempregados a menos, queda de 11%.</p>
<p>&#8220;Vamos voltar à era de um dígito, nos juros e no desemprego&#8221;, comentou o economista Sérgio Mendonça, do Dieese. Ele considera, inclusive, &#8220;bem consistente&#8221; a possibilidade de que o mercado de trabalho continue apresentando resultados favoráveis, com redução da taxa de desemprego favorecida por um crescimento da economia entre 3% e 4% e menor pressão da PEA. Eles lembram que no último quadrimestre do ano passado a economia já mostrou alguma recuperação. Mendonça faz ressalva para a economia europeia. &#8220;Uma crise bancária na Europa coloca o mundo em polvorosa&#8221;, diz.</p>
<p>A economia brasileira deve crescer um pouco mais do que em 2011 (as estimativas vão de 3% a 5%) e há menos pressão no mercado de trabalho. Os técnicos relacionam o crescimento menos intenso da PEA (população economicamente ativa), basicamente, a fatores demográficos (com menor expansão da população em idade ativa) e pela menor necessidade das familias, diante do crescimento do emprego (especialmente com carteira), o que pode levar outros integrantes da família a retardar a entrada no mercado. &#8220;Estamos passando por um processo contínuo de formalização&#8221;, diz Loloian.</p>
<p>Em relação a dezembro de 2010, a região metropolitana de São Paulo tem 120 mil desempregados a menos (queda de 11%) e 104 mil ocupados a mais (aumento de 1,1%). Na média anual, a ocupação cresceu 1,9% (181 mil a mais) e o total de desempregados recuou 11,5% (146 mil a menos).</p>
<p>Na comparação mensal, o rendimento médio dos ocupados (R$ 1.574) subiu 0,5% – em relação a novembro de 2010, caiu 2,9%. Na média anual, a renda média subiu 1,1%, enquanto a massa de rendimentos aumentou 3,1%.</p>
<p>&#8220;Apesar de não ter sido deslumbrante, o ano refletiu-se positivamente no mercado de trabalho&#8221;, diz Loloian. &#8220;Para uma economia que está crescendo menos de 3%, os resultados não deixam de ser positivos.&#8221;</p>
<p><strong>Taxa média de desemprego na Grande São Paulo</strong></p>
<table border="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Ano</strong></td>
<td><strong>Taxa média (%)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1985</td>
<td>12,2</td>
</tr>
<tr>
<td>1986</td>
<td>9,6</td>
</tr>
<tr>
<td>1987</td>
<td>9,2</td>
</tr>
<tr>
<td>1988</td>
<td>9,7</td>
</tr>
<tr>
<td>1989</td>
<td>8,7</td>
</tr>
<tr>
<td>1990</td>
<td>10,3</td>
</tr>
<tr>
<td>1991</td>
<td>11,7</td>
</tr>
<tr>
<td>1992</td>
<td>15,2</td>
</tr>
<tr>
<td>1993</td>
<td>14,6</td>
</tr>
<tr>
<td>1994</td>
<td>14,2</td>
</tr>
<tr>
<td>1995</td>
<td>13,2</td>
</tr>
<tr>
<td>1996</td>
<td>15,1</td>
</tr>
<tr>
<td>1997</td>
<td>16,0</td>
</tr>
<tr>
<td>1998</td>
<td>18,2</td>
</tr>
<tr>
<td>1999</td>
<td>19,3</td>
</tr>
<tr>
<td>2000</td>
<td>17,6</td>
</tr>
<tr>
<td>2001</td>
<td>17,6</td>
</tr>
<tr>
<td>2002</td>
<td>19,0</td>
</tr>
<tr>
<td>2003</td>
<td>19,9</td>
</tr>
<tr>
<td>2004</td>
<td>18,7</td>
</tr>
<tr>
<td>2005</td>
<td>16,9</td>
</tr>
<tr>
<td>2006</td>
<td>15,8</td>
</tr>
<tr>
<td>2007</td>
<td>14,8</td>
</tr>
<tr>
<td>2008</td>
<td>13,4</td>
</tr>
<tr>
<td>2009</td>
<td>13,8</td>
</tr>
<tr>
<td>2010</td>
<td>11,9</td>
</tr>
<tr>
<td>2011</td>
<td>10,5</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong> Fonte: Fundação Seade/Dieese</strong></p>
<p>Da <a href="http://www.redebrasilatual.com.br/temas/economia/2012/01/grande-sao-paulo-atinge-patamar-mitico-e-numero-de-desempregados-fica-abaixo-de-1-milhao">Rede Brasil Atual</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Falta de emprego é maior entre jovens, mulheres e inexperientes</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 21:01:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<description><![CDATA[O desemprego brasileiro tem uma cara jovem, feminina, de média escolaridade e inexperiente. Para pessoas com essas características, a taxa de desocupação no Brasil é bem superior à taxa global de 4,7% registrada em dezembro do ano passado segundo o IBGE. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O desemprego brasileiro tem uma cara jovem, feminina, de média escolaridade e inexperiente. Para pessoas com essas características, a taxa de desocupação no Brasil é bem superior à taxa global de 4,7% registrada em dezembro do ano passado segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No último mês do ano passado, 1,1 milhão de pessoas estavam desempregadas nas seis capitais pesquisadas. Desses, 213 mil buscavam o primeiro emprego.</p>
