Juiz reconhece ação política do promotor Blat
A decisão do Juiz Carlos Eduardo Lora Franco reconhece o exagero e o momento político oportuno para ação do Promotor Blat. O promotor ficou três anos com o procedimento parado para apresentá-lo na hora que a Companheira Dilma dispara nas pesquisas.
O Juiz ressaltou que não basta ser honesto, mas que é preciso parecer honesto. Noutro ponto o Magistrado assevera que é preciso ter provas para fazer o barulho que promotor vinha fazendo, firmando a falta de provas no processo.
O ponto crucial da decisão firma-se na constatação que os valores indicados por Blat, como parte do suposto esquema de caixa 2, não encontrava nenhuma prova e nem indicação de sua existência nos autos do processo.
Quanto à garantia dos cooperados o juiz foi categórico em afirmar que existe um acordo, desde 2009, lavrado nos autos da ação proposta pela Promotoria do Consumidor e que o Ministério Público vem acompanhando e que medidas saneadoras estão sendo tomadas. Esta argumentação surge na parte da decisão que não reconhece o pedido de Blat para bloqueio dos bens da cooperativa.
Por fim, o Juiz mandou que o Promotor apontasse nos autos do processo onde estão as provas e solicitando que o Blat corrigisse sua peça acusatória, uma vez que fora proposta sem nenhum fundamento de totalmente aleatória a realidade dos fatos e do processo.
Certo é que o promotor abraçou a causa e o desespero tucano e tentou, de forma atrapalhada e incorreta, causar um panorama nacional inexistente, com o único fundamento de tentar impedir a queda de Serra e seus comparsas.