<p>Karina Pereira, de 18 anos, é um exemplo desse perfil. Ela acabou de completar o ensino médio e está procurando o primeiro emprego. Karina gostaria de trabalhar como assistente-administrativo ou na área de informática, já que pretende começar neste ano uma faculdade de ciências da computação. Encontrar um trabalho está entre as condições para cursar &#8211; e pagar &#8211; a faculdade. &#8220;Desde que me formei, meus pais, tios e amigos da família estão tentando me indicar trabalhos, mas até agora não encontrei nenhum. Estou ansiosa para começar&#8221;, diz a jovem, que foi ontem pela primeira vez a um Centro de Apoio ao Trabalho (CAT) em São Paulo montar o seu perfil profissional e buscar vagas disponíveis. Não conseguiu nada. A pretensão salarial de Karina é de R$ 1 mil, &#8220;mas acho que devo receber mesmo é R$ 900 no primeiro emprego&#8221;. Talvez a jovem esteja sendo muito otimista. Priscila Delphino, de Osasco, também tem 18 anos e procura o seu primeiro trabalho. Ela já foi duas vezes ao CAT e ontem saiu com uma entrevista marcada para recepcionista de cinema em um shopping. O salário oferecido pela empresa é o mínimo (R$ 622), abaixo da sua pretensão (R$ 900). Entre as vagas compatíveis com o perfil de Priscila, essa era a única que não exigia experiência. Ela chegou a fazer ensino médio técnico em gestão de empresas, mas as oportunidades em recursos humanos, área de interesse da jovem, não consideram o curso técnico como experiência. Ela conta que menos de um terço da sua turma de 22 alunos conseguiu emprego até agora.</p>
<p>A taxa de desocupação entre as mulheres fechou o ano passado em 6%, mas entre os homens o índice é de 3,7%. Essa diferença é histórica, mas, segundo especialistas consultados pelo Valor, vem diminuindo. &#8220;Um exemplo desse fenômeno é a redução da oferta de empregadas domésticas. As mulheres [com menos qualificação] buscam empregos em serviços, sendo que a renda não é, necessariamente, maior, mas há a questão do status social e de o trabalho ser mais regulamentado, com condições mais claras&#8221;, afirma José Márcio Camargo, especialista em mercado de trabalho da PUC-Rio.</p>
<p>O pesquisador também aponta a falta de conhecimento sobre o novo profissional como um problema. &#8220;Há assimetria de informações entre a empresa que disponibiliza a vaga e o candidato que quer ser empregado. Oferecer um salário compatível com a produtividade do trabalhador em seu primeiro emprego é extremamente difícil&#8221;, diz.</p>
<p>Marcelo Neri, economista-chefe do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas, relata assim a dificuldade do jovem: &#8220;Não tenho experiência, logo não consigo emprego; mas se não tenho emprego, não adquiro experiência&#8221;. diz. &#8220;Além disso, muitos não querem a mesma profissão dos pais. Filho de peão, peãozinho não é, pois eles já cursaram o ensino médio&#8221;, diz ele.</p>
<p>O desemprego no Brasil também é mais baixo entre aqueles com poucos anos de estudo (3,7%) ou aqueles com ensino superior (4,5%). Para quem tem entre oito e dez anos de estudo, o que significa ter concluído pelo menos o ensino fundamental e, no máximo, o ensino médio, a desocupação é de 7%.</p>
<p>Para Luiz Scorzafave, professor de economia da USP em Ribeirão Preto, há três principais hipóteses que justificam o desemprego maior entre as pessoas com nível escolar médio. &#8220;A quantidade de pessoas com nível médio incompleto está aumentando no mercado de trabalho e não há geração de vagas suficientes para essa qualificação. Além disso, como as pessoas estão estudando mais, a quantidade de postos de trabalho para pessoas com baixa escolaridade consegue atender a oferta. Finalmente, o número de pessoas com ensino superior está aumentando e elas têm um leque de opções maior. A pessoa com ensino superior pode exercer funções de quem tem menos qualificação. O contrário não é verdadeiro.&#8221;</p>
<p>Para Camargo, calcular a produtividade do candidato está entre as dificuldades que influenciam na taxa de ocupação do profissional com nível de escolaridade média. &#8220;Sobre o profissional mais qualificado, é fácil conseguir informações da qualidade da universidade cursada, por exemplo. No nível intermediário, não há informações disponíveis&#8221;, diz ele.</p>
<p>Apesar de o desemprego maior entre os jovens ser comum aos mercados de trabalho em todo o mundo, a falta de medidas que evitem o agravamento desse cenário pode trazer frustrações e atrapalhar o andamento da economia brasileira. Scorzafave alerta para o risco da informalidade. &#8220;Essa busca frustrada pelo primeiro emprego pode incentivar a informalidade. Um profissional relativamente qualificado pode aceitar se inserir de maneira mais precária no mercado de trabalho.&#8221;</p>
<p>O professor da USP-Ribeirão destaca a importância de investimentos para manter os alunos na escola e aumentar os anos de estudo. &#8220;Com mais tempo na escola, o jovem retarda a procura do primeiro emprego, entra no mercado mais qualificado e começa a contribuir com a previdência mais tarde, retardando a aposentadoria. São vários os aspectos positivos para o país&#8221;, destaca.</p>
<p>Do Valor Econômico (para assinantes)</p>
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		<title>Indústria da construção civil viveu estabilização em 2011, diz CNI</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 10:43:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[nível de atividade]]></category>

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		<description><![CDATA[A desaceleração do nível de atividade da indústria da construção nos últimos seis meses do ano passado está ligada ao fato de que 2010 foi atípico, quando registrou-se bastante crescimento, enquanto 2011 mostrou ser um ano de estabilização. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo – A desaceleração do nível de atividade da indústria da construção nos últimos seis meses do ano passado está ligada ao fato de que 2010 foi atípico, quando registrou-se bastante crescimento, enquanto 2011 mostrou ser um ano de estabilização. A afirmação foi feita hoje (26) pelo economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Danilo Garcia, ao divulgar a Sondagem da Indústria da Construção, na capital paulista.</p>
<p>Segundo a CNI, o nível de atividade da indústria da construção no país ficou em 47,6 pontos em dezembro. O número é menor do que o verificado em novembro (49,3 pontos). “O setor ficou um pouco mais otimista e a atividade voltou a se aproximar do que seria usual, mas ainda mostra queda na atividade e que o setor está se adaptando ao novo cenário”. A pesquisa indica também que o nível de atividade efetivo em relação ao usual em dezembro ficou em 49,1 pontos, enquanto em novembro essa pontuação foi de 47,2.</p>
<p>O número de empregados também caiu em dezembro, ficando em 48 pontos. Em novembro (49,2), já havia tido queda na comparação com outubro (50,4). Segundo Garcia, o setor tem expectativa de contratar mais funcionários, mas não consegue alcançar o número de contratações necessárias devido à falta de mão de obra qualificada, problema relatado pelos empresários há pelo menos seis meses.</p>
<p>De acordo com a pesquisa feita entre as grandes empresas, a partir de 500 funcionários, 68,1% dos empresários apontaram a falta de trabalhador qualificado como seu principal problema. Já entre as pequenas empresas, de 20 a 99 empregados, a falta de qualificação foi apontada por 64,6% empresários como o motivo para não aumentar o número de contratações.</p>
<p>“A falta de mão de obra qualificada, desde que nós levantamos a pesquisa, costuma ser o item assinalado como o principal problema das empresas. Apesar disso, ainda observamos uma expectativa no aumento do número de empregados, o que mostra que o setor está precisando contratar, mas está com dificuldade de encontrar o trabalhador com a qualificação demandada para o seu serviço”, disse o economista.</p>
<p>Garcia reforçou que a expectativa para os próximos seis meses é de crescimento na atividade da indústria da construção, mesmo que o nível de otimismo não fique no patamar de 2010. O indicador mostra que o otimismo dos empresários chegou aos 59,4 pontos quanto ao nível de atividade e aos 59,1 pontos, com relação aos novos empreendimentos e serviços.</p>
<p>As melhorias são observadas também na situação financeira das empresas, que foi avaliada como satisfatória pela maioria dos entrevistados, situando-se em 52,1 pontos no quarto trimestre. A margem de lucro operacional ficou em 49,7 pontos e o acesso ao crédito em 49,2. Em comparação ao terceiro trimestre, esses itens alcançaram 50,0, 46,3 e 45,9 pontos respectivamente.</p>
<p>“Na movimentação financeira e margem de lucro, começamos observar uma sensível melhora no quarto trimestre com relação ao trimestre anterior, que apresentou os piores indicadores financeiros da pesquisa”, revelou Garcia. Segundo ele, o indicador mostrou que, no terceiro trimestre, as empresas estavam insatisfeitas com a margem de lucro e que o acesso ao crédito tinha sido considerado difícil. Já no quarto trimestre, o acesso ao crédito continua sendo considerado difícil, mas houve uma boa melhora reaproximando-se da normalidade e a situação financeira foi considerada satisfatória”, observou Garcia.</p>
<p>Da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-01-26/industria-da-construcao-civil-viveu-estabilizacao-em-2011-diz-cni">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Construtoras fazem de tudo para contratar</title>
		<link>http://ruifalcao.com.br/construtoras-fazem-de-tudo-para-contratar/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=construtoras-fazem-de-tudo-para-contratar</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 09:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[foram]]></category>
		<category><![CDATA[haitianos]]></category>
		<category><![CDATA[mercado aquecido]]></category>

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		<description><![CDATA[Para atrair as pessoas para o processo de seleção, construtora fez uma "feira", cuja maior atração foi o sorteio de vários produtos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O momento é de aquecimento para o setor da construção civil no Brasil. A grande demanda por obras públicas e de infraestrutura para os eventos esportivos que serão sediados no país apresentou ao setor o problema da escassez de mão de obra. Com prazos para serem cumpridos, empreiteiras espalhadas pelo país foram até o Acre recrutar haitianos, estão distribuindo prêmios em dinheiro e até fazendo sorteios para atrair trabalhadores.</p>
<p>Nos próximos dez dias, pelo menos 28 haitianos serão integrados às equipes de trabalho da construtora mineira Urb Topo. Eles chegaram ao país pela cidade de Brasileia, que tem sido a porta de entrada para centenas de haitianos no Brasil. Essa imigração despertou a preocupação do governo no início do ano, que anunciou a liberação de R$ 1,3 milhão para a assistência em saúde no Estado e a concessão de 1,2 mil vistos permanentes a cada ano para haitianos que queiram viver e trabalhar no Brasil.</p>
<p>Foi em Brasileia que o gerente de recursos humanos Frederico Moraes encontrou os seus mais novos 28 funcionários. &#8220;Saí de Contagem [na região metropolitana de Belo Horizonte] com todo o programa definido. A Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos do Acre ajudou a encontrar esses trabalhadores, que já estavam com a documentação regularizada. Até a retirada deles do Acre será paga pelo governo&#8221;, explica.</p>
<p>De acordo com o encarregado da construtora para recrutar os haitianos, apenas trabalhadores com experiência na construção civil foram contratados. E o salário é o mesmo de qualquer brasileiro: R$ 819 para trabalhar como ajudante de pedreiro. &#8220;A carteira será assinada, eles terão alimentação e moradia no local de trabalho e todos os direitos que os funcionários brasileiros têm&#8221;, diz Moraes. &#8220;A empresa estava com dificuldades para preencher vagas iniciais e os haitianos ficam contentes em receber o piso, que é muito mais do que receberiam em seu país.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.valor.com.br/sites/default/files/gn/12/01/arte23bra-102-construcao-a3.jpg"><img class="aligncenter" title="gráfico" src="http://www.valor.com.br/sites/default/files/gn/12/01/arte23bra-102-construcao-a3.jpg" alt="arte23bra 102 construcao a3 Construtoras fazem de tudo para contratar" width="640" height="472" /></a></p>
<p>A taxa de desemprego em novembro na construção civil ficou em 2,7%, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice é bem inferior ao resultado geral do país para todos os setores, que ficou em 5,2% no mesmo mês.</p>
<p>Durante dois fins de semana de janeiro, a Prime Incorporações e Construções, que pertence ao grupo MRV, realizou feiras de emprego em Campo Grande e Cuiabá. Antes do evento, carros de som circularam pelas cidades divulgando o sorteio de eletrodomésticos, como bicicletas e televisores, que haveria no dia da &#8220;feira&#8221;, cujo real objetivo era encontrar e contratar cerca de 600 funcionários para os nove canteiros de obras que possui nessas cidades. &#8220;A ideia do sorteio era atrair o colaborador. Lojas de eletrodomésticos costumam fazer ações na porta para atrair o cliente. A gente também quis se diferenciar do concorrente e fazer com que esse trabalhador nos procurasse&#8221;, diz Alexandre Vilela, presidente da empresa.</p>
<p>O evento foi um sucesso. Mais de 1.300 se inscreveram para as vagas disponíveis e foi possível fazer uma triagem no próprio dia da feira. As pessoas saíam do local já com a carteira assinada.</p>
<p>A empresa fez uma parceria com as prefeituras de Campo Grande e Cuiabá, com os sindicatos locais e com bancos, que montaram postos de atendimento para que os trabalhadores que não tivessem conta bancária pudessem abrir a sua conta salário. &#8220;Até quem não tinha carteira assinada pode fazer uma na hora&#8221;, conta Vilela. Para isso, o investimento total foi de R$ 30 mil. &#8220;É pouco se dividirmos esse valor pelas 600 contratações feitas&#8221; &#8211; o que daria R$ 50 por funcionário admitido.</p>
<p>A empresa tinha motivos concretos para se preocupar com a disponibilidade de funcionários em suas obras, já que chegou a atrasar algumas entregas em 2011 e não quer correr o risco de ver os atrasos se repetirem neste ano, sendo que estão previstas as entregas de 9 mil apartamentos nessas duas capitais do Centro-Oeste a curto prazo. &#8220;Em 2010, muitas obras foram lançadas. 2011 foi o ano de execução dessas obras&#8221;, afirma Vilela.</p>
<p>A falta de mão de obra não se limita à especializada. Entre as contratações da Prime, 50% foram de serventes, que serão capacitados para ocupar outras posições nas obras. Os 50% restantes representam, principalmente, eletricistas e pedreiros, cujo salário médio é 31% maior que o de serventes.</p>
<p>Na também mineira Construtora Caparaó, a equipe de recursos humanos teve a ideia de dar prêmios, em dinheiro, para os funcionários que indicassem profissionais para vagas em aberto. Quando o indicado passa no período de experiência de 90 dias, tanto quem indicou como o recém-contratado recebem R$ 100 de bonificação.</p>
<p>&#8220;Se há vaga disponível, a gente divulga em todas as obras e incentiva a repercussão da vaga entre os funcionários&#8221;, explica Silvano Aragão, gerente de RH da empresa. Segundo ele, mais de 20 funcionários foram beneficiados com o prêmio em dinheiro desde setembro do ano passado, quando a prática passou a ser adotada &#8211; considerando os três meses de experiência exigidos para que o bônus seja concedido, esses prêmios foram entregues de dezembro para cá.</p>
<p>Jorge da Silva foi um dos beneficiados pela escassez de mão de obra na construção civil. Seu último emprego havia sido como técnico de laboratório em uma universidade em Campo Grande, de onde ele saiu em junho. Em janeiro, quando deixou de receber o seguro-desemprego, Silva viu uma oportunidade no anúncio da Prime. Contratado como pedreiro, seu salário, de R$ 1.200, é 50% maior do que o pago pela universidade. &#8220;Quando fui participar da seleção na Prime, já tinha sido aprovado em outras duas construtoras. Eu pude escolher&#8221;, diz.</p>
<p>As diferentes maneiras de atração têm sido criadas pelas empresas que precisam recrutar mão de obra na construção civil para atingir trabalhadores como Silva, que, diante da grande oferta de vagas e da escassez de mão de obra, podem negociar e escolher entre diferentes propostas de emprego.</p>
<p>Essa realidade ainda não é compartilhada pela Odebrecht nas obras do estádio do Corinthians, na zona leste da capital paulista. A empresa fez uma parceria com a prefeitura para recrutar mão de obra qualificada por meio do Centro de Apoio ao Trabalhador (CAT). &#8220;As funções são similares em praticamente todas as obras da construção civil pesada. A gente exige comprovação de experiência em carteira, devido ao grau de segurança necessário&#8221;, segundo Domingos Sávio de Araújo, gerente-administrativo dessa obra.</p>
<p>Os 1.038 funcionários que trabalham na obra vieram de três principais fontes. A maior parte conseguiu o emprego após indicação pelo CAT. O programa de capacitação profissional &#8220;Acreditar&#8221; também forma mão de obra capacitada. A empresa ainda pratica o reaproveitamento de outras obras que vão sendo finalizadas no período de construção do estádio. &#8220;A gente busca mapear obras vizinhas que estejam em fase de finalização para aproveitar esses funcionários, que já conhecem a dinâmica da empresa&#8221;, diz o gerente.</p>
<p>Do Valor Econômico (para assinantes)</p>
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		<title>Novo mínimo beneficia mais a classe C</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 10:46:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estimativa feita por consultoria indica que famílias deste estrato de renda receberão R$ 48 bi graças a reajuste. Estudo afirma que as classes D e E devem absorver R$ 12,47 bi com o aumento do piso salarial do país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estimativa feita por consultoria indica que famílias deste estrato de renda receberão R$ 48 bi graças a reajuste. Estudo afirma que as classes D e E devem absorver R$ 12,47 bi com o aumento do piso salarial do país.</p>
<p>Cálculos da consultoria Datapopular indicam que os consumidores da classe C serão os principais beneficiários do aumento do salário mínimo, já em vigor.</p>
<p>Neste mês, o piso nacional foi reajustado em 14,13%, para R$ 622. Segundos a consultoria, isso representará um incremento de R$ 63,98 bilhões na economia.</p>
<p>A maior parte desse valor, R$ 48,3 bilhões, vai ser incorporada ao orçamento das famílias da classe C.</p>
<p>Segundo o coordenador do Datapopular, Renato Meirelles, isso deverá ocorrer porque muitos trabalhadores que têm emprego com carteira assinada e ganham um salário mínimo integram a chamada classe C.</p>
<p>Nas contas do Datapopular, famílias cuja renda doméstica somada é, em média, R$ 2.341 estão na classe C.</p>
<p>Esses recursos adicionais serão despejados no consumo, prevê Meirelles.</p>
<p>“Essas famílias usaram o 13º para pagar dívidas e, agora, esse dinheiro novo dará fôlego aos consumidores.”</p>
<p>É o caso do auxiliar de escritório Fernando dos Santos, 19. No primeiro emprego com carteira assinada, Fernando quer usar o dinheiro extra para pagar dívidas de Natal e, depois, se tudo correr bem, financiar uma moto.</p>
<p>“Moro no Jardim Elisa Maria [na Brasilândia, na zona norte da cidade de São Paulo], levo mais ou menos uma hora para ir ao trabalho e uma hora para voltar. Quem sabe não uso a moto para ir para o trabalho?”, planeja.</p>
<p>Com o salário, ele ajuda a mãe com os gastos em casa e quer terminar o ensino médio – ele está no segundo ano- para tentar uma vaga na universidade: quer ser analista de sistemas. “E ganhar melhor”, planeja.</p>
<p>Os serviços, diz Meirelles, também estão na mira do consumo dessas famílias.</p>
<p>“Em 2001, de cada R$ 100 gastos por essas famílias, R$ 49 eram usados em serviços. No ano passado, foram R$ 65 em cada R$ 100″, diz.</p>
<p>Ainda segundo os cálculos da Datapopular, os consumidores de classes mais altas vão absorver R$ 3,19 bilhões, por conta do primeiro emprego e estágios dos jovens desse estrato econômico.</p>
<p>Já os de classes de renda mais baixas, das faixas D e E, absorverão R$ 12,47 bilhões.</p>
<p>Menos do que a classe C, diz Meirelles, devido à menor formalização no trabalho.</p>
<p>O economista José Márcio Camargo, da Opus Investimentos, é crítico desse incremento econômico.</p>
<p>“Esse dinheiro tem que sair de algum lugar. As empresas vão ter que deixar de comprar, de investir, para arcar com esses custos adicionais.”</p>
<p>O resultado, diz, é que a renda total -e o consumo-não deverá aumentar tanto quanto se prevê com o aumento do salário.</p>
<p>“Com um lucro menor, as empresas poderão gerar menos empregos”, afirma.</p>
<p>Do <a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2012/01/novo-minimo-beneficia-mais-a-classe-c/">Blog do Favre</a></p>
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		<title>Para OIT, salário no Brasil cresceu 9,7% reais em dez anos</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 09:46:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Levantamento divulgado ontem pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostra que o Brasil, em média, teve um aumento salarial 9,7% acima da inflação, entre 2000 e 2010. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Levantamento divulgado ontem pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostra que o Brasil, em média, teve um aumento salarial 9,7% acima da inflação, entre 2000 e 2010. Com esse resultado, o país fica na quinta posição, entre dez nações da América Latina, no ranking do relatório &#8220;Panorama Laboral 2011&#8243;. A Argentina foi o país da região que teve o maior ganho de rendimentos, descontando a subida dos preços, com 100% de aumento real nos salários. Em seguida, estão Chile (21,5%), Costa Rica (15,4%) e Colômbia (11,0%).</p>
<p>Ao comentar os números brasileiros, o estudo diz que há um menor ritmo de incremento acima da inflação nos rendimentos nos últimos anos. Isso estaria relacionado com &#8220;a desaceleração da economia e os fortes reajustes dos últimos anos&#8221;, que diminuíram a possibilidade de obter aumentos maiores, diz o organismo multilateral. No ano passado, o Brasil teve uma menor valorização salarial que Uruguai, Chile e Paraguai, com base em dados até o terceiro trimestre.</p>
<p>Em relação ao aumento real, ou seja, descontando a inflação, do salário mínimo entre 2000 e 2010, o Brasil também fica em quinto, entre 18 países latino-americanos. Perde para Argentina, Uruguai, Nicarágua e Honduras, segundo levantamento do relatório. Em 2011, o indicador brasileiro só cresceu mais que o do Chile e da Nicarágua, com base em dados até outubro. Apesar disso, a política de aumento salarial no Brasil foi elogiada pela OIT.</p>
<p>O desemprego urbano na América Latina e Caribe deve fechar 2011 no nível mais baixo da série histórica, iniciada em 1990, estima a organização. A taxa projetada é de 6,8%, o que representa uma queda de 0,5 ponto percentual em comparação a 2010. Com isso, cerca de 700 mil pessoas deixam a lista de desempregados em áreas urbanas, mas cerca de 15,4 milhões ainda permanecem sem ocupação. A expectativa é que o índice de desemprego dessas regiões fique estável em 2012.</p>
<p>O &#8220;Panorama&#8221; da organização multilateral também adverte sobre a persistência da informalidade e destaca que, com base em dados de 16 países, pelo menos 50% da população urbana ocupada têm emprego informal. Isso corresponde a cerca de 93 milhões de pessoas com condições laborais precárias, sem proteção social nem acesso aos direitos trabalhistas.</p>
<p>Como a América Latina apresenta historicamente aumento de postos de trabalho precários durante crises econômicas, a OIT defende que os governos deem prioridade à economia real, dando menor foco às políticas para o sistema financeiro.</p>
<p>Do valor Econômico (para assinantes)</p>
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		<title>Gerar emprego e aumentar renda estão entre prioridades para 2012, destaca Dilma</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 11:10:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Brasília &#8211; A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (9) que, em 2012, o governo pretende gerar mais renda, mais emprego e mais crescimento para o país. Segundo ela, o ano já começou com o que chamou de “boa notícia” – o aumento do salário mínimo de R$ 545 para R$ 622. “O aumento do mínimo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília &#8211; A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (9) que, em 2012, o governo pretende gerar mais renda, mais emprego e mais crescimento para o país. Segundo ela, o ano já começou com o que chamou de “boa notícia” – o aumento do salário mínimo de R$ 545 para R$ 622.</p>
<p>“O aumento do mínimo é importante porque as famílias vão poder consumir mais e viver melhor. Com isso, vão criar mais demanda para nossa indústria, nosso comércio e o setor de serviços, mantendo o dinamismo e a roda da nossa economia girando para que o Brasil continue a crescer”, destacou.</p>
<p>No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma lembrou que quase 40 milhões de brasileiros serão diretamente beneficiados pelo reajuste do salário mínimo. Desses, 20 milhões recebem a quantia exata estipulada pelo governo. Há também cerca de 20 milhões de aposentados e pensionistas que recebem o mesmo valor.</p>
<p>“Ou seja, dois em cada três aposentados receberão o reajuste. Para você ter uma ideia, esse aumento vai fazer circular cerca de R$ 47 bilhões na economia por causa do salário mínimo”, ressaltou.</p>
<p>A presidenta destacou ainda o reajuste de 4,5% na tabela do Imposto de Renda, que vai proporcionar um desconto maior no contracheque já a partir deste mês. Segundo ela, são 25 milhões de contribuintes pagando menos imposto, além de 800 mil isentos.</p>
<p>Dilma lembrou que as novas regras do Supersimples também entram em vigor em janeiro – para se enquadrar como microempresa, o limite de faturamento anual passou de R$ 240 mil para R$ 360 mil e, no caso de pequenas empresas, de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões.</p>
<p>“No final do ano passado, também reduzimos o imposto sobre produtos da linha branca, que são geladeiras, fogões, máquinas de lavar, entre outros. Essa redução continua valendo até março”, disse. “Nos orgulha muito sermos a sexta maior economia do mundo, mas nosso objetivo é garantir aos brasileiros mais renda e mais emprego.”</p>
<p>Da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-01-09/gerar-emprego-e-aumentar-renda-estao-entre-prioridades-para-2012-destaca-dilma">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Salário mínimo de R$ 622 acumula ganho real de 66% desde 2002, calcula Dieese</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 14:06:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) calcula que desde 2002 o salário mínimo teve crescimento nominal de 211%, saltando de R$ 200 para os R$ 622 a partir de hoje. Descontada a inflação do período, o ganho real foi 65,96%.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília – O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) calcula que desde 2002 o salário mínimo teve crescimento nominal de 211%, saltando de R$ 200 para os R$ 622 a partir de hoje. Descontada a inflação do período, o ganho real foi 65,96%.</p>
<p>O percentual de aumento real de 2012 (9,2%) é o segundo maior na última década, graças a Lei nº 12.382/2011 que prevê a restituição da perda da inflação no ano anterior mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) apurado no penúltimo ano pelo IBGE. Nota técnica do Dieese estima que o novo mínimo é “o maior valor real da série das médias anuais desde 1984”. O departamento também calcula que com o novo mínimo será possível comprar 2,25 cestas básicas, a maior proporção desde 1979.</p>
<p>Segundo o Dieese, 48 milhões de pessoas têm rendimento referenciado pelo salário mínimo. O maior grupo está entre os beneficiários da Previdência Social (19,7 milhões de segurados); seguidos de empregados (12,8 milhões de trabalhadores); trabalhadores por conta própria (8,7 milhões de pessoas) e mais de cinco milhões de empregados domésticos. O reajuste deverá irrigar a economia com R$ 47 bilhões mensais e gerar R$ 22,9 bilhões de incremento na arrecadação tributária.</p>
<p>Cada real acrescido no salário mínimo tem impacto de R$ 257 milhões ao ano sobre a folha de benefícios da Previdência Social. O peso na massa de benefícios é 46% das contas da Previdência. Cerca de 68% do total de seus beneficiários terão o reajuste.</p>
<p>A legislação do salário mínimo estabelece que além do valor mensal, o governo estabeleça valores correspondentes ao pagamento diário e por hora relativos ao mínimo. Assim, o trabalhador receberá R$ 20,73 por dia trabalhado ou R$ 2,83 por hora.</p>
<p>Da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-01-01/salario-minimo-de-r-622-acumula-ganho-real-de-66-desde-2002-calcula-dieese">Agência Brasil</a></p>
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		<title>País termina ano com emprego em alta apesar da crise externa</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 18:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recessão na Europa e nos Estados Unidos e importação da China reduziu melhora na criação de postos de trabalho. Em 2012, país adotará mais medidas a favor da indústria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo – O Brasil fecha 2011 com o patamar de desemprego mais baixo em pelo menos uma década. O cenário é literalmente o inverso do verificado, por exemplo, na França, onde a desocupação é a mais grave em 12 anos. Mas o ritmo de criação de empregos no país poderia ter sido maior ainda. Efeitos indiretos da crise econômica que atinge países desenvolvidos como os Estados Unidos e nações europeias prejudicaram a meta de abertura de postos de trabalho no ano. A indústria foi um dos setores mais prejudicados.</p>
<p>O diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lucio, afirma que a estimativa inicial do governo de 3 milhões de empregos criados no ano exagerava no otimismo. A expectativa foi revista no início do segundo semestre para 2,7 milhões. Em 2010, foram 2,86 milhões com carteira assinada, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p>A crise nos países ricos fez nações asiáticas como a China voltarem-se a mercados mais aquecidos, como o Brasil. &#8220;Temos dificuldades de concorrer com o produto (industrial) chinês&#8221;, avalia Ganz Lucio. Setores como o automotivo, especialmente de autopeças, e o de vestuário foram especialmente prejudicados na abertura de postos de trabalho por causa dessa investida.</p>
<p>De janeiro a novembro, foram criados 2,32 milhões de empregos (saldo positivo entre admissões e dispensas) segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) ante 2,54 milhões no mesmo período do ano passado. Na indústria de transformação, de janeiro a novembro, foram 357.715 novos empregos e, no mesmo período do ano passado, as novas vagas do setor somaram 638.006. Novembro de 2010 foi atípico, porque ocorreram menos dispensas do que comumente se verifica no período, quando começam desligamentos de trabalhadores temporários no setor.</p>
<p>&#8220;O que precisamos fazer é proteger nossa economia e investir em tecnologia para ganharmos produtividade para concorrer com esses produtos&#8221;, avalia o diretor do Dieese. No que diz respeito aos incentivos, o governo federal promoveu, em agosto deste ano, aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos com menos de 65% do valor de produção realizados no país. Outros setores receberam desonerações pontuais, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que o setor têxtil deve ter novas medidas de proteção em 2012.</p>
<p>Ganz Lucio avisa, porém, que as ações são importantes mas podem não bastar. &#8220;Essas medidas são necessárias, mas é preciso outras, para incentivar as empresas a produzir nacionalmente e é evidente que o impacto disso é a retomada dos empregos.&#8221;</p>
<p>A perspectiva é de que as economias europeias e norte-americana permaneçam em recesão nos próximos anos. Isso quer dizer que haverá menos mercados absorvendo produtos exportados por nações como o Brasil, ao mesmo tempo em que o consumo nacional, de famílias e do governo, continuará a atrair a atenção e os esforços da China e de outros polos industriais.</p>
<p>Isso reforça a importância de o Brasil zelar por seu mercado interno, garantindo bons patamares de emprego. &#8220;Preservar os empregos também deve ser um objetivo da nossa política&#8221;, avisa o economista.</p>
<p>Em 2011, o país teve bons resultados. A taxa de desocupação calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) atingiu em novembro o menor nível da série histórica, iniciada em março de 2002, e chegou a 5,2%. Segundo o pesquisa mensal em sete regiões metropolitanas da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), de São Paulo, e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o desemprego ficou em 9,7% em novembro. Foi a primeira vez em que a taxa ficou abaixo de dois dígitos desde janeiro de 1998, quando a pesquisa começou a ser feita.</p>
<p><a href="http://www.redebrasilatual.com.br/search?Subject%3Alist=ibge"></a></p>
<p>Da <a href="http://www.redebrasilatual.com.br/temas/economia/2011/12/pais-termina-ano-com-emprego-em-alta-apesar-da-crise-externa">Rede Brasil Atual</a></p>
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		<title>Emprego em alta e inflação em queda elevam otimismo do consumidor</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 14:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[redução da taxa de juros]]></category>

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		<description><![CDATA[A combinação entre mercado de trabalho aquecido, desaceleração da inflação e redução da taxa básica de juros (Selic) fizeram o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas (FGV) subir 0,5% no período novembro-dezembro, para 119,6 pontos,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>RIO – A combinação entre mercado de trabalho aquecido, desaceleração da inflação e redução da taxa básica de juros (Selic) fizeram o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas (FGV) subir 0,5% no período novembro-dezembro, para 119,6 pontos, avalia a coordenadora técnica da Sondagem do Consumidor, Viviane Seda Bittencourt. De acordo com ela, o “consumidor se sente mais aliviado” com a redução da Selic, que teria barateado o crédito.</p>
<p>“É um resultado favorável [o do ICC]. Os consumidores estão com um otimismo acentuado, considerando a média histórica da pesquisa [de 110,9 pontos]”, diz ela.</p>
<p>“O que contribuiu também foi a avaliação sobre o Índice da Situação Atual”, completa Viviane. Na passagem de novembro para dezembro, o Índice da Situação Atual (ISA) avançou 1%, indo de 139,3 para 140,7 pontos, maior patamar desde julho, quando o indicador ficou em 144,6 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE) avançou 0,3%, para 108,6 pontos, acima da média histórica do indicador, de 107,7 pontos.</p>
<p>Apesar disso, a expectativa do consumidor ainda não apresenta uma tendência, afirma a especialista da FGV. “Ao analisarmos o Índice de Expectativas, observamos que há um otimismo, mas temos de observar as próximas pesquisas para ver o que, de fato, vai acontecer.”</p>
<p>A diminuição da Selic, a inflação menor e o mercado de trabalho aquecido explicam também o crescimento de 3,7%, para 110,1 pontos, verificados na Situação Atual da Economia Local, diz Viviane. A pontuação está bem acima da média histórica desse indicador, de 82 pontos.</p>
<p>A Situação Atual Financeira da Família registrou queda de 1,5% entre novembro e dezembro, ao cair para 117,8 pontos, acima da média histórica, de 107,1 pontos.</p>
<p>No campo das projeções dos consumidores, a Expectativa para a Economia Local recuperou-se pelo segundo mês seguido. Em dezembro, o indicador subiu 1,9% frente novembro, mês em que já registrara alta de 9,2% em relação ao período imediatamente anterior.</p>
<p>“Expectativa para a economia local está abaixo da média histórica [de 111,7 pontos], mas se recuperando. As medidas macroprudenciais adotadas pelo governo ao longo do ano e a desaceleração da economia explicam o desempenho da taxa em 2011”, diz Viviane. Em janeiro, a Expectativa para a Economia Local estava em 112,6 pontos.</p>
<p>A Expectativa para Finanças Familiares subiu 1,1% em dezembro em relação a novembro, ao passo que a Expectativa de Compras de Bens Duráveis cresceu 0,7% no mesmo período, para 88,2 pontos. O crescimento na Expectativa de Compras de Bens Duráveis foi puxado pelos consumidores que ganham acima de R$ 9.600.</p>
<p>“Há expectativa de que esse indicador melhore no mês que vem, com o aumento [de 14%] do salário mínimo”, projeta a especialista.</p>
<p>Do <a href="http://www.valor.com.br/brasil/1152202/emprego-em-alta-e-inflacao-em-queda-elevam-otimismo-do-consumidor">Valor Econômico</a></p>
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